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Administração no Blog

Conteúdos da Graduação em Administração e assuntos atuais.

19 de junho de 2017

Negociação - o que é preciso saber...





        Você conhece ‘bem’ os seus limites em uma negociação? Até onde podemos ir para obter sucesso em um processo de negociação?

Existe uma grande diferença entre  negociar e pechinchar - muitos confundem e acabam dando nomes errados aos bois. A primeira diferença está na semântica das palavras,  pechinchar é uma ação  e negociar é um processo. Pechinchar é muito simples e a grande maioria das pessoas faz isso em algum dia de suas vidas, já negociar é um processo mais complexo, a negociação exige planejamento, estratégia, técnica, persuasão e relacionamento entre as pessoas.

Os limites são os extremos até onde podemos chegar negociando, eles podem ser limites financeiros ou de interesses. O limite financeiro deve ser definido pelos dois lados da negociação, ou seja, quem deseja vender algo, por exemplo, deve estabelecer o limite mínimo onde pode chegar sem que a venda lhe cause uma insatisfação no fechamento do negócio, por outro lado, o limite máximo deve ser estabelecido pela parte que deseja comprar, o que corresponde ao valor máximo que está disposto a pagar sem prejuízo dos seus interesses ou mesmo que fique insatisfeito com o resultado da negociação.





Outro fato importante durante uma negociação é saber que quando pechinchamos estamos abrindo mão de tudo, com o único objetivo de obter um desconto em produto ou serviço. Por outro lado, espera-se muito mais do que um simples desconto em um processo de negociação bem conduzido, as pessoas precisam se preocupar com o outro lado, com os relacionamentos de longo prazo, com a parceria, com a qualidade do produto ou serviço, com os prazos de entrega, garantias, continuidade de fornecimento, transferência de tecnologia e claro, custos mais baixos – mas, notem que custos mais baixos nem sempre significam preços menores.

Os limites de interesses são mais difíceis de serem estabelecidos, pois são abstratos ou intangíveis, difíceis de serem quantificados ou valorizados. Quase sempre os limites de interesses variam conforme o “calor” da negociação ou intensidade do desejo de alcançar um objetivo. Podemos dar como exemplo as negociações que ocorrem entre sindicatos de trabalhadores e sindicatos patronais. Quais seriam, por exemplo, os verdadeiros interesses dos sindicatos dos trabalhadores: reajustes de salários acima da inflação, estabilidade do emprego ou participação nos lucros? Seja ele qual for, o importante é estabelecer um desses interesses como limite, ou seja, escolher um interesse como o mais importante e, do qual não se pode abrir mão e deixar os demais como “interesses” negociáveis, aqueles que poderão ser cedidos em troca do limite, é bem provável que com este foco as negociações se tornarão mais produtivas.

Mas o preço pode ser um objetivo em uma negociação? Sim e é bastante comum de acontecer, mas em um processo de negociação usa-se a barganha para negociar preços, que ao contrário da pechincha, pressupõem trocas, que podem ser sucessivas, onde um lado cede algo para conseguir em troca algo que lhe interesse e que irá ajuda-lo a alcançar o objetivo final.





O importante em relação aos limites das partes é o sigilo, não é aconselhável revelar o seu limite à pessoa com quem se está negociando, quando isto acontece você acaba por transferir o poder da negociação para a outra parte e dificilmente você conseguirá direcionar a negociação para um resultado favorável a você. Podemos citar como exemplo a compra de um automóvel, quando você diz ao vendedor que pode pagar X, ele provavelmente o “forçará” a pagar mais do que o X, oferecendo um financiamento ou outra “facilidade” para que você feche o negócio, pois você já demonstrou interesse e ansiedade em adquirir o bem no momento da revelação do seu limite.

Importante:

Identificar o seu limite e tentar descobrir o limite do outro são atividades que devem ser realizadas na fase da preparação da negociação, preferencialmente antes de qualquer confronto com a outra parte. O seu limite deve ser definido com base no seu interesse e na sua disposição em ceder para consegui-lo. O limite da outra parte você pode tentar descobrir através de uma pesquisa, mas mesmo assim poderá ser uma informação imprecisa, por isso, também é muito importante na fase da preparação que você estabeleça alternativas à negociação caso o processo não caminhe da forma como planejou.

Portanto, existe uma grande diferença entre negociar e pechinchar, negociação é um processo nobre que demanda tempo e que utiliza estratégia, com o intuito de atingir um objetivo pré-estabelecido, focando sempre os interesses das partes. Pode-se considerar que o resultado uma vez alcançado, foi fruto de argumentos estrategicamente bem construídos, os quais permitiram ao negociador chegar ao final da negociação com a certeza e a segurança de que o negócio é sustentável e foi muito bem realizado. Porém, é bom lembrar que nem sempre, em um processo de negociação, todas as partes saem satisfeitas, por isso é importante construirmos alternativas à negociação, mas este será assunto em outra postagem.

  

Nota: Lembre-se sempre da importância de saber o seu limite e elaborar estratégias para atingir os seus interesses, afinal, isso lhe trará mais confiança no processo de negociação e aumentará as suas chances de sucesso.









Fonte e Sítios Consultados

http://csconsultoriaetreinamento.com.br




10 de junho de 2017

Cérebros Corruptos - saiba como eles funcionam




Na neurociência o senso de certo e errado é orientado pelas funções fisiológicas, embora ele também possa ser ‘modelado’ desde a infância a partir de exemplos e punições. É levando em conta esses fatores que os cientistas tentam entender o funcionamento do cérebro dos ‘classificados sociopatas. Estima-se que 4% no mundo apresente esse tipo de desvio de conduta, não sentindo culpa ou remorso por praticar tais atitudes ilícitas, muito pelo contrário, eles até sentem-se gratificados por isso. Esse é um exemplo clássico num comportamento corrupto. Para muitas pessoas o ato de trapacear, roubar, subornar ou tirar proveito de uma situação sem se importar que isso venha a prejudicar outras pessoas é uma atitude altamente reprovável, pelo menos para a grande maioria dos seres humanos. Contudo, existe quem as considere perfeitamente aceitáveis. Segundo os neurocientistas, as diferenças entre os julgamentos morais podem ser consequência de alterações ou lesões cerebrais, mas na maioria das vezes são estabelecidas com base nas experiências vividas na primeira infância. De acordo com o neurologista da faculdade de Medicina da Pontifícia Univer­­sidade Católica do Rio Grande do Sul, os comportamentos antissociais são resultado de três fatores: vulnerabilidade do cérebro, oportunidade e impunidade. E isso é totalmente contrário ao que sabemos sobre os humanos, afinal o ser humano possui um sentido natural e fisiológico de justiça que permeia as suas ações sociais e quando esse sistema é violado, ocorrem reações e emoções de segunda classe, como o nojo - quando ele é respeitado nos sentimos bem. Já nos casos de sociopatia, quando isso acontece esses indivíduos sentem-se gratificados com o ilícito cometido, eles fazem isso sem culpa ou remorso, é o que defende o neurocientista diretor do Instituto do Cérebro da PUC-RS. Isso cria a possibilidade de que talvez esse comportamento possa ser aplicado aos comportamentos corruptos.



Para entendermos a origem do mecanismo que colocou a corrupção no mesmo compartimento cerebral da dependência química é preciso olhar para trás, para o início da evolução humana, quando o homem ainda lutava com feras para sobreviver, e conhecer como isso moldou o cérebro. Para dar conta dos perigos, circuitos associados à busca por comida ou à rapidez na fuga fortaleceram-se. Neles, também eram processadas estratégias que garantissem a sobrevivência de modo mais fácil. Trapacear para ficar com a melhor parte da caça, por exemplo. Nessas mesmas áreas, abriga-se ainda o sistema de recompensa. É onde funciona a máquina que nos faz procurar prazer. Ele pode advir de ações diversas, incluindo do consumo de droga, da compra ou da sensação de ganhar dinheiro. Se for sem muito esforço, então, melhor ainda. Quanto mais o indivíduo se expõe a esses estímulos, mais o cérebro os associa a algo bom. Cria-se um ciclo em que a ação resulta em recompensa e a recompensa pede mais ação. Segundo o neurologista André Palmini, chefe do Serviço de Neurologia do Hospital São Lucas, da PUC-RS “A vontade se torna um hábito e o hábito reforça a vontade” - as transgressões sem punição vão ampliando as fronteiras no cérebro, deixando a periferia e acabam se incorporando a ele. E isso pode até ser comparado a uma dependência química e essas fronteiras começam a se abrir desde a infância. Depois que o cérebro aprende que ser corrupto é normal, fica muito difícil mudar.

Sabe-se que essas são regiões alimentadas pelo instinto e pelas emoções e não é por outra razão que reúnem o que se conhece como cérebro primitivo. O que diferencia a arquitetura cerebral humana da apresentada pelos animais é que, ao longo da evolução, o homem desenvolveu outra área igualmente importante, destinada a funcionar como um filtro do que é processado usando como base apenas os sentimentos. No córtex frontal, as reações primárias são submetidas a um juízo crítico e moral formado segundo as regras civilizatórias vigentes. Lá são moduladas por variáveis como o que é certo ou errado ou as consequências que podem surgir. Nos corruptos, assim como em quem mata para roubar, esse filtro não funciona. Por isso, eles são movidos pelo impulso, pela procura do próprio prazer e pela inconsequência. “São psicopatas”, afirma o neurologista professor da Universidade Federal de Minas, “Eles mostram-se insensíveis aos males que causam”.



Segundo a neurobiologia, para conter o desejo de corromper seria necessário que as engrenagens do córtex pré-frontal funcionassem de forma mais atuante. A maneira com que operam tem a ver com a genética, mas também com o ambiente. Isso quer dizer que uma sociedade menos tolerante à corrupção e meios eficazes de punição servem como moduladores importantes no fortalecimento desses filtros. “Se as pessoas aprendem que corromper não leva a consequências negativas e não é moralmente errado, o córtex não tentará inibir o comportamento”, explica o professor de Psicologia da University of Southern Califórnia, nos Estados Unidos.

O SER HUMANO É MOVIDO POR

• Por uma imposição da evolução, o ser humano criou mecanismos para buscar vantagens e sobreviver. Ter mais comida e melhor abrigo favorecem suas chances de viver.

• Um dos primeiros circuitos cerebrais desenvolvidos está associado a essas questões básicas. Também está relacionado à busca de prazer, processado no sistema de recompensa.

• Quanto mais o indivíduo se expõe a algo que lhe dá prazer, mais ativa o circuito. Ganhar vantagens por meio da corrupção pode ser um estímulo.

• Aos poucos, as sinapses (troca de informação entre os neurônios) nessa rede ficam mais numerosas e intensas. A vontade se torna um hábito e o hábito reforça a vontade.


Outros estudos mostram que alterações funcionais no cérebro, especialmente no lobo frontal, levam a comportamentos psicopatas. Esses indivíduos têm prejuízo da crítica social, ou seja, para eles é natural, normal cometer um ato ilícito, que pode ser desde suborno a um crime violento.

·        A pessoa com esse tipo de disfunção não pensa duas vezes, e tem certo prazer em enganar a outra, se acha mais esperta elas não sofrem com dilemas morais.




É possível afirmar que indivíduos com certos danos no lobo frontal julgam comportamentos que para pessoas normais são considerados como antissocial, incluindo a corrupção e até mesmo o assassinato, como moralmente permissíveis. Há ainda uma percentagem de pessoas sem lesões aparentes nessa parte do cérebro que age de forma semelhante. É quase certo que elas apresentam anormalidades subjacentes, e isso pode ser causado por defeito genético, condições ambientais, uso de drogas e estresse. Muitas pessoas têm ideia de que os psicopatas são essencialmente assassinos e violentos, mas eles podem ser políticos, empresários, qualquer um que tente enriquecer por meio de corrupção.

Os cientistas suspeitam que o comportamento corrupto possa ser causado por uma interação entre oportunidade, vulnerabilidade causada por características anatômicas e/ou funcionais do cérebro ainda misteriosas, e pela impunidade – eles pretendem investigar até que ponto os cérebros com alguma diferença atuam de forma diversa em certas situações.












Fonte e Sítios Consultados

http://brasil.elpais.com/brasil

http://istoe.com.br

https://www.scoopnest.com


5 de junho de 2017

Tipos de inteligência - descubra o seu!



Foi o psicólogo norte-americano Howard Gardner quem desenvolveu a teoria das inteligências múltiplas – esses estudos defendem que a inteligência humana (o cérebro humano) possui oito tipos de inteligência. Porém, a maioria das pessoas desenvolvem uma ou duas inteligências e isso explica porque um indivíduo é muito bom com cálculos matemáticos, porém não tem grande habilidade com expressão artística. De acordo com este psicólogo, são raríssimos os casos em que uma pessoa possui diversas inteligências desenvolvidas. Gardner ainda afirma que estas inteligências apresentam-se de duas formas - algumas pessoas já nascem com determinadas inteligências, ou seja, a genética contribui. Porém, as experiências vividas também contribuem para o desenvolvimento de determinadas inteligências. 

Além disso, os estímulos e o ambiente social são importantes no desenvolvimento de determinadas inteligências. Se uma pessoa, por exemplo, nasce com uma inteligência musical, porém as condições ambientais (escola, família, região onde mora) não oferecem estímulos para o desenvolvimento das capacidades musicais, dificilmente este indivíduo será um músico. Vamos conhecer os oito perfis definidos pela Teoria das Múltiplas Inteligências e com isso, tentar identificar qual a nossa.


- Vamos conhecer esses tipos de inteligencia


LÓGICO-MATEMÁTICA - é voltada para conclusões baseadas em dados numéricos e na razão. As pessoas com esta inteligência possuem facilidade em explicar as coisas utilizando-se de fórmulas e números. Costumam fazer contas de cabeça rapidamente, ou seja, é uma habilidade para desenvolver equações, resolver cálculos e resolver problemas abstratos. Sua manifestação é uma das que as pessoas consideram como “inteligência tradicional” – especialmente na escola. Ela é típica de quem manda bem em contas, em lógica e em estratégia.




·    Hobbies indicados: quebra-cabeça, xadrez, videogame, computadores, desvendar mistérios.
· Carreiras indicadas: ciências, computação, direito, engenharia, matemática, medicina.
·  Representantes desse tipo: Albert Einstein, Isaac Newton, Stephen Hawkin, Mark Zuckerberg.


 LINGUÍSTICA - tem capacidade elevada de utilizar a língua para comunicação e expressão. Os indivíduos com esta inteligência desenvolvida são ótimos oradores e comunicadores, além de possuírem grande capacidade de aprendizado de idiomas, ou seja, são pessoas que têm muita facilidade para lidar com palavras. Elas possuem um tipo de inteligência que permite analisar informações e desenvolver produtos de linguagem escrita e oral, como discursos e livros, sempre encontrando o melhor jeito de comunicar grandes ideias. É bastante requisitada (e apreciada) na escola, já que a maioria das provas e exercícios é por escrito.



·  Hobbies indicados: contar histórias, escrever textos, declamar poesias, fazer passatempos com palavras, ler, jogar RPG.
·     Carreiras indicadas: editoração, educação, jornalismo, literatura, tradução.
·  Gênios desse tipo: Cecília Meirelles, Gabriel García Marquez, William Shakespeare, Tom Wolfe.


MUSICAL - é a inteligência voltada para a interpretação e produção de sons com a utilização de instrumentos musicais - é aquela que permite a uma pessoa produzir, recordar e estabelecer sentido em diferentes padrões de som. A sensibilidade musical se manifesta ao ouvir, cantar, compor e tocar instrumentos.



·       Hobbies indicados: assobiar, cantar, fazer rimas, compor, participar de um coral, ouvir música, tocar instrumentos.
·     Carreiras indicadas: canto, composição, crítica musical, direção musical, DJ, ensino de música, engenharia de som para filmes e peças.
·   Gênios desse tipo: Ludwig van Beethoven, Tom Jobim, Wolfgang Amadeus Mozart.


NATURALÍSTICA - essa é voltada para a análise e compreensão dos fenômenos da natureza, ela é típica daqueles que têm uma forte ligação com a natureza e uma habilidade incomum para identificar e distinguir animais, plantas, formações climáticas e outros elementos do mundo natural. Na escola, quem tem essa inteligência ‘bombando’ se dá bem em biologia e geografia.



·       Hobbies indicados: cuidar de plantas e jardins, fazer trilhas e caminhadas na natureza, passear com o cachorro.
·  Carreiras indicadas: biologia, ecologia, geologia, medicina, medicina veterinária, meteorologia.
·  Gênios desse tipo: Charles Darwin, Alexander von Humboldt, Aziz Ab’Saber, Chico Mendes.


CORPORAL-CINESTÉSICA - possui grande capacidade de utilizar o corpo para se expressar ou em atividades artísticas e esportivas. Um campeão de ginástica olímpica ou um dançarino famoso, com certeza, possuem esta inteligência bem desenvolvida – eles têm a capacidade de usar o próprio corpo (e seus movimentos) para solucionar problemas ou criar produtos. É a mais requisitada, por exemplo, nos craques de futebol, nos ginastas, nos bailarinos e nos artistas em geral.



·    Hobbies indicados: esportes, dança, mágica, teatro, mímica, malabarismo, massagem.
·  Carreiras indicadas: coreografia, dança, artes dramáticas, artes plásticas, educação física, esportes.
·     Gênios desse tipo: Lionel Messi, Marta, Meryl Streep, Michael Phelps.


ESPACIAL - é a habilidade na interpretação e reconhecimento de fenômenos que envolvem movimentos e posicionamento de objetos. Um jogador de futebol habilidoso possui esta inteligência, pois consegue facilmente observar, analisar e atuar com relação ao movimento da bola - tem gente que não sabe se orientar num mapa, não consegue estimar medidas e não é capaz de montar um bom look. Por outro lado, os mestres dessa inteligência têm uma habilidade extra para reconhecer o espaço e pensar em termos de cores, formas e medidas, manipulando tanto as grandes quanto as pequenas imagens.



· Hobbies indicados: aeromodelismo, artesanato, desenho, fotografia, pintura, escultura.
· Carreiras indicadas: arquitetura, artes plásticas, aviação, desenho industrial, design de interiores, design gráfico, engenharia.
·        Gênios desse tipo: Coco Chanel, Oscar Niemeyer, Pablo Picasso, Santos Dumont.



INTERPESSOAL - é a facilidade em estabelecer relacionamentos com outras pessoas. Indivíduos com esta inteligência conseguem facilmente identificar a personalidade das outras pessoas. Costumam ser ótimos líderes e atuam com facilidade em trabalhos em equipe - sabe aquele seu amigo que é o melhor ombro na hora que você precisa chorar? Que entende fácil tudo que você está sentindo, sabe te consolar e sabe propor soluções para os problemas? Ele é bem desenvolvido nesse tipo de inteligência: a que reconhece e trabalha os desejos e humores dos outros. Ela é útil na hora de estudar em grupo, por exemplo, ou de gerenciar uma equipe.



·        Hobbies indicados: trabalho voluntário, esportes em grupo, conversas.
·   Carreiras indicadas: jornalismo, marketing, política, psicologia, recursos humanos, relações públicas, teologia, vendas.
·      Gênios desse tipo: Winston Churchill, Mahatma Gandhi, Marília Gabriela, Papa Francisco.



INTRAPESSOAL - são as pessoas com esta inteligência que possuem a capacidade de se autoconhecerem, tomando atitudes capazes de melhorar a vida com base nestes conhecimentos - é o inverso da interpessoal: o indivíduo usa a inteligência para se autoconhecer. São as pessoas com grande grau de autonomia, capazes de reconhecer suas próprias intenções, motivações e opiniões. Essa autoanálise pode colocá-las em boa posição para refletir sobre a condição humana, seja por meio de textos filosóficos, seja por meio de grandes romances.



·      Hobbies indicados: escrever um diário, meditar, planejar seus objetivos de vida.
·        Carreiras indicadas: filosofia, literatura, psicologia, teologia.
·  Gênios desse tipo: Ernest Hemingway, Machado de Assis, Friedrich Nietzsche, Simone de Beauvoir.













Fonte e Sítios Consultados
 http://mundoestranho.abril.com.br/ciencia/quais-sao-os-oito-tipos-de-inteligencia


27 de maio de 2017

Administração Pública ou Privada, suas diferenças





Muitos ainda têm dúvidas sobre as diferenças entre os modelos de administração Pública e Privada, ainda que usem estratégias semelhantes, elas têm características e legislações próprias – mas existem semelhanças na medida em que é preciso se aplicar alguns dos processos administrativos já vistos, ou seja, Planejamento, Organização, Direção e Controle. Além disso, também é possível encontrar nas organizações públicas algumas questões relativas a campos tradicionais de estudo da Administração, tais como Recursos Humanos, Finanças, Administração de Materiais, Contabilidade, Orçamento, Prestação de Serviços, Atendimento ao Público, Tecnologia de Informação, etc.
  


Vamos às diferenças:

Administração Pública é o modelo usado na gestão de empresas e instituições públicas e governamentais, tendo assim uma relação íntima com o Estado. A administração pública tem como finalidade principal o bem comum, descrito na Constituição Federal e para isso ela precisa se ajustar aos projetos e às políticas governamentais. Assim, seu orçamento e a destinação de suas verbas seguem os objetivos do Estado, passando, portanto, pela mão do gestor público. A lei divide a administração pública em direta e indireta, sendo que a direta é formada por União, Estados, Distrito Federal e municípios, enquanto a indireta engloba as autarquias (INSS, Inmetro, USP e outros), as sociedades de economia mista (Banco do Brasil, Petrobrás e outras), as fundações públicas (biblioteca nacional e FUNAI são exemplos disso) e as empresas públicas (Correios e a Caixa Econômica Federal).



Administração Privada se relaciona com a gestão de empresas privadas – onde as suas finalidades são particulares, visando o desenvolvimento da organização e o benefício de pessoas específicas, como os proprietários ou gestores e os funcionários. Alguns dos principais objetivos da administração privada são a rentabilidade a competitividade e a integração. Esse modelo se relaciona com o Estado através da legislação específica. A gestão privada requer a atuação de profissionais devidamente preparados para lidar com as dificuldades e exigências do mundo dos negócios — que envolvem, por exemplo, comércio e publicidade. Nesse caso, o cliente surge como elemento essencial ao alcance de seus objetivos.

São conceitos ligados especialmente à administração privada:
  • Planejamento estratégico;
  • Marketing de vendas;
  • Gestão do relacionamento com o cliente;
  • Logística;
  • Consumidor.





Cabe destacar algumas características que tornam a administração pública diferente da administração privada, o que, por consequência, faz com que as formas de gestão apresentem certas especificidades particulares. Acompanhe abaixo algumas características que diferenciam as Administrações:



Forma de obtenção de recursos para o funcionamento da Organização:

Administração Pública:               
Receitas derivadas dos cofres públicos (impostos, taxas e contribuições); caráter compulsório, sem uma necessária contrapartida em termos de prestação direta de serviços.

                                                      Administração Privada
Receitas advindas de pagamentos feitos por livre e espontânea vontade por parte dos clientes (consumidores dos produtos e serviços).



Destinatário das ações empreendidas pela organização (Público Alvo):

Administração Pública
É o cidadão, os membros da sociedade que possuem direitos e deveres - interesses coletivos, sociais, difusos.


Administração Privada
É o cliente, indivíduo que manifesta suas escolhas no mercado - interesses particulares, privados, individualizados.



Mecanismo de controle do desempenho dos dirigentes:

Administração Pública
Controle político, por meio de eleições periódicas dos governantes.


Administração Privada
Controle do Mercado, através da concorrência com outras organizações.



Subordinação ao ordenamento jurídico existente:

Administração Pública:
Tudo o que não está juridicamente determinado está juridicamente proibido; Princípio da Legalidade; preponderância de normas de direito público (direito constitucional e administrativo).


Administração Privada:
Tudo o que não está juridicamente proibido está juridicamente facultado; preponderância de normas de direito privado (contratual; direito civil e direito comercial).




Garantia da sobrevivência das organizações:

Administração Pública:
Tempo de existência indeterminado: o Estado não vai à falência.


Administração Privada:
Sobrevivência depende da eficiência organizacional; competitividade acirrada no mercado.




Características do Processo de Tomada de decisão:

Administração Pública:
 Decisões mais lentas, influenciadas por variáveis de ordem política - políticas Públicas de acordo com os programas de Governo.


Administração Privada:
Decisões mais rápidas, buscando a racionalidade – baseadas em políticas empresariais voltadas para o mercado.




Modo de criação, alteração ou extinção da pessoa jurídica:

Administração Pública:
Instituições criadas ou autorizadas por lei.



Administração Privada:
Através de instrumento contratual ou societário.






Todas as formas de administração atuam para o bom funcionamento da sociedade de um 'modo geral', visto que os indivíduos utilizam o setor Público e também o setor Privado no seu 'dia a dia' - e neste caso é importante que os Gestores estejam preparados com os conhecimentos necessários para exercer uma gestão eficiente, independente do modelo utilizado.













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