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Administração no Blog

Conteúdos Acadêmicos da Graduação em Administração e assuntos.

18 de fevereiro de 2017

O Mundo do Século 21 e suas Transformações


        
         Com a ajuda do Livro Império, dos autores Michael Hardt e Antonio Negri tentaremos evoluir neste tema, afinal, essa obra teve a ambição de falar sobre as transformações que o mundo vem passando nesse inicio de século – o que chama a atenção é a sua originalidade, afinal existe uma síntese jamais tentada entre elementos do marxismo, pós-modernismo e liberalismo. Talvez o que torne essa obra mais instigante seja o fato dela atentar para os temas importantes para o conhecimento da sociedade e a ação política no mundo de hoje, levantando pistas interessantes para várias discussões. Mas também por sua ingenuidade: como a forma que as categorias “impérioo” e “multidãoo” (que vertebram o livro) foram apresentadas - para um texto que pretende dialogar com a tradição intelectual da esquerda, tão singela que em uma primeira leitura chega a desnortear. E por suas enormes consequências políticas: uma atuação a partir dos parâmetros por ela estabelecidos se situa em um terreno onde grande parte do que consideramos eficácia na prática política perde sentido.

Existe uma desorientação que só aumenta ao passo que é possível perceber as formas muito diferenciadas como, para além da intenção de seus autores, se dá a recepção da obra, isso porque ela pode variar do reforço da passividade pós-moderna a uma recolocação na ordem do dia da questão da dominação imperial (e para os incautos, identificada com o imperialismo norte-americano, em oposição direta ao que Hardt e Nedri afirmam).


É importante salientar que a ideia central trata sobre essa nova época histórica que vivemos, a qual é caracterizada pelo domínio do império, “a substância política que, de fato, regula essas permutas globais, o poder supremo que governa o mundoo”. A soberania dos Estados-nações tem gradualmente diminuído; “a soberania tomou uma nova forma, composta de uma série de organismos nacionais e supranacionais, unidos por uma lógica ou regra única. Esta nova forma global de economia é o que chamamos de Impérioo”.



Os autores dizem com todas as letras que, “os Estados Unidos não são, e nenhum outro Estado-nação poderia ser, o centro de um novo projeto imperialista. O impe­ria­­lismo acabouu”. E ele estaria sendo substituído por um novo ordenamento que “não estabelece um centro territorial de poder, nem se baseia em fronteiras ou barreiras fixas. É um aparelho descentralizado e ‘desterritorializado’ do geral que incorpora gradualmente o mundo inteiro dentro de suas fronteiras abertas e em expansão. O Império administra entidades híbridas, hierarquias flexíveis e permutas plurais por meio de estruturas de comando reguladoras. As distintas cores nacionais do mapa imperialista se uniram e mesclaram, num arco-íris imperial globall”. Em consequência, as “divisões espaciais dos três mundos (Primeiro, Segundo e Terceiro) ficaram tão misturadas que a qualquer momento nos deparamos com o Primeiro Mundo no Terceiro, o Terceiro no Primeiro, e o Segundo, a bem dizer, em parte algumaa”.

É importante perceber que grande parte deste livro constitui o rechaço de qualquer papel para ‘o Estado-nação’ no mundo pós-moderno em que viveríamos e a afirmação da nova soberania imperial. Nenhum Estado nacional, nem mesmo os Estados Unidos, teria enquanto nação um lugar ao sol no novo sistema. A existência de uma hierarquia mundial de poder político que tem como local de expressão os Estados nacionais perde totalmente sentido na análise de Hardt e Negri.



O contraponto do império é a multidão. “O poder imperial já não pode resolver o conflito de forças sociais pelo esquema mediador que substitui os termos do conflito. Os conflitos sociais que constituem o político confrontam-se diretamente, sem qualquer espécie de mediação. Esta é a principal novidade da situação imperial. O Império cria um potencial maior de revolução do que os regimes modernos de poder, porque nos apresenta, juntamente com a máquina de comando, uma alternativa: o conjunto de todos os explorados e subjugados, uma multidão que se opõe diretamente ao Império, sem mediadoress”.




É impressionante como a ideia de multidão está pouco desenvolvida em Império, merecendo destaque apenas no capítulo final, onde é introduzida e debatida à luz de Santo Agostinho. Apesar disso, os autores apontam algumas demandas da multidão: uma cidadania global, o direito a um salário social, o direito à ‘reapropriação’ (ingenuamente referido à constituição dos Estados Unidos) e a posse, isto é, sua constituição como sujeito político.

O poder constituinte: Ensaio sobre as alternativas da modernidade, de Antonio Negri é, em boa medida, a fundamentação conceitual de Império. Neste livro de 1992, encontramos uma genealogia da multidão como “sujeito absoluto da potênciaa”. Negri procura recuperar – de Maquiavel, passando pelos ideólogos radicais das revoluções inglesa, norte-americana e francesa, até chegar ao marxismo – o que para Hanna Arendt é a capacidade permanente de fundação ou criatividade dos processos revolucionários. É aí que começa a ficar mais clara a fundamentação teórica do pensamento de Negri na tríade Maquiavel, Espinosa e Marx, em uma articulação conceitual onde o social é diretamente político. Isso fica evidente na obra de alguns seguidores do pensador italiano, As multidões e o império: Entre a globalização da guerra e a universalização dos direitos (Rio de Janeiro, DP&A, 2002), organizada por Giuseppe Cocco e Graciela Hopstein.

Mas Negri – como antes Althusser, Della Volpi, Colletti e Cerroni – reconstrói um Marx sem dialética e por isso mesmo incapaz de reconhecer a teia de mediações que constroem um percurso do social ao político e do político ao social. Como o que Negri busca é justamente apresentar toda ideia de soberania como um aparato transcendental de domesticação da multidão, o que ele faz, em O poder constituinte, é uma fenomenologia da potência constituinte da multidão, da mesma forma que Império empreende a fenomenologia da dominação imperial. Mas depois de 450 páginas de discussão da filosofia política moderna, ficamos com a sensação de que a irrupção do poder constituinte na história (e, portanto da multidão) é um processo metafísico. Ele parece inapreensível por um sistema de categorias mais refinado.



    Ora, vale destacar que a emergência de um sujeito ‘anti-sistêmico’ construído ao longo de um processo cumulativo de lutas, bem como a redefinição da hierarquia de poder entre os Estados nacionais, sempre compreendendo um centro e uma periferia - são temas que estão no coração das reflexões dos teóricos do sistema mundial. E que foram também publicados recentemente livros importantes desta escola. Após o liberalismo: Em busca da reconstrução do mundo é a primeira obra de fôlego que sai no Brasil daquele que podemos considerar o inspirador desta concepção, Imma­nuel Wallerstein. Uma importante pesquisa coletiva coordenada por Giovanni Arrighi, junto com Beverly Silver, Caos e governabilidade no moderno sistema mundial desenvolve e atualiza as teses deste autor, já apresentadas em O longo século XX e A ilusão do desenvolvimento - e esta abordagem veio sendo aprofundada entre nós nos livros recentes de José Luís Fiori, principalmente no que ele organizou com Carlos Medeiros, Polarização mundial e crescimento (Petrópolis, Vozes, 2001).

É possível que essas obras venham a enriquecer os debates sobre as distintas explicações teóricas fundamentais para as profundas transformações pelas quais o mundo vem passando nessas últimas duas décadas.











Fonte e Sítios Consultados

http://novo.fpabramo.org.br 


  

17 de fevereiro de 2017

O Sucesso e o seu preço




          Os brasileiros cada vez mais estão sentindo a necessidade de possuir um negocio próprio, alguns encaram isso como um sonho, outros como um desejo pessoal, outros por aptidão mesmo e outros encaram como um desafio de vida. Porém, podem existem diversos outros motivos capazes de justificar esse interesse pela atividade empresarial. Os mais frequentes são: desejo de liberdade, vontade de ganhar mais dinheiro, necessidade de realização profissional, falta de oportunidade de trabalho e até o preenchimento de tempo livre.




Mesmo com todo esse interesse pela atividade empresarial, as estatísticas mostram um quadro pouco  otimista: aproximadamente 80%  das pequenas empresas fecham suas portas em até dois anos após a sua abertura. Diversas pesquisas têm sido realizadas para explicar as causas desse percentual tão elevado de insucesso. Todas elas apresentam as mesmas conclusões, mostrando que os principais motivos do problema estão centrados no empreendedor.

É verdade que o índice de mortalidade de empresas também é elevado nos Estados Unidos, embora menores que os do Brasil. Na Europa ocidental, este índice já é bem mais reduzido porque os governos não permitem que se abra uma pequena empresa sem antes fazer um curso de iniciação empresarial. O desemprego aqui no Brasil sempre foi um fator decisivo e responsável por levar muitos ex-funcionários a se tornarem empresários, e isso acontece com mais frequência quando funcionários de empresas aderem a programas de demissão voluntária para investirem todo o seu dinheiro recebido na rescisão contratual em um negócio próprio. Algum tempo depois, muitas dessas pessoas veem esse dinheiro evaporar num negócio fracassado e depois estes empresários fracassados voltam a procurar emprego.

No mundo dos negócios todos sabem que a atividade empresarial se caracteriza pela incerteza. Já no mercado financeiro sem risco, a taxa histórica de retorno real em longo prazo é de 6% ao ano. Uma empresa bem sucedida em qualquer lugar do mundo remunera o capital nela investido em 15% ao ano. Estes nove pontos percentuais a mais esperados para a atividade empresarial é um bom prêmio e é justificado pelo grande risco empresarial. Porém, para conquistar esse prêmio o empresário necessita atender a alguns requisitos básicos do negócio, como: vocação para a atividade empresarial, liderança, criatividade, inovação, capacidade de alinhar-se com as novas tecnologias, tolerância ao risco e capacidade administrativa representada pela habilidade para organizar, planejar, controlar e dirigir o negócio.




Um fator muito importante no negócio é o Planejamento, já que ele tem como objetivo reduzir a incerteza do negócio, porém ele nunca conseguirá eliminá-la totalmente. Agora, com um planejamento adequado o empresário pode evitar decisões com erros previsíveis, por outro lado, sem o planejamento muitos negócios já nascem fadados ao fracasso, independente de qualquer imprevisto. O improviso e o empirismo não são mais aceitos nos dias de hoje. Por menor que seja o negócio, as funções gerenciais básicas de planejamento, organização e controle devem ser realizadas com eficácia. É uma situação bem diferente daquela enfrentada pelos empreendedores pioneiros, quando a simples iniciativa de abrir um negócio já lhes garantia clientes e lucros.

Se fizéssemos uma analogia com o futebol, poderíamos dizer que numa pequena empresa, o dono precisa saber jogar nas onze posições. É um quadro bem diferente da grande empresa, onde seus titulares não precisam entender de tudo já que podem contratar profissionais e delegar poderes para que executem as tarefas necessárias ao bom desempenho da empresa. É muito comum encontrar nas pequenas empresas ou microempresas a divisão do trabalho entre dois sócios, mas nem sempre isso ajuda, afinal, em muitos casos eles não têm um conhecimento completo das principais funções da empresa (operação, produção, vendas, compras, finanças e pessoal).

Sabemos que o Brasil é um país com uma grande população e ainda têm muitos degraus para subir no quesito desenvolvimento, mas, mesmo com esses entraves este país oferece um amplo leque de oportunidades para os vários tipos de negócios que estão surgindo neste século 21. Este potencial econômico só é encontrado atualmente em poucos países e, por este motivo, isso provoca um crescente interesse dos capitais internacionais em investir em nosso país. Isto significa maior concorrência e, portanto, maior necessidade de preparo por parte dos empresários brasileiros.

Do ponto de vista socioeconômico, as pequenas empresas têm uma grande importância, tendo em vista que elas geram a maioria dos empregos no país. Só este fato já seria um motivo suficiente para que elas tivessem, como ocorre nos países desenvolvidos, um maior apoio por parte do governo. O apoio tributário hoje existente ainda é insuficiente na medida em que grande parcela do setor de serviços, grande absorvedor de mão de obra, se encontra fora do Super Simples. O crédito, na maioria dos casos, ainda tem um custo muito alto. Uma forma de apoio eficaz seria a criação de um extenso programa de capacitação a gerencia de microempresas, começando ainda nos bancos escolares.

Mesmo com as crises políticas/moral/econômicas que vivem assolando o nosso país, no cômputo geral, as perspectivas para quem abre um negócio no Brasil são bastante promissoras, principalmente para quem seguir dois mandamentos básicos:

- Utilizar o mínimo de capital de terceiros, pelo menos enquanto as taxas de juros reais dos financiamentos estiverem elevadas.  Tudo indica que o atual quadro de juros altos da maioria das operações de crédito se manterá.

- Fazer um investimento prévio de tempo e dinheiro em sua capacitação empresarial.


A verdade é que os prêmios reservados para quem seguir os preceitos vistos aqui neste artigo podem ser bastante compensadores, mas o final dessa história só você será capaz de escrever.


Fonte e Sítios Consultados



10 de fevereiro de 2017

Causas da Violência no Brasil de 2017




O Brasil do ano de 2017 vive uma crescente onda de violência que assola todas as camadas da sociedade, vamos expor a partir de agora, os fatores responsáveis para o desencadeamento de toda essa onda de violência - é importante frisar que não se trata de alguns casos isolados de violência, muito pelo contrário, este problema social já é uma realidade por todas as regiões do Brasil há muito tempo.

Para iniciarmos neste tema é importante salientar que toda forma de violência se manifesta por meio do abuso da força, da tirania e da opressão. A violência pode ocorrer do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer.

Existem diversas formas de violência, tais como:
·                   Guerras,
·                   Conflitos étnico-religiosos,
·                   Banditismo,
·                   Conflitos de torcidas organizadas e etc.

A história do Brasil relata a existência da violência como dominação:
·                   Escravidão dos índios,
·                   Escravidão africana,
·                   Colonização mercantilista,
·                   Coronelismo,
·                   Oligarquias antes e depois da independência.


 Podemos somar tudo isso a um controle do Estado que é caracterizado pelo seu autoritarismo burocrático que só contribuí para o aumento da violência e como podemos perceber atualmente, e isso insiste em atravessar a história do Brasil.
Sabemos que existem diversos fatores históricos que colaboram para o aumento da violência no Brasil - tais como a urbanização acelerada e descontrolada, que trouxeram um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e isso por si só, contribuiu para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. E estes fatores ajudaram diretamente no aumento da violência devido às fortes aspirações de consumo, que em grande parte são frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho devido à má formação educacional da população brasileira desde a sua base.

Agora, é preciso mencionar que os poderes públicos Brasileiros estão se mostrando incapazes de enfrentar essa calamidade social, afinal, muitos dos representantes políticos da sociedade brasileira deste ano de 2017 estão mais interessados em salvar as suas próprias peles, já que muitos desses senhores respeitáveis são investigados por atos de “corrupção”,  e essa tal de corrupção se tornou uma das piores chagas brasileiras e está diretamente ligada com toda essa onda de violência. Por exemplo, os inúmeros casos de violência durante a greve da Polícia Militar no Estado do Espirito Santo - crise essa que em apenas sete (7) dias deixou 121 mortos, isso porque desde o início dessa crise a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp-ES) deixou de divulgar o número total de homicídios.

O fato é que os atos de corrupção nas máquinas públicas brasileiras, ‘os quais assistimos’ todos os dias só ajudam a aumentar toda essa onda de revolta e violência social, e isso se deve ao fato de que “elas são faces da mesma moeda”.

As causas da violência podem ser associadas, em parte, aos problemas sociais brasileiros, como:
·                 Miséria,
·                 Fome,
·                 Lentidão da Justiça, impunidade,
·                 Educação de baixa qualidade,
·                 Precariedade do sistema de Saúde Pública,
·                 Desemprego e outros.

Sabemos que nem todos os tipos de criminalidade derivam exclusivamente das condições econômicas, além disso, um Estado ineficiente que não tem um programa de políticas públicas eficaz só contribuiu e muito, para aumentar a sensação de injustiça e de impunidade, e talvez, seja essa uma das principais causas da violência que estamos vivenciando nos dias atuais.




Ø Onda de Desrespeito

         A sociedade brasileira convive com um grande problema: o desrespeito coletivo. E esse desrespeito social acontece a todo instante, vejam:

·         Desrespeito em filas de supermercados,
·         Despeito à faixa de travessia de pedestres,
·         Nos acessos aos transportes públicos,
·         Desrespeito às leis de trânsito e muitos outros.

Podemos fazer uma listagem infindável onde a educação é necessária para que exista um bom convívio social, mas muitos brasileiros não sabem disso, por exemplo: dar a preferência a quem tem o direito, o respeito às pessoas idosas ou qualquer outra situação que necessite do uso da boa educação ou simplesmente fazer um ato de gentileza. E para quem ainda não percebeu, é o desrespeito a principal “ação errada”, que antecede a violência. O desrespeito é uma consequência das injustiças, afrontamentos e desentendimentos, sejam sociais, econômicos, de relacionamentos conjugais, etc.

Encerramos este com os piores problemas brasileiros do século 21 apontados, nesta ordem, pela opinião pública: Corrupção, drogas, violência e impostos elevados.










Fonte e Sítios Consultados
http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2016/02/8-problemas-extremamente-graves-do-brasil-na-opiniao-dos-brasileiros/

1 de fevereiro de 2017

Tendências de Marketing para 2017




         Os empresários precisam saber que antes de pensar em utilizar ferramentas e técnicas de marketing no seu negócio, é preciso que eles adquiram um profundo conhecimento dos seus clientes. Para isso é importante ter acesso a pesquisas para descobrir o perfil dos contratantes, os diferenciais e as vantagens - assim como as suas redes sociais preferidas e  os temas de interesse. Com esse conhecimento é só se preparar e partir para as conquistas!

      Principais tendências de marketing para 2017



SEO - As técnicas de Search Engine Optimization continuam em alta. Então, invista nisso e prepare o site da sua empresa para que possa ser mais facilmente localizado nos mecanismos de busca.

Blog - Uma das principais estratégicas para melhorar o posicionamento da sua marca no Google é a geração de conteúdos em blog. Então, agregue um blog ao seu site, se ainda não tiver, e passe a compartilhar dicas, orientações e outras informações de interesse dos seus clientes. Lembre-se de fazer o SEO no blog também.
  

Webinars - Assim como participar de feiras e eventos aproxima as marcas de seus clientes e potenciais contratantes, invista em webinars com temas de interesse, alinhados ao seu negócio. Você pode tirar dúvidas sobre determinado assunto, pode dar uma palestra ao vivo e até convidar outros especialistas para uma jornada específica sobre o tema da sua empresa.
*Webinar é um tipo de ‘web conferência’ no qual a comunicação é de uma via apenas, ou seja, somente uma pessoa se expressa e as outras assistem. A interação entre os participantes é limitada apenas ao chat, de modo que eles podem conversar entre si ou enviar perguntas ao palestrante.

Redes sociais - O crescimento das redes sociais continua em alta, principalmente com a utilização de vídeos. Então, prepare um planejamento para estar nas redes sociais que atinjam os seus clientes, pelo menos duas ou três vezes por semana. Fale sobre o seu negócio, tendências, curiosidades, dicas etc.


Ads - Os anúncios nas redes sociais e no Google terão ainda mais destaque nesse ano, pois permitem falar diretamente com o perfil de pessoas que você quer atingir, monitorar resultados e fazer alterações nas companhas sempre que quiser, para melhor a conversão.

Marketing de conteúdo - O inbound marketing virá com mais força ainda em 2017, pois já comprovou os seus resultados para atrair e fidelizar clientes, com ganhos comerciais. É uma das principais estratégias de marketing para conversão de vendas e baseia-se na entrega de conteúdos para o público-alvo do seu negócio, educação dessas pessoas sobre o seu segmento e diferenciais, convencimento das vantagens da sua marca, relacionamento com o cliente, venda e fidelização.
*Inbound marketing ou marketing de atração é uma forma de publicidade on-line na qual uma empresa se promove através de blogs, podcasts, vídeo, eBooks, newsletters, whitepapers, SEO e outras formas de marketing de conteúdo.

Landingpages - É uma das principais estratégias para capturar e-mails de pessoas interessadas em receber determinado conteúdo. Você pode divulgar um e-book ou até um vídeo e um artigo por meio dessa página, em que a pessoa terá de deixar um e-mail, que você usará para nutrir esse potencial cliente com novas informações do seu negócio.
*Landing Pages são páginas criadas com foco na conversão. É uma das melhores estratégias para transformar visitantes em Leads e captar informações valiosas


Uso de persona - Conheça o seu cliente em detalhes e construa o perfil exato dele (mais conhecido como persona ou avatar), para elaborar campanhas específicas de marketing e comunicação, feitas sob medida para essas pessoas.



Gatilhos mentais - Inclua gatilhos mentais nas suas diferentes plataformas de comunicação. Entre os que mais convertem estão os de “História” (conte a sua história, as motivações da sua empresa, momentos de desafio e superação, inspiração do empreendedor etc.), “Autoridade” (invista em assessoria de imprensa para ter matérias sobre a sua empresa e mostrar que é especialista e referência) e “Prova Social” (use depoimentos de clientes para destacar como estão fidelizados e que recomendam a sua marca).


Networking - O networking organizado via grupos online e até encontros e eventos presenciais, é uma forte tendência para esse ano. É um espaço para empresas se conectarem, conseguirem recomendações, aprenderem com outros empreendedores e ampliarem os seus canais de vendas e de divulgação.

Fonte e Sítios Consultados
http://exame.abril.com.br/pme


20 de janeiro de 2017

A Fictícia Honestidade do Povo Brasileiro


A Fictícia Honestidade do Povo Brasileiro

               Essa história começou em meio a uma discussão ‘acalorada’ nos últimos dias de 2013 – quando eu estava prestes a encerrar o curso de administração lá na Universidade – e o tema tratava sobre a necessidade de adotarmos uma nova mentalidade para lidar com esse século 21: o pensamento complexo. Mesmo sabendo das várias transformações que ainda estão vir - as quais irão exigir uma transição na forma de encararmos os problemas e de como as soluções devem ser geradas. Porém, uma coisa já nos consola, é o conhecimento de que a aplicação de soluções antigas para problemas novos não funcionaram muito bem ultimamente. Afinal, em muitas partes do planeta é possível perceber um grau significativo de incapacidade em resolver certos problemas como: crises econômicas, desastres ambientais e aqui no Brasil especificamente os muitos casos de corrupção, da disputa pelo controle das facções e etc. E isso nos leva a pensar que precisamos criar novas soluções para esses novos problemas e aprender a resolver os velhos problemas ainda sem solução, então, a proposta deste pensamento complexo é discutir sobre a desonestidade ou a falsa honestidade do brasileiro.

Nestes tempos de Operação Lava Jato é fato que muitos dos brasileiros que chamam os políticos de ladrões são os mesmos que furam as filas quando encontram um conhecido numa fila quilométrica, ou até aquele estudante que protesta de forma veemente contra o aumento da tarifa do transporte público é o mesmo que não irá devolver o troco que recebeu a mais na padaria do ‘seu Manuel’ da esquina da sua casa, ou ainda aqueles cidadãos que tanto reclamam dos ladrões da sua cidade são os mesmos que não alertam a outro cidadão que acabou de deixar a sua carteira cair no chão e, além disso, logo vão pegando essa carteira com os trocados daquele pobre cidadão desatento. Afinal, qual é a diferença entre estes tipos de pessoas e os de colarinho branco? Com certeza, não existem diferenças entre eles, absolutamente nenhuma. Todos fazem parte do mesmo grupo de pessoas que cometem atos corruptos e desonestos.


E o tal ‘jeitinho brasileiro’? Aquele que é um sinônimo para métodos ilegais na intensão de obter certos privilégios, a tal da corrupção. O brasileiro é um povo que se corrompe nos pequenos atos e em muitas ocasiões ele até sente certo orgulho em cometer pequenos delitos ou mini falcatruas – isso o faz sentir-se mais esperto que os outros, afinal, ele sempre gosta de levar vantagem em tudo, certo? Este é o tipo de pessoa que ocupa o lugar reservado a idosos/PNE nos transportes públicos fingindo dormir o trajeto todo, mas, milagrosamente despertam no seu ponto ou ainda aqueles espertalhões que se acham o máximo’ em utilizar um 'gatoNET' para assistir filmes/futebol sem pagar nada. Porém, o problema é que o brasileiro esperto, aquele que gosta de levar vantagem em tudo nunca irá admitir isso. Além de ser corrupto em sua essência, ele é hipócrita o suficiente para dizer que somente os outros, como os políticos, são os que comentem tais atos de corrupção.

Antigamente existiam os boêmios e os malandros, ainda hoje eles existem, porém eles mudaram suas roupas, seus estilos de músicas, mas na verdade muitos brasileiros ainda são ‘malandros’ que pensam que são espertos e sempre estão tentando levar a melhor sobre outros brasileiros. Sempre acusando, mas nunca gostando de ser acusado e isso é visível na Internet, os comentaristas de plantão criticam só pelo título das notícias. E isso acontece devido ao fato deles acreditarem que seus erros são extremamente justificáveis, que quando são eles que estão fazendo não é errado, no entanto, se qualquer outro faz exatamente o que este último fez, então está errado, é “desonesto”. E foi utilizando essa ‘desculpa deslavada’ de ser esperto em tudo que o povo brasileiro ganhou a exclusiva expressão: jeitinho brasileiro


É triste reconhecer como os brasileiros tratam quem é honesto neste país: na verdade, muitos dos ‘honestos’ são tachados de otários. Mesmo que existam poucas pessoas honestas de fato ou que pelo menos, elas não sejam vistas com tanta frequência nos noticiários. Outro dia encontrei uma carteira na rua quando levava minha filha ao colégio, entrei em contato com o dono da mesma e a devolvi. Esse fato aconteceu em frente a uma lanchonete a qual passo todas as manhãs, e percebi as pessoas me olhando com aquele olhar de ‘prá que isso’,  pra quê foi devolver a carteira com o dinheiro todo! Ah, se fosse eu, tinha ficado com tudo para mim! Finalizamos com a frase de um grande contista russoAnton TchekhovTodos nós sabemos o que é uma ação desonesta, mas o que é a honestidade, isso, ninguém sabe”.




13 de janeiro de 2017

Erros na produção de conteúdo, como evitá-los?







Seja por querer e mesmo sem querer, todos nós sofremos com o excesso de informação. E basta um clique, e já teremos aquele oceano de ideias explodindo em nossos olhos a nossa disposição, muitos dos quais não são realmente úteis para nós. Se parássemos para pensar, iríamos nos dar conta que num passado recente a informação era escassa, já hoje em dia, é o nosso tempo que passa por esta situação. Por isso, é preciso valorizar o nosso tempo de leitura.


Tratando deste assunto, é comum verificarmos erros na produção dos conteúdos de vários veículos de informação, sites, blogs e até mesmo dentro das corporações. Talvez alguns erros aconteçam pelo desconhecimento do público, o que leva os leitores a perder rapidamente o interesse pelo assunto em questão. Por isso, listamos alguns erros e soluções:


Exagerar na complexidade

É comum pensar que complexidade é sinônimo de sofisticação e inteligência, quando na verdade é justamente o contrário. Se você quer ser sofisticado e valorizar o tempo do leitor, experimente usar metáforas para ilustrar ideias abstratas ou histórias para explicar conceitos mais complicados. O grande segredo é simplificar a sua mensagem – mas só o suficiente para que os seus leitores entendam o conteúdo com um tempo menor de leitura.




Ser autocomplacente

Sempre a sinceridade: dependendo do seu nicho, é provável que os leitores não estejam tão interessados assim em você, nas suas histórias ou na sua vida. A função principal é inspirar e principalmente ajudar os leitores a obter algum conhecimento. Isso não significa que você não deve falar das suas experiências; pelo contrário, elas podem ajudar o leitor a se identificar com você e/ou o seu negócio e agregar valor e personalidade ao conteúdo. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar. Então, da próxima vez que você pensar em contar algo sobre sua vida, pergunte a si mesmo: O que o leitor poderá tirar de bom dessa história? Como ela pode ajudá-lo? Se a resposta não for boa o suficiente, é melhor pensar em algo diferente para dizer.


 Focar no tamanho do texto

Sabe aquelas pessoas que passam o tempo todo parando para contar o número de palavras ou de caracteres? Para muitas pessoas, conteúdo longo nem sempre é sinônimo de qualidade. Mais do que a quantidade de palavras, você precisa se preocupar com o que você quer comunicar. Imagine que você produziu um conteúdo que, para os seus padrões, é curto. Mas você conseguiu transmitir com clareza a sua mensagem? Se a resposta for positiva, não há necessidade de fazer o leitor perder tempo lendo algo que foi escrito só para aumentar o tamanho do texto. Isso me fez relembrar os tempos da Universidade, alguns colegas repetiam de sete a oito vezes a palavra individuo nas respostas das avaliações da disciplina de Sociologia.


Fazer encerramentos fracos

Um erro facilmente cometido. Imagine que você investiu muito tempo e pesquisa em um conteúdo. No final, você faz rapidamente uma conclusão, e está tudo acabado, certo?


Entretanto, uma conclusão sem graça é suficiente para fazer todo o seu trabalho ir por água abaixo e deixar os leitores com uma péssima impressão. Não desaponte seu público com uma conclusão fraca; o entusiasmo precisa estar em todo o texto, inclusive no final. Uma boa maneira de fazer isso é começar escrevendo a conclusão ou escrevê-la certo tempo depois de fazer o conteúdo.




Não saber para quem está escrevendo

Quando não sabemos exatamente para quem estamos escrevendo, escreve-se para todo mundo, e os conteúdos correm o risco de ficarem muito genéricos. E, nesse caso, acabaremos não falando para ninguém. Se você está passando por essa dificuldade, existem dois exercícios que podem ajudar. O primeiro – e mais importante – é definir a sua linha editorial. Assim, você delimita com mais clareza sobre o que e com quem vai falar.

O outro é imaginar que você está conversando com uma única pessoa. Isso ajudará a fazer com que o seu conteúdo fique mais pessoal e agrade mais ao leitor.


Não se importar mais com o assunto

Você não precisa estar apaixonado (mas, pelo menos muito interessado) pelo assunto sobre o qual vai falar. Se você parar de se importar, o que impedirá os leitores de fazer o mesmo? Conteúdos entediantes farão com que os leitores não tenham vontade de ler. Se, por outro lado, você deixa transparecer o seu entusiasmo, todos ficarão ainda mais interessados no assunto. Mas como fazer isso se você mesmo está se sentindo entediado? 

Bom, essas dicas podem ajudar:

- conversar com os clientes e descobrir como você pode ajudá-los.

- encontrar um bom vendedor e perguntar como ele venderia suas ideias.

- procurar um expert e aprender detalhes mais interessantes.

- explorar outros tópicos que possam ser relacionados ao seu.

- desafiar-se a escrever o melhor conteúdo de todos.

Lembre-se de escrever quando estiver entusiasmado, só assim o assunto será interessante para o seu público.




 Não mostrar sua personalidade

É possível que centenas ou até mesmo milhares de pessoas façam conteúdos sobre o mesmo assunto que você. Então, como se destacar nesse cenário? Por mais que as suas dicas sejam úteis, se você não compartilhá-las deixando sua personalidade transparecer, o seu conteúdo corre o sério risco de parecer idêntico ao dos outros.


Existem algumas maneiras simples de fazer isso:

faça novas abordagens.

apresente argumentos que sugerem uma abordagem diferente daquela que todos acreditam ser a correta.

compartilhe experiências pessoais.

mostre o seu senso de humor.

revele um pouco de quem você é para que o público se identifique com você.


Recapitulando

No final das contas, tudo é uma questão de equilíbrio. Não basta apenas saber quem é o público-alvo ou como deixar o conteúdo melhor. É preciso analisar o cenário completo para entregar um conteúdo objetivo, bem escrito, que revele um pouco da sua personalidade. E por fim, o mais importante nos conteúdos novos são as informações úteis e relevantes para o público-alvo. Assim, qualquer problema será superado naturalmente, e os leitores ficarão não apenas agradecidos, mas também ansiosos pelo próximo conteúdo.
















Fonte e Sítios Consultados


http://www.ignicaodigital.com.br



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