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Administração no Blog

Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

20 de agosto de 2016

Liderança por objetivo



          Liderança sempre foi um tema muito discutido e recorrente, e em razão disso, é comum encontrarmos aquela mesma pergunta: quais são as atribuições de um líder? Bom, podemos listar algumas, como: tomar decisões, direcionar a equipe e comandar projetos, mas, também é fato que não existe uma fórmula única para executar todas as tarefas com sucesso. Talvez seja por essa razão que é comum encontrar várias frases ‘bem diferentes’ sobre liderança espalhadas pela internet e nem precisamos procurar muito, basta pedir ao Google e logo aparecerão algumas, como:


· A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.

·        O verdadeiro líder não tem necessidade de liderar - contenta-se em apontar o caminho.

·    Quem quiser ser líder deve ser primeiro servo. Se você quiser liderar, deve servir.

·    Um soberano jamais deve colocar em ação um exército motivado pela raiva; um líder jamais deve iniciar uma guerra motivado pela ira.

·        O gerente pergunta ‘como’ e ‘quando’; o líder pergunta ‘o quê’ e ‘por que’.

·  Um bom líder toma um pouco mais de sua parte na culpa e um pouco menos de sua parte no crédito.




   Percebemos que essas frases só reforçaram aquela ideia de que existem vários tipos de liderança, afinal, cada liderança deve atuar de acordo com o objetivo que se pretende alcançar. Para entender melhor este assunto, recorremos aos estudos do professor George Kohlrieser, da escola de negócios suíça IMD, uma das mais importantes do mundo, que criou um guia com cinco tipos de liderança indicando para quais situações eles funcionam melhor – sabendo que este trabalho foi baseado em conceitos definidos pelo psicólogo e consultor Daniel Goleman que foram cedidos a EXAME.com.

·        Liderança coercitiva - O que é: é aquele estilo de liderança retratado no ditado "manda quem pode, obedece quem tem juízo". É marcado por controle e comando. Funciona? Sim, mas nó no curto prazo. "Ameaças funcionam se você aumentar o grau delas cada vez mais. Quando líderes coercitivos ficam sem ameaças novas, eles não conseguem fazer as coisas", escreve Kohlrieser. Deve ser usado? É uma boa alternativa para situações de crise, para ajudar no início de uma recuperação ou solução de um problema. Mas, se o líder sabe demonstrar seu "senso de confiança e autenticidade", provavelmente não precisará disso, reforça o professor.

·        Liderança confiante - O que é: é marcado pela habilidade do líder de inspirar outras pessoas a confiar em sua visão e segui-la por vontade própria. É um estilo "forte, positivo e visionário", nas palavras de Kohlrieser, e que exige um vínculo forte baseado na confiança. Funciona? Sim, pois a equipe confia na ligação que tem com o líder e, por isso, irá segui-lo. É um tipo de liderança crucial quando uma nova visão é exigida ou quando é necessária uma direção clara. Deve ser usado? Sim. É a melhor forma que os chefes têm para conseguir que seus subordinados atinjam alto desempenho no longo prazo, segundo o especialista.

·        Liderança afiliativa - O que é: é um tipo de liderança que coloca as pessoas em primeiro lugar e evita conflitos. Funciona? É efetivo para curar feridas em equipes divididas e para motivar durante períodos de estresse. Mas, por outro lado, "líderes afiliativos podem ter dificuldades em dar feedbacks duros ou chamar a atenção", pondera o professor. Deve ser usado? Com parcimônia. Kohlrieser lembra que o estilo tem pontos positivos, mas que o líder precisa ter uma postura mais confiante quando uma ação crítica for necessária.

·        Liderança democrática - O que é: é o viés seguido pelo chefe que considera a opinião de todos e espera um consenso para tomar decisões. Funciona? Pode até dar certo, mas com ressalvas. Esperar que todos participem para decidir algo pode demorar muito e criar uma "burocracia terrível". Mas pode ser positivo nas organizações que conseguirem simplificar a democracia para que ela não impeça o progresso, diz o professor. Deve ser usado? Em partes. Algumas características desse estilo podem ser combinadas com as da liderança confiante. Nas equipes em que as pessoas confiam umas nas outras e nos seus líderes, cada funcionário está disposto a permitir que os demais tomem decisões em seu nome, mas também a opinar quando for preciso.

·        Liderança de ritmo - O que é: é o clássico modo do líder que pressiona o time por meio da definição de metas duras. Funciona? Depende. Se a equipe for altamente motivada, pode ser eficaz para trazer resultados rápidos. Se combinado com empatia e compaixão, pode ajudar a desenvolver a equipe; sem esses pontos, terá inevitavelmente um efeito negativo, escreve Kohlrieser. Deve ser usado? Sim, desde que seja no curto prazo e que esteja aliado à empatia e compaixão. "Caso contrário, não use", adverte o especialista.


 Como atingir o topo?

Existe muita curiosidade em relação à formação dos profissionais que assumem a presidência das empresas – segundo Michael D. Watkins, professor da escola de negócios suíça IMD, o caminho para amadurecer um líder é longo e possui algumas etapas, para chegar a essa conclusão, o especialista em liderança e mudança organizacional ouviu 40 executivos seniores para compreender como eles enxergavam as transições pelas quais passaram para chegar a seus postos.


Vamos conferir quais são esses passos e como vencê-los.




§  De especialista para generalista - Para o professor Michael D. Watkins, da escola de negócios IMD, a primeira (e uma das mais desafiadoras) transição que um profissional precisa passar para se tornar líder em uma empresa é a de especialista para generalista. É aquela fase em que ele deixa de comandar um departamento com atividades específicas, como vendas, e assume uma função de gestão mais abrangente. Um gestor de sucesso precisa saber como integrar diferentes áreas. O caminho para isso, segundo o professor, não é se tornar um expert em todos os setores (até porque isso levaria décadas), mas extrair o melhor das pessoas que trabalham em cada função. Conseguir essa façanha depende, primeiramente, de ser capaz de traduzir a linguagem dos especialistas para o mundo dos negócios. Depois, é preciso entender o modelo mental dos trabalhadores de cada área (pessoas de finanças interpretam as situações do ponto de vista de gastos, custos e benefícios, por exemplo). Por último, é necessário ser capaz de julgar a performance de quem administra cada atividade essencial, o que envolve saber o que perguntar e que métricas observar. O professor lembra que ninguém estará totalmente preparado para se tornar um líder generalista, mas que alguns exercícios podem ajudar a desenvolver os talentos citados acima. Um deles é dedicar algum tempo a funções diferentes da sua área inicial e também participar de equipes multifuncionais como a de desenvolvimento de produtos e a de aquisições, por exemplo, que abrangem diversos conhecimentos. 





§  De analista para "integrador" - Unir as áreas de uma empresa depende muito mais de entender como elas afetam o negócio como um todo do que conhecer profundamente os detalhes de funcionamento de cada uma, segundo o professor. É nessa mudança de foco que se instala a transformação de analista para integrador. Por exemplo: o líder não precisa saber afundo como construir uma nova campanha de marketing, mas deve enxergar que consequências ela trará para a companhia e se é o momento certo de lançá-la. Para administrar bem o custo benefício de cada decisão sem inconscientemente "puxar sardinha" para o setor no qual iniciou sua carreira, Watkins aconselha que os líderes se baseiem no maior número de dados possível. Mas, como o professor lembra, nem sempre é possível encontrar a resposta somente nos números. A saída então é chamar a equipe para participar, fazendo cada um perguntar a si mesmo "como a companhia pode fazer melhor?". 




§  De tático para estrategista - O estrategista consegue ver a organização como um todo e enxergar padrões em ambientes complexos, além de saber comunicar as implicações da estratégia para outras pessoas. Já o tático precisa focar nos detalhes da execução da estratégia. Os dois são essenciais para uma empresa, mas o líder precisa ter conhecimentos mais amplos, segundo Watkins. Ele considera que parte das habilidades de um estrategista é inata, mas que é possível desenvolver algumas delas a partir de exercícios. O primeiro é responder a quatro perguntas básicas: o que a companhia precisa realizar, por que, como será feito e quem estará envolvido no processo. Juntas as respostas a esses questionamentos formam a "visão", de acordo com o professor. Depois, é necessário focar no que é essencial para a companhia e simular a reação do mercado às suas ações, tentando antecipar, por exemplo, como os consumidores reagiriam ao lançamento de um produto. Por fim, o estrategista precisa aprender a comunicar bem o seu plano a todos os integrantes da empresa. 





§  Do pedreiro ao arquiteto - Watkins defende que à medida que um líder corporativo vai se firmando, ele deixa de construir sua carreira tijolo por tijolo, por meio de uma única função, e passa a ser responsável por criar a sustentação para o desenvolvimento da empresa, como um arquiteto projeta uma obra. Dessa forma, ele precisa entender como cada parte da companhia interfere no todo e desenvolver a maneira mais eficiente de colocá-las juntas ou fazer mudanças na estrutura sem danificar a base, o objetivo maior. Em caso de alterações, para não tomar as decisões erradas é necessário entender o motivo fundamental da mudança para depois agir. 

   


§  Do solucionador de problemas a quem define a agenda - De acordo com o professor, a capacidade de solucionar problemas pode contribuir bastante para que um profissional seja alçado ao posto de líder, mas, uma vez no topo, seu foco deve estar voltado para decidir o que a empresa deve ou não fazer. Definir a agenda de uma companhia envolve entender quais são as necessidades essenciais para ela e ter disciplina para direcionar os funcionários a cumprir o que é prioridade. Para fazer isso de maneira eficiente, Watkins recomenda que o líder tenha uma rede de conselheiros para ajudá-lo a testar ideias. O estudioso também diz que, sem perder o controle do que acontece internamente, é preciso estar muito atento ao meio externo (não só aos clientes e competidores, mas aos reguladores, à mídia e ao público em geral).


§  De guerreiro para diplomata - Mais do que brigar por espaço no mercado, gestores que estão no topo precisam saber como cooperar com seus competidores, aponta o especialista. Isso porque eles passam a ter relações mais próximas com governos, ONGs, mídia e investidores, por exemplo, e devem saber administrá-las. Assim, estariam passando de lutadores para mediadores. Ele defende que quanto mais alto é o posto, maior a necessidade de o líder ser político (no sentido de conciliador) para saber negociar com poderosos que podem ter egos muito fortes, por exemplo. Segundo Watkins, os CEOs mais bem-sucedidos gastam muito tempo em compreender como seus públicos se comportam ou como poderão reagir diante de uma decisão, desde os funcionários aos órgãos reguladores.





§  De coadjuvante para o papel central - Quando um profissional assume o cargo de presidente de uma empresa, ele passa a ser o centro das atenções. Suas opiniões e reações podem extrapolar o contexto original e pode mexer com todo o mercado. Ele passa a ser fonte de inspiração para outras pessoas e influencia, "para o bem ou para o mal", o comportamento de toda a organização. Por isso, de acordo com o professor, o líder precisa trabalhar o seu autocontrole e repensar o que fala e faz. Para isso, a ajuda de treinamentos (como os de mídia e comportamento) é bem-vinda, diz Watkins. O estudioso lembra que nem todos os líderes se sentirão confortáveis em todas as sete transições estudadas por ele. É natural, por exemplo, que um CEO seja um ótimo estrategista, mas precise desenvolver melhor a comunicação. O importante, segundo ele, é nunca deixar de aprender.











Fonte e Sítios Consultados

http://exame.abril.com.br

8 de agosto de 2016

A Administração Move o Mundo



Mesmo o Brasil sendo um país empreendedor é comum encontrar vários empresários que ainda não entenderam o real significado de administrar e olha que isso ainda acontece em pleno século 21 e devido a isso, vamos entender um pouco mais sobre este tema, e começamos com a palavra administração que derivada do latim (administratione) e significa: o conjunto de atividades voltadas à direção de uma organização utilizando-se de técnicas de gestão que visam o alcance dos objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental. Bonito, né? Pois é, embora seja uma definição interessante ela não é exatamente a realidade social e empresarial do Brasil dos dias de hoje. Então, como é aqui no Brasil? Acredito que as palavras de Peter Drucker sejam encontradas por aqui, mas com alguns defeitos: para a maioria dos brasileiros, administrar é manter as organizações coesas, fazendo-as funcionar. Acredita-se ser esse o conceito mais adaptável às características da maioria dos mortais aqui do Brasil.



Seguindo este cenário, fica fácil de entender a essência do trabalho do administrador aqui no Brasil, que é o de obter resultados por meio das pessoas e dos recursos que ele coordena. De fato, hoje a administração deveria estar inserida em todas as organizações para estruturar e impulsionar o andamento dos seus diversos setores. Embora seja possível criar uma organização sem o mínimo de administração, mas, com certeza será impossível mantê-la sem administrá-la. Isso nos leva a pensar: o que dificulta o funcionamento de muitas estruturas sejam elas empresariais, pessoais, domésticas é a falta de administração em uma ou em outras áreas necessárias ao bom andamento da organização como um todo. Por exemplo, as donas de casas são mestres em administração. Elas coordenam todas as atividades do lar: cuidam por inteiro de tudo, da cozinha às despesas. Dentro do freezer todas as carnes estão separadas, embaladas e etiquetadas; e as contas estão sempre organizadas por data de vencimento. Exagero? Nada disso: Elas são todas administradoras do lar, por isso fazem questão de acompanhar, de perto, todos os processos da casa. Agora, em grande parte de outras casas já aconteceu de cortarem a energia por falta de pagamento, faltar produtos na dispensa e etc. Pergunta: por falta de dinheiro? Não, por falta de administração!

Quem nunca ouviu falar de alguém que recebe R$ 3.500,00 por mês e tem um gasto de R$ 4.800,00? Então, essa pessoa se desespera, chora, chora e o patrão aumenta o seu salário para R$ 5.000,00. Daí passa-se uns dois meses e o orçamento dessa pessoa salta para R$ 6.100,00 e ele continua com o mesmo problema. Por quê?  Simples, isso só acontece por não saber administrar.

O conceito de administrar está intrinsecamente ligado ao de viver. Não é possível desatrelar um do outro, sob a pena de vivermos eternamente na maior bagunça. É claro que tanto os empresários, como as donas de casa e também os administradores públicos, como os prefeitos, por exemplo, têm atuações bem distintas, mas as suas funções estão mais próximas do que aparentam estar: todos desempenham tarefas em função de um grupo, seja isso no setor público, ou na companhia ou até mesmo em um núcleo familiar. Este é o trabalho do administradorplanejar, controlar, dirigir e ordenar tarefas, visando maior produtividade e lucratividade. E acredite, essa função surgiu há muito tempo: surgiu antes de Cristo, quando a sociedade dava os seus primeiros passos para se organizar. No período neolítico, os primeiros agricultores passaram a estocar alimentos, permitindo que a comunidade sempre tivesse o que comer, mesmo em tempos de dificuldade. A gerência do plantio permitiu que nossos ancestrais se tornassem sedentários e com isso eles acabaram dando os primeiros passos para a sociedade que conhecemos.



Para saber lidar com dinheiro e manter o equilíbrio dos orçamentos de forma competente é necessário ter um bom gerenciamento – por isso, a função do administrador é tão importante – sabendo que essa função só foi regulamentada aqui no Brasil, no dia 09 de setembro de 1965. No meio acadêmico, este curso está presente em grande parte das universidades do país, sempre com uma procura muito grande. Segundo dados do ‘portal de ensino Universia Brasil, desde 2008 o número de alunos matriculados em cursos de administração mais que triplicou.


Agora, como nem todos podem voltar aos bancos escolares, seria interessante que os empresários possuidores de outras tantas expertises, mas que ainda não possuem administradores em seu quadro funcional ‘refletissem’ melhor sobre isso. Afinal, as empresas têm a obrigação e a necessidade de gerar receitas e de efetuar os gastos que sejam capazes de quita-los, e mais que tudo, elas também precisam atender bem aos seus clientes e sempre continuar a crescer. 



7 de agosto de 2016

Brasileiro não gosta de Política?


Atualmente, é muito facil que em qualquer conversa surjam alguns comentários sobre o cenário negativo da política brasileira, devido a isso, revolvemos investigar qual o real motivo disso estar acontecendo aqui no Brasil nesse ínicio do século 21 – afinal, a política exerce um papel fundamental no dia-a-dia do ser humano, quer gostemos ou não deste tema, e isso acontece pelo fato da política ser um "elemento" pertencente a todo meio social.
   
Mas, será que sabemos realmente o que é a política? Procurando responder essa pergunta recorremos ao um livro que contém as ideias sobre política da pensadora e filosofa alemã Hannah Arendt. - na verdade, são fragmentos de sua obra publicados postumamente. Hannah Arendt é considerada uma das maiores pensadoras do século passado e seu trabalho sobre as Origens do Totalitarismo é considerado uma obra clássica e definitiva sobre este assunto. Além disso, é uma das maiores autoridades em relação ao estudo da política na Grécia e Roma antiga. Por isso, recomenda-se essa leitura, porém é preciso dizer que: Hannah Arendt não é uma leitura fácil, mas é imprescindível para quem deseja compreender melhor este assunto.

Acompanhe como a autora discute essa questão:

Para Hannah Arendt "O sentido da política é a liberdade". Segundo ela, a ideia de política e de coisa pública surge pela primeira vez na polis grega considerada o berço da democracia. O conceito de política que conhecemos nasceu na cidade grega de Atenas e está intimamente ligado à ideia de liberdade que para o grego era a própria razão de viver.

Ao utilizar o conceito grego de política, Arendt nos diz que ‘a política baseia-se no fato da pluralidade dos homens’, portanto, ela deve organizar e regular o convívio dos diferentes e não dos iguais – de acordo com os antigos gregos, não havia distinção entre política e liberdade e as duas estavam associadas à capacidade do homem de agir; de agir em público que era o local original dos políticos.



O homem moderno não consegue pensar desta maneira pelas desilusões em relação ao político profissional e a atuação desses no poder. Porém, Arendt, uma judia que viveu os horrores da Segunda Guerra Mundial, acreditava na ação do homem e na sua capacidade de "fazer o improvável e o incalculável".

                       
                   E Hannah Arendt continua: "A política, assim aprendemos, é algo como uma necessidade imperiosa para a vida humana e, na verdade, tanto para a vida do indivíduo, ela é maior para a sociedade. Os homens não são autárquicos, logo, eles dependem de outros em sua existência, precisa haver um provimento da vida relativo a todos, sem o qual não seria possível, justamente, esse convívio. A tarefa e objetivo da política é a garantia da vida no sentido mais amplo". Para ela, a tarefa da política esta diretamente relacionada com a grande aspiração do homem moderno: a busca da felicidade.



 Sabemos que não é fácil discutir a questão da política atualmente. Estamos carregados de desconfianças em relação aos homens do poder e isso não é para menos, afinal basta pararmos um segundo e verificarmos como surgem tantas indecências públicas, mas, não são todos, existe uma minoria interessada em cumprir bem o seu papel. Porém, o homem é um ser essencialmente político. Todas as nossas ações são políticas e motivadas por decisões ideológicas. Tudo que fazemos na vida têm consequências e somos responsáveis por nossas ações. A omissão, em qualquer aspecto da vida, é o mesmo que deixar que os outros façam escolhas por nós.


 Pensando aqui no Brasil, os brasileiros deveriam tomar mais consciência sobre a nossa ação política, já que ela está presente em todos os momentos da vida - seja no aspecto privado ou público. Por exemplo, é fato que vivemos com a nossa família, nos relacionamos com as pessoas do nosso bairro, da escola, também somos parte integrante da nossa cidade, pertencemos a um Estado e ao nosso País, logo podemos influir e receber influencia de tudo o que acontece em nossa volta. Isso significa dizer que podemos jogar lixo nas ruas ou não, podemos participar ou não da associação do nosso bairro ou ainda, podemos fazer ou não, parte de uma pastoral ou trabalhar como um voluntário em uma causa que acreditamos. Podemos votar em um político corrupto ou votar num bom político, e como fazer isso? Bom, o melhor caminho é conhecer melhor as propostas, ouvir as ideias nos discursos e saber das ações desses políticos que podem vir a nos representar.

 “Um erro muito comum do brasileiro é o de confundir que a política é simplesmente o ato de votar”.



 Precisamos ter a consciência de que estamos fazendo política quando: tomamos atitudes em nosso trabalho, quando estamos conversando em uma mesa de bar, quando discutimos em um grupo de watszapp ou quando estamos nos encontros de família. Todo cidadão participa e faz política, quando ele exige que respeitem os direitos de consumidor, quando existe uma profunda indignação ao vermos nossas crianças fora das escolas ou sendo massacradas nas ruas ou nos centros de reabilitação de jovens. Será que antes de gritarmos, nós conhecemos o Estatuto da Criança e do Adolescente? Ou o Código do Consumidor? Ou ainda, a nossa Constituição?  E o que falar das nossas leis de transito, sim, aquelas leis que vivemos desrespeitando a todo instante – ou por atravessarmos fora da faixa de pedestres ou pelo fato de atendermos uma ligação do celular quando estamos ao volante.

   Vamos verificar como a política se faz presente em nossas vidas:

·  Na luta das mulheres contra uma sociedade machista que discrimina e age com violência;

·  Na luta dos portadores de necessidade especiais para pertencerem de fato à sociedade;

·    Na luta dos negros discriminados pela nossa "cordialidade";

·     Dos homossexuais igualmente discriminados e desrespeitados;

· Dos índios massacrados e exterminados nos 500 anos de nossa história;

·   Dos jovens que chegam ao mercado de trabalho saturado com de milhões de desempregados;

· Na luta de milhões de trabalhadores sem terra num país de latifúndios;

· Do desejo de todos os brasileiros por mais respeito por parte dos Governantes desse país e de toda classe política.

Todas as atitudes e omissões fazem parte de nossa ação política perante a vida - somos responsáveis politicamente (no sentido grego da palavra) pela luta por justiça social e uma sociedade verdadeiramente democrática para todos.

Tomara que os brasileiros parem de confundir sistematicamente a política com as ações de alguns políticos, principalmente, dos maus políticos.






3 de agosto de 2016

Diferença entre: Marketing Político e Marketing Eleitoral




Muitas pessoas não sabem que existe diferença entre o marketing político e marketing eleitoral, e que a falta desta informação talvez já tenha custado alguns votos que poderiam ter mudado o resultado de alguma eleição – sem falar que ao se ignorar a diferença destes conceitos é possível que os custos de uma campanha tenham aumentado sensivelmente. Então, é bom que fique bem claro que não se trata apenas de uma questão de nomenclatura - já que a diferença entre o marketing político e o marketing eleitoral envolve questões como estratégia, conteúdo e muito mais. Por isso, iremos verificar neste artigo as características de cada um deles.

Marketing Político O Marketing Político ou (Marketing de Governança) é composto por um conjunto de ações que visam divulgar as ações de um detentor de cargo eletivo durante a duração do seu mandato. Essa é a razão do Marketing Político ser composto de ações permanentes com o objetivo de criar junto ao público, uma imagem que será utilizada tanto em futuras disputas eleitorais, como também em situações em que o apoio popular é necessário para se atingir um determinado objetivo político ou social, como na propositura de novas leis ou reforma da legislação existente, por exemplo.
De acordo com a Wikipédia, “O Marketing político é o segmento específico dentro da comunicação mercadológica voltada para o ambiente político e ou eleitoral, que visa estreitar a relação de expectativa de um determinado grupo de pessoas em relação às questões que envolvem seu cotidiano e a materialização da mesma em um candidato, um governo, um partido ou um grupo político”.


Logo, o Marketing Político pode ser entendido como uma estratégia de longo prazo, que tem como objetivo principal a criação e divulgação de uma marca pessoal que será à base das futuras ações. A função desta estratégia é adequar o detentor de cargo eletivo ou postulante, ao seu eleitorado em potencial. O objetivo em um primeiro momento compatibilizar os discursos com os anseios do eleitorado e tornar a pessoa conhecida de um número cada vez maior de eleitores na sua área de influência, de forma a conquistar o apoio destes eleitores para suas ações políticas e eleitorais. O marketing político precisa ser contínuo e por isso, principalmente nos dias de hoje, quando a informação domina a sociedade, é preciso ter uma equipe constantemente cuidando desse aspecto da vida pública.

Marketing Eleitoral o Marketing Eleitoral, diferentemente do marketing político puro e simples, tem como foco, única e exclusivamente as ações de comunicação e divulgação voltadas para um determinado pleito. Trata-se de uma estratégia de curto prazo e objetivo muito bem definido, e, portanto, muito mais fácil de ser analisada e mensurada.
De acordo com a Wikipédia a definição para o Marketing Eleitoral é: “um conjunto de técnicas que visam tornar um candidato a cargo público conhecido e aceito no período eleitoral, através de suas propostas e projetos”.
Então, o marketing eleitoral não pode estar dissociado do marketing político, pois um complementa o outro, tanto no período pré-eleitoral quanto pós – a história do marketing político mostra que os grandes estrategistas alinham as duas ações buscando uma sinergia entre elas.


As Estratégias do Marketing político ou Marketing eleitoral
É interessante saber que as diferenças entre o marketing político e o marketing eleitoral impactam seriamente as estratégias adotadas nas duas situações. No caso do marketing político, o foco é o Branding, ou seja, a consolidação de uma marca seja ela pessoal como no caso dos detentores de cargos públicos ou institucional, como no caso de partidos e coligações.
E a grande diferença entre marketing político e marketing eleitoral está justamente ai. Como no marketing político o objetivo é o Branding, a verificação de sua eficácia é muito mais subjetiva ao passo que no marketing eleitoral existe uma “meta de conversão” muito clara: a eleição. No caso do marketing eleitoral, como o foco é única e exclusivamente a eleição de um candidato à meta de conversão é bem mais palpável e facilmente verificada. Por isso, o marketing eleitoral exige estratégias que sejam mais pautadas por métricas e KPls, quando é possível se constatar numericamente se as ações implementadas estão surtindo o efeito desejado ou não.













Fonte e Sítios Consultados


http://www.academiadomarketing.com.br

2 de agosto de 2016

Brasil 2016, qual o teu futuro?



Você já parou para pensar que há muitos anos atrás, quando os portugueses desembarcaram aqui no Brasil, eles logo começaram a desviar 20% dos proventos de tudo aqui do Brasil para Portugal. E hoje, em pleno século 21 o povo brasileiro continua vivendo com esse tipo de desvio da sua riqueza – só que agora não são mais os portugueses e nem mais só 20%, agora é algo superior a 40% (os mais de cinco meses de trabalho para pagar impostos).      

Talvez seja por isso que o brasileiro é um povo conhecido como aquele que deixa para fazer tudo na última hora e de improviso – e sempre contando com a ajuda de algum ‘esquema’ facilitador, porque assim ele terá menos trabalho. Cogitou-se a um tempo atrás, que se dissecássemos o povo brasileiro poderíamos descobrir uma ‘nova’ ramificação do “Homo sapiens”, seriam do tipo de “Homo sapiens estupidus”.





         Mas qual a razão deste comentário? Será que isso é verdade, em pleno século 21?  Bem, veremos alguns fatos do nosso cotidiano, os quais, continuamos assistindo calados:

·        Pobres - A maioria da população brasileira é humilde e com baixa instrução, logo, todos eles servem de marionete – por exemplo: nas regiões onde a seca impera no Brasil, quando chove, todos agradecem ao Padre Cícero ou a São Pedro pela chuva enviada. E quando não chove nem com essa ‘ajuda’ divina, qualquer político que perfurar um poço artesiano ‘em suas terras’ com verbas públicas e enviar ‘um ou dois’ caminhões pipas para que a população possa encher um ‘balde ou caneca’ com água para o dia todo - este será tratado como um santo homem!

·        Classe Média e Alta – Esses também são marionetes, só que estes acreditam ter o poder de ditar as regras. E qual a razão disso acontecer? Pelo fato deles pertencerem a um nível social superior, eles aceitam pagar altos impostos pelos seus carrões, pelos seus iates, pelos seus apartamentos e casas luxuosas - eles também acreditam que estão ganhando por pagarem um preço elevado pela gasolina especial, pelo alto valor do seu IPVA, IPTU, pela boa escola dos seus filhos e etc. – com isso, eles pensam em se manter no topo, mesmo que tenham que continuar aceitando tudo.

·        População de Eleitores – E quando acontece do povo inverter os valores e aceitar governos desonestos? – Pois é, aqueles mesmos que subtraem do seu povo os cinco meses trabalhados (isso é, quando o povo tem trabalho!) por ano para pagar uma das maiores cargas tributário do mundo e ainda fazem programas de assistencialismo ‘sem critério algum’ e com isso, acabam criando um vinculo eterno do povo com essas “bolsas”. Enquanto que a máquina estatal se reduz a cinzas – afinal, basta pesquisar na web essas palavras: segurança, saúde, qualidade-de-vida, educação e observar que sempre estamos na lista dos piores do mundo.
·        Política brasileira - Neste Brasil não existe discussão sobre projetos de leis, e quando acontece disso ocorrer, demora tanto tempo para essa Lei ser colocada em prática, que quando isso acontece, ela já se tornou retrograda. Vamos a um exemplo, se para afastar um Presidente da Câmara dos Deputados denunciado e ‘comprovado’ por evasão fiscal demora-se uns cinco meses, imagina quanto tempo irá demorar a prisão de políticos condenados por esquemas ilícitos?

Talvez a história possa explicar esse jeito do brasileiro. Vamos a uma rápida comparação com os pioneiros que imigraram para os Estados Unidos e Canadá – neste caso eles tinham outra mentalidade, já que eram influenciados pelo protestantismo e mais desvinculados com a ideia de retornar um dia para seus países de origem. O que não ocorreu aqui no Brasil, já que era comum encontrar imigrantes portugueses e espanhóis que logo após conquistarem boas condições financeiras e conseguirem comprar propriedades em seus países de origem, eles dividiam parte do seu tempo entre os dois países e assim que possível, partiam para sua pátria mãe – isso era uma situação bem diferente do imigrante irlandês, por exemplo, mesmo tendo enriquecido nos Estados Unidos, eles não queriam nem ouvir falar em regressar para a Irlanda.




Encerramos este com um pensamento realista sobre o futuro brasileiro - Dificilmente em um período menor que um século, o Brasil deixará de ser essa baderna que somos. Isso pelo fato de não existir uma força de vontade verdadeira de querer que isso aconteça. Ninguém quer de fato “ordem”, muitos dizem querer o “progresso”, e que ele venha de preferência de uma forma fácil – afinal é mais cômodo colocar fogo em pneus e interromper vias públicas do que discutir atitudes e ações civilizadas para alcançar os objetivos de todos. Os brasileiros em vez de se unirem para construir um ‘País’ bom para todos os brasileiros, não! Nós não estamos fazendo isso! Muito pelo contrário, esse mesmo povo brasileiro que é conhecido pela sua alegria, está se fragmentando em vários grupos que defendem só os seus pontos de vista e são totalmente rivais das opiniões contrárias, excluindo com isso a possibilidade de dialogo e de se chegar a um consenso.


30 de julho de 2016

Abordagem Contingencial da Administração, o que é isso?




O significado da palavra Contingência é algo como incerto ou eventual, que pode acontecer ou não. Considerando um aspecto mais amplo, a Abordagem Contingencial reforça que não se obtém a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única que seja melhor para organizar no sentido de alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado - vários estudos atuais sobre as organizações complexas nos conduzem até uma nova perspectiva teórica: a estrutura de uma organização e seu funcionamento depende da interface com o ambiente externo.

A mais evidente contribuição dos autores da abordagem contingencial se encontra na identificação das variáveis que produzem maior impacto sobre a organização, como ambiente e tecnologia, para então predizer as diferenças na estrutura e no funcionamento das organizações devidas às diferenças nestas variáveis.

A Abordagem Contingencial marcou uma nova etapa no estudo da Teoria Geral da Administração, assumindo uma abordagem eclética, comparando as demais teorias administrativas existentes à luz dessas variáveis, aplicando seus diversos princípios em cada situação distinta de cada organização.



Isso significa dizer que a Teoria da Contingência é um passo além da Teoria de Sistemas em Administração - a visão contingencial da organização e de sua administração sugere que uma organização é um sistema composto de subsistemas e delineado por limites identificáveis em relação ao seu supra sistema ambiental.



TEORIA DA CONTINGÊNCIA

                   A Teoria da Contingência surgiu a partir de uma série de pesquisas feitas para verificar os modelos de estruturas organizacionais mais eficazes em determinados tipos de indústrias. Os pesquisadores, cada qual isoladamente, procuraram confirmar se as organizações eficazes de determinados tipos de indústrias seguiam os pressupostos da Teoria Clássica, como a divisão do trabalho, a amplitude de controle, a hierarquia de autoridade etc. Os resultados surpreendentemente conduziram a uma nova concepção de organização: a estrutura de uma organização e o seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo. Em outros termos, não há uma única e melhor forma de organizar (the best way).

                   Foram apresentadas pelos autores da escola contingencial, duas variáveis principais que determinam toda a organização da empresa e os relacionamentos entre suas partes: o ambiente e a tecnologia.

·  Ambiente - Ambiente é tudo aquilo que envolve externamente uma organização (ou um sistema). É o contexto dentro do qual uma organização está inserida. Como a organização é um sistema aberto, ela mantém transações e intercâmbio com seu ambiente. Isto faz com que tudo o que ocorre externamente no ambiente passe a influenciar internamente o que ocorre na organização.

                   Como o ambiente é vasto, complexo, envolvendo tudo o mais ao redor da organização, ele pode ser analisado em dois segmentos:

o   Ambiente Geral: é o macro ambiente, ou seja, o ambiente genérico e comum a todas as organizações. O ambiente geral é constituído de um conjunto de condições semelhantes para todas as organizações. As principais dessas condições são:

*    Condições tecnológicas
*    Condições econômicas
*    Condições políticas
*    Condições legais
*    Condições demográficas
*    Condições ecológicas
*    Condições culturais

o   Ambiente de Tarefa: é o ambiente mais próximo e imediato de cada organização, é o segmento do ambiente geral do qual uma determinada organização extrai as suas entradas e deposita suas saídas. Esse ambiente tarefa é constituído por:

*    Fornecedores de entradas
*    Clientes ou usuários
*    Concorrentes
*    Entidades reguladoras

O grande problema com que as organizações atuais se defrontam é a incerteza - aliás, a incerteza sempre será um grande desafio para a Administração. Contudo, a incerteza não está no ambiente. A incerteza está na percepção e na interpretação das organizações e não na realidade ambiental percebida. Parece mais adequado falar-se em incerteza na organização, pois o mesmo ambiente pode ser percebido de maneiras diferentes por duas organizações.

·      Tecnologia - Sob um ponto de vista administrativo, consideraremos a tecnologia como algo que se desenvolve predominantemente nas organizações, em geral, e nas empresas, em particular, através de conhecimentos acumulados e desenvolvidos sobre o significado e execução de tarefas - know-how - e pelas suas manifestações físicas decorrentes - máquinas, equipamentos, instalações - constituindo um enorme complexo de técnicas usadas na transformação dos insumos recebidos pela empresa em resultados, isto é, em produtos e serviços. A tecnologia pode estar ou não incorporada a bens físicos. A tecnologia incorporada está contida em bens de capital, matérias-primas intermediárias e componentes etc. (hardware).  A tecnologia não incorporada encontra-se nas pessoas - como técnicos, peritos, especialistas, engenheiros, pesquisadores - sob formas de conhecimentos intelectuais ou operacionais, facilidade mental ou manual para executar as operações, ou em documentos que a registram e visa assegurar sua conservação e transmissão - como mapas, plantas, desenhos, projetos, patentes, relatórios (software).


Em suma, tecnologia é o conhecimento que pode ser utilizado para transformar elementos materiais em bens ou serviços, modificando sua natureza ou suas características. A tecnologia tem a propriedade de determinar a natureza da estrutura e do comportamento organizacional. Existe um forte impacto da tecnologia sobre a vida, natureza e funcionamento das organizações - a tecnologia, em nome do progresso, cria incentivos em todos os tipos de empresas, para levar os administradores a melhorarem cada vez mais a eficácia, mas sempre dentro do critério normativo de produzir eficiência.

Encerramos este post afirmando que a Abordagem Contingencial é eminentemente eclética, manifestando uma tendência a absorver os conceitos das diversas teorias administrativas - cada qual criticando as demais - no sentido de alargar os horizontes e mostrar que nada é absoluto. A tese central da abordagem contingencial é: Não há um método ou técnica geralmente válidos, ótimos ou ideais para todas as situações - o que existe é um leque com várias alternativas de métodos e técnicas que são proporcionadas pelas diversas teorias administrativas, o que significa dizer que algum desses métodos poderá ser apropriado para uma situação específica. A abordagem contingencial vem sendo aplicada em quase todos os campos da teoria administrativa com resultados animadores.











Fonte e Sítios Consultados

www.cin.ufpe.br



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