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Administração no Blog

Conteúdos Acadêmicos da Graduação em Administração e assuntos.

20 de janeiro de 2017

A Fictícia Honestidade do Povo Brasileiro


A Fictícia Honestidade do Povo Brasileiro

               Essa história começou em meio a uma discussão ‘acalorada’ nos últimos dias de 2013 – quando eu estava prestes a encerrar o curso de administração lá na Universidade – e o tema tratava sobre a necessidade de adotarmos uma nova mentalidade para lidar com esse século 21: o pensamento complexo. Mesmo sabendo das várias transformações que ainda estão vir - as quais irão exigir uma transição na forma de encararmos os problemas e de como as soluções devem ser geradas. Porém, uma coisa já nos consola, é o conhecimento de que a aplicação de soluções antigas para problemas novos não funcionaram muito bem ultimamente. Afinal, em muitas partes do planeta é possível perceber um grau significativo de incapacidade em resolver certos problemas como: crises econômicas, desastres ambientais e aqui no Brasil especificamente os muitos casos de corrupção, da disputa pelo controle das facções e etc. E isso nos leva a pensar que precisamos criar novas soluções para esses novos problemas e aprender a resolver os velhos problemas ainda sem solução, então, a proposta deste pensamento complexo é discutir sobre a desonestidade ou a falsa honestidade do brasileiro.

Nestes tempos de Operação Lava Jato é fato que muitos dos brasileiros que chamam os políticos de ladrões são os mesmos que furam as filas quando encontram um conhecido numa fila quilométrica, ou até aquele estudante que protesta de forma veemente contra o aumento da tarifa do transporte público é o mesmo que não irá devolver o troco que recebeu a mais na padaria do ‘seu Manuel’ da esquina da sua casa, ou ainda aqueles cidadãos que tanto reclamam dos ladrões da sua cidade são os mesmos que não alertam a outro cidadão que acabou de deixar a sua carteira cair no chão e, além disso, logo vão pegando essa carteira com os trocados daquele pobre cidadão desatento. Afinal, qual é a diferença entre estes tipos de pessoas e os de colarinho branco? Com certeza, não existem diferenças entre eles, absolutamente nenhuma. Todos fazem parte do mesmo grupo de pessoas que cometem atos corruptos e desonestos.


E o tal ‘jeitinho brasileiro’? Aquele que é um sinônimo para métodos ilegais na intensão de obter certos privilégios, a tal da corrupção. O brasileiro é um povo que se corrompe nos pequenos atos e em muitas ocasiões ele até sente certo orgulho em cometer pequenos delitos ou mini falcatruas – isso o faz sentir-se mais esperto que os outros, afinal, ele sempre gosta de levar vantagem em tudo, certo? Este é o tipo de pessoa que ocupa o lugar reservado a idosos/PNE nos transportes públicos fingindo dormir o trajeto todo, mas, milagrosamente despertam no seu ponto ou ainda aqueles espertalhões que se acham o máximo’ em utilizar um 'gatoNET' para assistir filmes/futebol sem pagar nada. Porém, o problema é que o brasileiro esperto, aquele que gosta de levar vantagem em tudo nunca irá admitir isso. Além de ser corrupto em sua essência, ele é hipócrita o suficiente para dizer que somente os outros, como os políticos, são os que comentem tais atos de corrupção.

Antigamente existiam os boêmios e os malandros, ainda hoje eles existem, porém eles mudaram suas roupas, seus estilos de músicas, mas na verdade muitos brasileiros ainda são ‘malandros’ que pensam que são espertos e sempre estão tentando levar a melhor sobre outros brasileiros. Sempre acusando, mas nunca gostando de ser acusado e isso é visível na Internet, os comentaristas de plantão criticam só pelo título das notícias. E isso acontece devido ao fato deles acreditarem que seus erros são extremamente justificáveis, que quando são eles que estão fazendo não é errado, no entanto, se qualquer outro faz exatamente o que este último fez, então está errado, é “desonesto”. E foi utilizando essa ‘desculpa deslavada’ de ser esperto em tudo que o povo brasileiro ganhou a exclusiva expressão: jeitinho brasileiro


É triste reconhecer como os brasileiros tratam quem é honesto neste país: na verdade, muitos dos ‘honestos’ são tachados de otários. Mesmo que existam poucas pessoas honestas de fato ou que pelo menos, elas não sejam vistas com tanta frequência nos noticiários. Outro dia encontrei uma carteira na rua quando levava minha filha ao colégio, entrei em contato com o dono da mesma e a devolvi. Esse fato aconteceu em frente a uma lanchonete a qual passo todas as manhãs, e percebi as pessoas me olhando com aquele olhar de ‘prá que isso’,  pra quê foi devolver a carteira com o dinheiro todo! Ah, se fosse eu, tinha ficado com tudo para mim! Finalizamos com a frase de um grande contista russoAnton TchekhovTodos nós sabemos o que é uma ação desonesta, mas o que é a honestidade, isso, ninguém sabe”.




13 de janeiro de 2017

Erros na produção de conteúdo, como evitá-los?







Seja por querer e mesmo sem querer, todos nós sofremos com o excesso de informação. E basta um clique, e já teremos aquele oceano de ideias explodindo em nossos olhos a nossa disposição, muitos dos quais não são realmente úteis para nós. Se parássemos para pensar, iríamos nos dar conta que num passado recente a informação era escassa, já hoje em dia, é o nosso tempo que passa por esta situação. Por isso, é preciso valorizar o nosso tempo de leitura.


Tratando deste assunto, é comum verificarmos erros na produção dos conteúdos de vários veículos de informação, sites, blogs e até mesmo dentro das corporações. Talvez alguns erros aconteçam pelo desconhecimento do público, o que leva os leitores a perder rapidamente o interesse pelo assunto em questão. Por isso, listamos alguns erros e soluções:


Exagerar na complexidade

É comum pensar que complexidade é sinônimo de sofisticação e inteligência, quando na verdade é justamente o contrário. Se você quer ser sofisticado e valorizar o tempo do leitor, experimente usar metáforas para ilustrar ideias abstratas ou histórias para explicar conceitos mais complicados. O grande segredo é simplificar a sua mensagem – mas só o suficiente para que os seus leitores entendam o conteúdo com um tempo menor de leitura.




Ser autocomplacente

Sempre a sinceridade: dependendo do seu nicho, é provável que os leitores não estejam tão interessados assim em você, nas suas histórias ou na sua vida. A função principal é inspirar e principalmente ajudar os leitores a obter algum conhecimento. Isso não significa que você não deve falar das suas experiências; pelo contrário, elas podem ajudar o leitor a se identificar com você e/ou o seu negócio e agregar valor e personalidade ao conteúdo. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar. Então, da próxima vez que você pensar em contar algo sobre sua vida, pergunte a si mesmo: O que o leitor poderá tirar de bom dessa história? Como ela pode ajudá-lo? Se a resposta não for boa o suficiente, é melhor pensar em algo diferente para dizer.


 Focar no tamanho do texto

Sabe aquelas pessoas que passam o tempo todo parando para contar o número de palavras ou de caracteres? Para muitas pessoas, conteúdo longo nem sempre é sinônimo de qualidade. Mais do que a quantidade de palavras, você precisa se preocupar com o que você quer comunicar. Imagine que você produziu um conteúdo que, para os seus padrões, é curto. Mas você conseguiu transmitir com clareza a sua mensagem? Se a resposta for positiva, não há necessidade de fazer o leitor perder tempo lendo algo que foi escrito só para aumentar o tamanho do texto. Isso me fez relembrar os tempos da Universidade, alguns colegas repetiam de sete a oito vezes a palavra individuo nas respostas das avaliações da disciplina de Sociologia.


Fazer encerramentos fracos

Um erro facilmente cometido. Imagine que você investiu muito tempo e pesquisa em um conteúdo. No final, você faz rapidamente uma conclusão, e está tudo acabado, certo?


Entretanto, uma conclusão sem graça é suficiente para fazer todo o seu trabalho ir por água abaixo e deixar os leitores com uma péssima impressão. Não desaponte seu público com uma conclusão fraca; o entusiasmo precisa estar em todo o texto, inclusive no final. Uma boa maneira de fazer isso é começar escrevendo a conclusão ou escrevê-la certo tempo depois de fazer o conteúdo.




Não saber para quem está escrevendo

Quando não sabemos exatamente para quem estamos escrevendo, escreve-se para todo mundo, e os conteúdos correm o risco de ficarem muito genéricos. E, nesse caso, acabaremos não falando para ninguém. Se você está passando por essa dificuldade, existem dois exercícios que podem ajudar. O primeiro – e mais importante – é definir a sua linha editorial. Assim, você delimita com mais clareza sobre o que e com quem vai falar.

O outro é imaginar que você está conversando com uma única pessoa. Isso ajudará a fazer com que o seu conteúdo fique mais pessoal e agrade mais ao leitor.


Não se importar mais com o assunto

Você não precisa estar apaixonado (mas, pelo menos muito interessado) pelo assunto sobre o qual vai falar. Se você parar de se importar, o que impedirá os leitores de fazer o mesmo? Conteúdos entediantes farão com que os leitores não tenham vontade de ler. Se, por outro lado, você deixa transparecer o seu entusiasmo, todos ficarão ainda mais interessados no assunto. Mas como fazer isso se você mesmo está se sentindo entediado? 

Bom, essas dicas podem ajudar:

- conversar com os clientes e descobrir como você pode ajudá-los.

- encontrar um bom vendedor e perguntar como ele venderia suas ideias.

- procurar um expert e aprender detalhes mais interessantes.

- explorar outros tópicos que possam ser relacionados ao seu.

- desafiar-se a escrever o melhor conteúdo de todos.

Lembre-se de escrever quando estiver entusiasmado, só assim o assunto será interessante para o seu público.




 Não mostrar sua personalidade

É possível que centenas ou até mesmo milhares de pessoas façam conteúdos sobre o mesmo assunto que você. Então, como se destacar nesse cenário? Por mais que as suas dicas sejam úteis, se você não compartilhá-las deixando sua personalidade transparecer, o seu conteúdo corre o sério risco de parecer idêntico ao dos outros.


Existem algumas maneiras simples de fazer isso:

faça novas abordagens.

apresente argumentos que sugerem uma abordagem diferente daquela que todos acreditam ser a correta.

compartilhe experiências pessoais.

mostre o seu senso de humor.

revele um pouco de quem você é para que o público se identifique com você.


Recapitulando

No final das contas, tudo é uma questão de equilíbrio. Não basta apenas saber quem é o público-alvo ou como deixar o conteúdo melhor. É preciso analisar o cenário completo para entregar um conteúdo objetivo, bem escrito, que revele um pouco da sua personalidade. E por fim, o mais importante nos conteúdos novos são as informações úteis e relevantes para o público-alvo. Assim, qualquer problema será superado naturalmente, e os leitores ficarão não apenas agradecidos, mas também ansiosos pelo próximo conteúdo.
















Fonte e Sítios Consultados


http://www.ignicaodigital.com.br



11 de janeiro de 2017

Controle dos Custos – Qual a sua importância?


Para que qualquer tipo de negócio obtenha sucesso é preciso que o gestor conheça bem o seu próprio negócio e que ele não abra mão de certos cuidados primordiais, como a Gestão dos Custos - isso porque administrar e controlar os custos gerados na produção e na comercialização de serviços e produtos proporciona ao gestor o conhecimento do quanto se foi investido e do valor a ser estipulado no preço final.
O fato é que esse domínio auxilia no planejamento, na tomada de decisões e no bom gerenciamento financeiro. Logo, quando a empresa realiza uma gestão de custos ineficiente, os valores estipulados podem não condizer com a realidade e acabam prejudicando as margens de lucro, o volume de vendas e até mesmo a sobrevivência da empresa.
É importante salientar que, embora esse assunto seja de grande importância, muitas empresas não aplicam o conceito de gestão de custos e deixam apenas no papel o que poderia ser a resposta para muitos problemas — e até mesmo para muitas oportunidades.

Vamos descobrir qual é a real importância de uma gestão de custos para o seu empreendimento!

O que é gestão de custos?
Todo empresário sonha em tornar seu negócio sólido e longínquo — e essa missão está diretamente atrelada à forma como a empresa é dirigida. Isso envolve gestão de negócios, gestão de custos e resultados, e outros pontos importantes, como o controle de estoque. Porém, antes de qualquer definição, é preciso deixar bem claro o que são os custos.
Basicamente, todos os investimentos que uma empresa precisa fazer para realizar as suas atividades — seja criar um produto ou oferecer um serviço — são chamados de custos. Nessa definição enquadram-se os insumos, a matéria-prima, a mão de obra, os equipamentos etc. Portanto, sem os valores que compõem esses recursos é impossível dar início ou continuidade às vendas.
Em geral, quando uma empresa quer aumentar a quantidade da produção, os custos também sofrem um aumento. Nesse sentido, a contabilidade de custos é a ferramenta que subsidia a gestão e se constitui como uma das fontes mais eficazes e eficientes de informação para o gestor. Afinal, conhecer melhor os custos é uma questão de sobrevivência no mercado.
Para fazer a gestão de custos, o ideal é que seja utilizada uma planilha de fluxo de caixa. Com essa ferramenta em mãos, gestores podem lançar entradas e saídas, verificar as contas a pagar, e, dessa forma, analisar como está à situação financeira da empresa e qual é a melhor forma de atingir os resultados esperados.

Quais são os objetivos da gestão de custos?
Como a formação do preço de venda do produto ou do serviço está diretamente atrelada à apuração dos custos e das despesas, o conhecimento e o domínio das técnicas de apuração de custos são fundamentais para uma gestão eficaz e eficiente. Diante disso, os principais objetivos da gestão de custos são:
  •  Fornecer informações sobre o rendimento e o desempenho de diversas atividades da empresa;
  •  Auxiliar no controle, planejamento e desenvolvimento das operações;
  • Fornecer informações que possam subsidiar a tomada de decisões.


Quais são os benefícios da gestão de custos?
A boa administração de qualquer empreendimento demanda muito mais do que aumentar a receita. A continuidade da conversão de vendas em receitas em longo prazo deve estar sempre aliada a uma correta gestão de custos, mesmo antes de aumentar as vendas — principalmente diante de um mercado cada vez mais competitivo.
Nesse sentido, o encarecimento de insumos, matérias-primas, mão de obra, custos fixos e outras variáveis pode afetar — e muito — o bom andamento de um empreendimento. Por isso, veja a seguir alguns dos benefícios que podem ser atrelados em uma boa gestão de custos. 

Diminuição dos riscos do negócio
Muitas empresas fecham suas portas pelo simples fato de não conhecerem a quantidade de custos e diminuírem a lucratividade. Por isso, se a empresa mantém em dia os registros dos seus custos, certamente saberá qual sua realidade financeira, uma vez que nem sempre um faturamento alto é sinônimo de negócio saudável.
É possível também fazer a empresa crescer continuamente sem sofrer os riscos de tentar alcançar um objetivo ainda inalcançável, pois, com uma análise correta da atual situação da empresa, os riscos são diminuídos, e as metas, alcançadas.



Precificação e competitividade
A precificação está atrelada ao mercado consumidor e às boas ofertas. Então, para diminuir os custos da produção, é preciso dar atenção aos custos variáveis, como insumos, comissões e mão de obra. Contudo, é preciso ainda ficar atento à qualidade, uma vez que, como sabemos diminuir a produção nem sempre garante aumento o da receita.
A gestão de custos também permite escolher o método ideal para fazer a precificação, evitando que a empresa tenha problemas futuros. Isso porque, muitas vezes, um método inadequado pode informar que o lucro será x, enquanto, na prática, o lucro real é y — ou seja, a empresa pode não ganhar o valor previsto.

Como detalhar os custos do negócio?
É preciso ter claramente estabelecido que os custos são divididos em 2 tipos:
·        Custos variáveis: todos os materiais e insumos, ou seja, tudo que é consumido para criar um produto ou prestar um serviço. Esse tipo de custo pode variar de acordo com a época ou outros fatores. Por exemplo, os impostos sobre mercadorias, época de safra e comissão de vendedores;

·             Custos fixos: gastos rotineiros, como os decorrentes de fornecedores, funcionários e pagamentos de contas. Em outras palavras, são todas as despesas mensais que a empresa precisa para funcionar, mesmo que não haja vendas.
Após o levantamento dos custos fixos e variáveis, é recomendado que se faça um registro de todos os gastos. Só assim é possível identificar os investimentos desnecessários e outros que mereçam maior atenção, como os que demandam um maior volume de vendas ou qualidade.
Outra opção que também pode surtir efeitos positivos é o estabelecimento de um calendário ou uma tabela de metas mensais, que pode auxiliar no controle de gastos fixos e variáveis.

O que é uma boa gestão de custos?
Sem dúvida, controlar os custos dos negócios é uma medida essencial para garantir a manutenção da saúde organizacional de uma empresa. E quanto é realizado de forma errônea, esse controle interfere diretamente nos resultados, implicando diretamente na queda da produtividade e do faturamento.
Um bom controle de custos está diretamente atrelado à disciplina. Se a equipe responsável pelo levantamento não tem a capacidade requerida para realizar as devidas análises constantes e os procedimentos financeiros necessários, provavelmente os resultados não serão os melhores — e, consequentemente, ficará mais difícil visualizar qual é o ponto que merece maior atenção do gestor quanto ao próprio gerenciamento dos custos.

Quais são os principais erros cometidos na gestão de custos?

Não saber o valor dos estoques
Muitos empreendedores se esquecem de que, assim como o caixa é responsável pelo fluxo de recursos, o estoque é o que origina todo o dinheiro necessário para a realização das atividades. Por isso, os produtos estocados devem sempre ser contabilizados, e a depreciação deve ser considerada na formação dos preços de venda, bem como nos resultados da companhia.
Nesse sentido, o controle de estoque poderá ser de grande auxílio, já que, dessa forma, será possível ter um controle de tudo o que há em estoque e do que precisa ser reposto. Quando não há esse tipo de controle, é muito comum as empresas terem perdas significativas de produtos, ou ainda deixarem de vender algo por estar em falta.


Não saber se a empresa está tendo lucro ou prejuízo
Em alguns casos, a rotina operacional veda os olhos de muitos empreendedores, que acabam se esquecendo de calcular o retorno que o negócio está tendo financeiramente. E essa informação é imprescindível para saber como anda a saúde da empresa, e se é possível realizar novos investimentos.
É importante, portanto, que o controle de fluxo de caixa seja feito corretamente; assim é possível alinhar as entradas do caixa com a gestão de custos que a empresa teve em determinado período.

Não calcular o custo e o preço de venda dos produtos e serviços
Saber o custo para fazer um produto ou prestar um serviço está sendo inferior ao preço de venda, é hora de rever e calcular onde está o erro, uma vez que isso pode levar o negócio à falência. É preciso, no mínimo, que o custo de produção seja igual àquele utilizado para produzi-lo ou prestá-lo.

Falta de investimentos em tecnologia
Para que a gestão de custo seja feita de maneira adequada e que os cálculos sejam feitos corretamente, o gestor pode (e deve) contar com a ajuda da tecnologia. Isso porque a administração feita de maneira tradicional já não é mais viável, já que, além de fazer com que você perca tempo anotando, conferindo e contando todos os dados, ela não é confiável o suficiente.
Portanto, apostar em ferramentas tecnológicas, como os  sistemas de gestão, é a melhor alternativa. Isso vai acelerar todo o procedimento, já que será necessário apenas lançar os dados e conferir os resultados. E esses softwares são armazenados de forma segura, garantindo que todos os seus dados fiquem bem protegidos.
Agora você pode entender como a gestão de custos é realmente importante para que o seu negócio cresça saudável; contudo, além disso, você também precisa saber qual é a situação atual do seu negócio. Então, aproveite para ler mais sobre o assunto e aprenda a analisar melhor a saúde financeira da sua empresa!


O que é gestão de custos?
Todo empresário sonha em tornar seu negócio sólido e longínquo, e essa missão está atrelada à forma como os custos e os resultados são geridos. Antes de qualquer definição, é preciso deixar bem claro o que são custos. Todo investimento que uma empresa precisa fazer para realizar suas atividades — seja criar um produto ou oferecer um serviço — é chamado de custo.
Enquadram-se nessa definição insumos, matéria-prima, mão de obra etc. Sem os valores que compõe esses recursos, é impossível dar início ou continuidade às vendas. Em geral, quando uma empresa quer aumentar a quantidade produzida, os custos também sofrem um aumento.
A contabilidade de custos é a ferramenta que subsidia a gestão e se constitui como uma das fontes mais eficazes e eficientes de informação para o gestor. Conhecer melhor os custos é uma questão de sobrevivência. Para fazer a gestão de custos, o ideal é que seja utilizada uma planilha de fluxo de caixa. Com essa ferramenta em mãos, gestores podem lançar entradas e saídas, verificar as contas a pagar e, dessa forma, analisar como a situação financeira da empresa está e qual é a melhor forma de atingir o resultado esperado.

Quais são os objetivos da gestão de custos?
O conhecimento e o domínio das técnicas de apuração de custos são fundamentais para uma gestão eficaz e eficiente. Isso porque a formação do preço de venda do produto ou do serviço está diretamente atrelada à apuração dos custos e das despesas. Os principais objetivos da gestão de custos são:
· Fornecer informações sobre o rendimento e o desempenho de diversas atividades da empresa;
· Auxiliar no controle, planejamento e desenvolvimento das operações;
·      Fornecer informações que possam subsidiar a tomada de decisões.


Quais são os benefícios da gestão de custos?
A boa administração de qualquer empreendimento demanda muito mais do que aumentar a receita. A continuidade da conversão de vendas em receitas em longo prazo deve estar aliada a uma correta gestão de custos, mesmo antes de aumentar as vendas — principalmente diante de um mercado cada vez mais competitivo.
O encarecimento de insumos, matérias-primas, mão de obra, custos fixos e variáveis pode afetar — e muito — o bom andamento do empreendimento.

Veja  alguns  benefícios  que  podem  ser 
atrelados  a  uma  boa  gestão  de  custos: 

·   Diminuição dos riscos do negócio: se a empresa mantém em dia os registros dos seus custos, certamente saberá qual sua realidade financeira, uma vez que nem sempre um faturamento alto é sinônimo de negócio saudável. Muitas empresas fecham suas portas pelo simples fato de não conhecerem a quantidade de custos e diminuírem a lucratividade;
·       Precificação e competitividade: a precificação está atrelada ao mercado consumidor e às boas ofertas. Para diminuir os custos da produção, é preciso dar atenção aos custos variáveis, como insumos, comissões e mão de obra. Contudo, é preciso ficar atento à qualidade, uma vez que diminuir a produção nem sempre indica aumentar a receita.


Como detalhar os custos do negócio?
É preciso ter claramente estabelecido que os custos se dividem em 2 tipos:
·   Custos variáveis: enquadram-se nos custos variáveis todos os materiais e insumos, ou seja, tudo que é consumido para criar um produto ou prestar um serviço. Por exemplo, os impostos sobre mercadorias e comissão de vendedores;
· Custos fixos: enquadram-se aqueles gastos rotineiros, como fornecedores, funcionários e pagamento de contas. Em outras palavras, são todas as despesas mensais que a empresa precisa para funcionar, mesmo que não haja vendas.
Após o levantamento dos custos fixos e variáveis, é recomendado que se faça um registro de todos os gastos. Só assim é possível identificar os investimentos desnecessários e outros que mereçam maior atenção, como é o caso daqueles que demandam um maior volume de vendas ou maior qualidade. Outra opção que pode surtir efeitos positivos é o estabelecimento de um calendário ou uma tabela de metas mensais, que pode auxiliar no controle de gastos fixos e variáveis.


O que é uma boa gestão de custos?
Sem dúvida, controlar os custos dos negócios é uma medida necessária para garantir a manutenção da saúde organizacional. Quando ele é realizado de forma errônea, os resultados da empresa acabam sendo interferidos, implicando diretamente na queda da produtividade e do faturamento.
Um bom controle de custos está diretamente atrelado à disciplina. Se a equipe responsável pelo levantamento não tem a capacidade requerida para realizar as devidas análises constantes e os procedimentos financeiros necessários, provavelmente os resultados não serão dos melhores — e, consequentemente, ficará difícil visualizar qual é o ponto que merece maior atenção do gestor quanto ao gerenciamento dos custos.

Quais são  os  principais  erros 
 cometidos na  gestão  de  custos?

Não saber o valor dos estoques
Muitos empreendedores esquecem que assim como o caixa é responsável pelo fluxo de recursos, o estoque é aquilo que origina todo o dinheiro necessário para a realização das atividades. Os produtos estocados devem ser contabilizados, e a depreciação deve ser considerada na formação dos preços de venda, bem como nos resultados da companhia.

Não saber se a empresa está tendo lucro ou prejuízo
A rotina operacional, em muitos casos, veda os olhos de muitos empreendedores, que acabam se esquecendo de calcular o retorno que o negócio está tendo financeiramente. Essa informação é imprescindível para saber como anda a saúde da empresa e se é possível realizar novos investimentos.

Não calcular o custo e o preço de venda dos produtos e serviços
Quando o custo para fazer um produto ou prestar um serviço estiver sendo inferior ao preço de venda, é hora de rever e calcular onde está o erro, uma vez que isso pode levar o negócio à falência. É preciso que, no mínimo, o custo de produção seja igual àquele utilizado para produzi-lo ou prestá-lo.








Fonte e Sítios Consultados

http://www.artsoftsistemas.com.br



10 de janeiro de 2017

Fundamentos de Excelencia




Antes de iniciarmos esse tema sobre fundamentos de excelência é necessário reforçar que as organizações são sistemas vivos, integrantes de ecossistemas complexos, com os quais interagem e dos quais dependem - a excelência em uma organização depende, fundamentalmente, de sua capacidade de perseguir seus propósitos em completa harmonia com seu ecossistema.

Também é importante saber que toda empresa possui um modelo de Gestão, se bem que algumas possuem modelos mais avançados e proativos, outras possuem um modelo mais reativo, enquanto que algumas outras demonstram grande nível de padronização. O que realmente importa é que as empresas precisam definir uma sistemática para gerenciar seus processos - isso significa dizer que as empresas que não o fazem estão fadadas ao fracasso.

Contudo é comum encontrar algumas empresas que apresentam melhores resultados que outras e ainda têm que apresentam o comportamento de classe mundial ‘se destacando perante’ outras empresas no mundo todo. Nessa hora cabe fazer esta pergunta: O que essas empresas fazem para obterem tanto sucesso?

Para tentar responder a estas questões, alguns organismos internacionais de Gestão da Qualidade avaliaram grandes empresas do mundo e identificaram os fatores que definem uma empresa de classe mundial. As organizações consideradas como referenciais de excelência em nível internacional são aquelas que têm prosperado e alcançado a liderança internacional em suas respectivas áreas de atuação e que são exemplos reconhecidos de atuação em harmonia com o meio ambiente e integração com a sociedade - daí surgiram os Fundamentos da Excelência presentes no MEG (Modelo de Excelência de Gestão) desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade (FQN).

Esse é o Modelo que concentra as melhores práticas de gestão observadas no mundo, os quais são revisados anualmente, e adotam o princípio do PDCA (melhoria contínua), com aprendizado a cada ciclo (PDCL).

Todas as empresas que adotaram essa abordagem alcançaram melhorias em seus processos e resultados, pois a ênfase está na forma de se usar as técnicas de gestão e qualidade com a qual elas são realizadas - Outro ponto importante é considerar que este não é um método prescritivo (como a receita de um bolo), e sim uma ‘auto avaliação’ que possibilita fazer um diagnóstico preciso dos pontos e áreas onde ocorrem “possibilidades de melhoria”, respeitando-se a individualidade e particularidade de cada empresa e de cada negócio.




Conheça estes fundamentos:

·        Pensamento sistêmico: Este fundamento consiste em entender os relacionamentos interdependentes entre os diversos componentes da empresa e também entre a empresa e o ambiente externo. As empresas que pensam de forma sistêmica não apresentam as disputas insalubres entre as áreas e as pessoas; não existem ‘muros’ entre os departamentos e todos têm a consciência de que são apenas um elo em toda a cadeia produtiva e fazem parte de uma organização cujo objetivo é atender ao cliente.

·        Aprendizado organizacional: É a busca em alcançar um novo patamar de conhecimento para a empresa através da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências. Uma empresa que adota este fundamento é uma empresa viva, uma empresa criativa, que se renova e que se adapta rapidamente às novas condições do mercado.

·        Cultura da inovação: Encontramos aqui a promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias que possam gerar um diferencial competitivo para a empresa. As empresas inovadoras estão à frente do mercado atendendo às necessidades do cliente de forma mais rápida e surpreendente. Pessoas que têm suas ideias e sugestões aceitas e que têm liberdade para inovar em seu trabalho são mais motivadas do que aquelas que são engolidas pela rotina e não podem mudar nada em suas atividades.

·        Liderança e constância de propósitos: É a atuação de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, à promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas. Empresas que apresentam este fundamento possuem líderes capazes de obter o máximo desempenho das pessoas.

·        Orientação por processos e informações: Trata-se da compreensão e segmentação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo que as tomada de decisões e a execução de ações devem ter como base a medição e a análise do desempenho levando em consideração as informações disponíveis e incluindo os riscos identificados. Adotar este fundamento significa enxergar a empresa como uma coleção de processos interligados e interdependentes com um propósito comum, além de tomar decisões com base em fatos e dados aumentando a probabilidade de uma decisão mais acertada.

·        Visão de futuro: A importância de saber onde se deseja chegar e ter o conhecimento e a compreensão dos fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo, em curtos e longos prazos, visando sua perenidade. Empresas que adotam tal fundamento percebem que as coisas que acontecem hoje têm impacto no futuro da organização e compreendem que fatores podem influenciar na permanência da empresa no mercado através dos anos.

·        Geração de valor: Este fundamento é o alcance de resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas. Empresas que adotam este fundamento sempre objetivam agregar valor para todos: sócios, funcionários, clientes, sociedade etc.

·        Valorização das pessoas: Estabelecendo relações com as pessoas, criando condições para que elas se realizem profissionalmente e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, desenvolvimento de competências e espaço para empreender. A valorização das pessoas cria um ambiente favorável para a inovação e para o crescimento sustentado da empresa através de pessoas motivadas e comprometidas com a excelência.

·        Conhecimento sobre o cliente e o mercado: Este é muito importante para o sucesso, já que ele consiste em conhecer e compreender o cliente e o mercado visando à criação de valor de forma sustentada para o cliente e, consequentemente, gerando maior competitividade nos mercados. As empresas que conhecem bem seus clientes e seu mercado são capazes de se antecipar às mudanças e de oferecer produtos de maior valor agregado a seus clientes gerando fidelização.

·        Desenvolvimento de parcerias: Aqui encontramos o desenvolvimento de atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para ambas às partes. Nenhuma empresa sobrevive sozinha, nenhuma empresa possui o estado-da-arte em todas as partes do processo produtivo. A criação de parcerias é uma forma de obter o máximo potencial dos envolvidos gerando benefícios para todos.

·        Responsabilidade social: Este consiste na atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos culturais e ambientais para gerações futuras; respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização. Este fundamento está fortemente relacionado com a visão de futuro. As empresas responsáveis socialmente percebem que estão inseridas em um ambiente e que só conseguirão se perenizar se o ambiente permanecer favorável.



Estrutura do MEG®

A representação do MEG da FNQ organiza os seus oito Critérios de forma sistêmica, evidenciando o seu caráter interdependente e complementar, visando à geração de resultados – e de acordo com o MEG, a organização pode ser considerada como um sistema orgânico, adaptável ao ambiente externo. Os vários elementos do Modelo encontram-se imersos num ambiente de informação e conhecimento, e relacionam-se de forma harmônica e integrada, voltados para a geração de resultados.


Estes fundamentos foram ‘traduzidos’ nos oito Critérios da Excelência:

·       Liderança
·       Estratégias e Planos
·       Clientes
·       Sociedade
·       Informações e Conhecimento
·       Pessoas
·       Processos
·       Resultados


É certo que os onze Fundamentos da Excelência expressam conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho encontrados em organizações líderes de classe mundial, que buscam constantemente se aperfeiçoar e se adaptar às mudanças globais.

A sua leitura permite ao administrador tomar conhecimento do estado da arte em conceitos que devem ser seguidos por todas as empresas de qualquer tamanho, de qualquer segmento, público ou privado, incluindo as Organizações Não Governamentais - tais fundamentos da excelência são desdobrados em critérios de excelência.

Os critérios de excelência por sua vez são compostos por questões que abordam os processos gerenciais e devem ser respondidas pela empresa segundo o diagrama de gestão - essas respostas permitem a empresa identificar as lacunas da sua gestão frente aos principais conceitos reconhecidos internacionalmente.

Na sequência a empresa elabora as Ações de Melhorias e as implanta se tornando mais produtiva e competitiva em níveis internacionais – e é importante ressaltar que a implantação do Modelo de Excelência na Gestão® deve partir da incorporação dos Fundamentos da Excelência pela organização e, depois disso, do uso das práticas para atender aos critérios.


Acompanhe essa síntese das demandas de cada critério de excelência.

LIDERANÇA – Esse é o momento de examinar a governança da organização, incluindo aspectos relativos à transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Também examina como é exercida a liderança, incluindo temas como o controle dos padrões de trabalho e aprendizado. O critério aborda a análise do desempenho da organização enfatizando a comparação com o de outras organizações e o atendimento aos requisitos das partes interessadas.

ESTRATÉGIAS E PLANOS - Este critério examina o processo de formulação das estratégias, enfatizando a análise do mercado de atuação e do macro ambiente. Também examina o processo de implementação das estratégias, incluindo a definição de indicadores, o desdobramento das metas e planos para as áreas da organização e o acompanhamento dos ambientes internos e externos.

CLIENTES – Analisamos como a organização segmenta o mercado e como identifica e trata as necessidades e expectativas dos clientes e dos mercados; divulga seus produtos e marcas; e estreita seu relacionamento com os clientes. Também examina como a organização avalia a satisfação e insatisfação dos clientes.

SOCIEDADE - Este critério examina o cumprimento da responsabilidade socioambiental pela organização, destacando ações voltadas para o desenvolvimento sustentável. Também examina como a organização promove o desenvolvimento social, incluindo a realização ou apoio a projetos sociais ou voltados para o desenvolvimento nacional, regional, local ou setorial.

INFORMAÇÕES E CONHECIMENTO – Aqui investigaremos a gestão das informações, incluindo a obtenção de Informações comparativas pertinentes. Também examinaremos como a organização Identifica, desenvolve, mantém e protege os seus ativos intangíveis.

 PESSOAS – Neste momento são examinados os sistemas de trabalho da organização, incluindo a organização do trabalho, os processos relativos à seleção e contratação de pessoas, assim como o estímulo ao desempenho de pessoas. Também examina os processos relativos à capacitação e desenvolvimento das pessoas e como a organização promove a construção do ambiente propício à qualidade de vida das pessoas, interna e externamente ao ambiente de trabalho.

PROCESSOS - Este critério examina como a organização identifica, gerencia, analisa e melhora os processos principais do negócio e os processos de apoio. Também examina como a organização gerencia o processo de relacionamento com os fornecedores e conduz a gestão dos processos econômico-financeiros, visando à sustentabilidade econômica do negócio.

RESULTADOS – Esse é o momento de analisar os resultados relevantes da organização, abrangendo os econômico-financeiros e os relativos aos clientes e mercados, sociedade, pessoas, processos principais do negócio e de apoio, assim como os relativos ao relacionamento com fornecedores.








Fonte e Sítios Consultados

http://www.novosolhos.com.br





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