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Administração no Blog

Relatos da Vida Acadêmica durante a graduação do Curso de Administração e outras opnioes diversas.

3 de maio de 2012

Bônus e Eurobônus

 

Bônus e Eurobônus

 

Introdução

O ano de 1963 é considerado como o marco da criação do mercado de eurobônus, já que ele normalmente é identificado pela sua emissão. A história nos relata que foi nesta data que uma empresa italiana voltada para o ramo da construção de infraestrutura rodoviária emitiu títulos em dólares da Autoestrada. Esta operação só foi possível porque o banco britânico S. G. Warburg (mais tarde incorporado ao Swiss Bank) detectou o potencial de aplicação de recursos motivado por um significativo volume de recursos financeiros que circulavam no Mercado Europeu, e a partir deste fato, esse mercado passou a ser conhecido como eurobond market. Pouco tempo depois os Estados Unidos instituíram uma espécie de Lei de usura que estabelecia uma teto para as taxas de juros domésticos, e os investidores dos Estados Unidos foram atraídos pelo diferencial destas taxas de juros que poderiam usufruir no mercado europeu. Para isso eles descobriram meios legais de driblar as restrições regulatórias através das empresas transnacionais e da transferência de recursos a bancos norte-americanos autorizados a operar em praças financeiras europeias, como por exemplo, as de Londres e Luxemburgo. O resultado disso foi à transferência de parte do excedente de caixa norte-americano para a Europa. Esse mecanismo de equalização fiscal das taxas de juros foi abolido pelos Estados Unidos no ano de 1974, porém o euro-mercado já estava solidificado e era uma concreta alternativa para os investidores internacionais e continua a ser assim, até os dias de hoje. E apesar do variado número de alternativas disponíveis que são acrescidas todo ano a este mercado, a modalidade ainda predominante é a de títulos de taxas de juro fixas.

 

Definição para Bônus


            São obrigações de renda fixa, emitidas por empresas, bancos ou governos. Ele é um certificado de dívida, em que o emissor tem a obrigação de pagar um montante determinado de juros em intervalos pré-determinados, durante um período, e, deverá pagar também o montante da emissão, ou seja, o principal da dívida, na data de vencimento.O comprador do bônus é um credor da empresa, e não um acionista da empresa. Existem dois tipos de bônus internacionais: os Eurobônus internacionais, colocados simultaneamente em pelo menos dois (dois) países e os Bônus estrangeiros que são lançados por um sindicato doméstico no mercado de um outro único país. Os compradores do bônus são credores da empresa e não acionistas da mesma.


Definição para Eurobônus


        Muitas empresas nacionais com um bom reconhecimento internacional  emitem títulos para serem lançados no exterior, com o objetivo de captar volumes de capital elevados. Estes lançamentos são feitos através de bancos, podendo ter taxas de juros fixas ou flutuantes. Os eurobonds são os títulos de dívida denominados em uma moeda diferente daquela do país ou mercado em que são emitidos. São subscritos por uma união internacional de bancos, e distribuídos em diversos países. O mercado de eurobõnus não fica em nenhum país específico, ele é principalmente regulamentado pela Association of International Bond Dealers, esses títulos são subscritos por uma união internacional de bancos, e distribuídos em diversos países.

        A negociação secundária de eurobonds ocorre na grande maioria em mercados de balcão entre investidores qualificados, não havendo pregão ou bolsa organizada para essas operações.


       Os Eurobonds aplicam-se às obrigações referidas fora do país tomador ou emissor, e fora do país em cuja moeda os títulos são valorizados. Por exemplo, obrigações estrangeiras, emitidas em dólares americanos, são conhecidas com Yankee Bonds. Títulos estrangeiros, emitidos em ienes no Japão, são chamados de Samurai Bonds. Os emitidos na Grã-Bretanha são chamados de Bulldog Bonds, os emitidos na Holanda são chamados de Rembrandt Bonds, entre outros diversos.


 

Os Eurobônus, ou eurobonds, são Títulos de renda fixa (bonds) emitidos no Euromercado, cujo prazo varia de um a trinta anos, podendo também ser denominados em diversas moedas, como Dólar, Euro, etc. Ele é um instrumento inicialmente utilizado por emissores de perfil de crédito privilegiado (governos, entidades supranacionais, grandes empresas e bancos) com o objetivo de obter custos de captação inferiores a seus respectivos mercados domésticos.

Outra particularidade é que eles se equivalem às debêntures brasileiras, que em geral preveem o pagamento de parcelas periódicas de juros e o reembolso do principal apenas no vencimento do título. Estes títulos privados ou públicos, com valor expresso em uma determinada moeda (em geral dólares estadunidenses[i]) e vendidos em outro país que não o da moeda utilizada.   E é por intermédio destes papéis que se abre a possibilidade das empresas e dos governos virem a captar recursos de médio e longo prazo no chamado Euromercado, nome usado para designar o dinheiro mantido em depósitos em moedas nacionais fora de seus países de origem (por exemplo, dólares mantidos em depósitos britânicos ou japoneses). O nome Eurobônus não significa que os títulos são lançados necessariamente na Europa, embora esse seja o caso mais comum.

            Então percebemos que os Eurobonds são na verdade a solução para muitas economias com problemas que encontram uma forma de se socorrer nesta solução de financiamento juntos dos mercados, isto quer dizer que estes Países ou empresas deixariam de assumir sozinhos os riscos de cumprimento de suas obrigações.


 

Vamos entender mais sobre estes títulos de créditos de longos prazos, emitidos por governos, bancos ou empresas privadas interessadas em alongar o perfil de sua dívida.

 Por exemplo, uma empresa brasileira pode captar recursos no mercado exterior emitindo, por exemplo, EUROBONDS, ou BONDS no mercado europeu. Os bônus são emitidos com um valor nominal ou valor de face (no caso do EUROBONDS, geralmente, esse valor é igual a US$ 1.000,00, US$ 10.000,00, US$ 50.000,00 ou US$ 100.000), pagando juros semestrais ou anuais (cupons) calculados linearmente sobre o valor de face, o que quer dizer que o tomador pagará somente os juros a cada período, mas nenhuma parcela do principal (valor de face) será paga até o final do empréstimo. É um mecanismo de financiamento relativamente simples, com um jargão associado muito rico.

    Vejamos como funciona esse mecanismo, no exemplo a seguir:

A FABULOSA Corporation tomou emprestado US$ 1.000,00 por 30 anos. A taxa de juros de dívidas semelhantes, contraídas por empresas comparáveis, é de 12%. A FABULOSA Corporation, portanto, pagará 0,12 x US$ 1.000,00 = US$ 120,00 de juros a cada ano durante 30 anos. Ao final de 30 anos, a empresa devolverá os US$ 1.000,00.

        Neste exemplo, o quociente entre o cupom anual e o valor de face é denominado taxa nominal do bônus:

    US$ 120,00/ US$ 1.000,00 = 0,12 ou 12% a.a.

            Geralmente, são negociados com deságio ou desconto, garantindo ao investidor uma rentabilidade anual de “ tantos pontos base” acima da remuneração paga pelos títulos dos Tesouros norte-americano, alemão, inglês, etc. Por exemplo, se a remuneração de um BOND é de 400 pontos base superior a um título que paga 5% a.a., significa que a rentabilidade anual oferecida é de 90% a.a..

     O cálculo da rentabilidade desses títulos pode ser feito nas seguintes bases:

    Número real de dias do período/ número real de dias do ano;

    Número real de dias do período/ ano de 360 dias;

    Número real de dias do período/ ano de 365 dias;

    Mês de 30 dias/ano de 360 dias

Como vimos os bônus são certificados (títulos ou obrigações) emitidos, principalmente pelo governo, como uma modalidade empregada para captar recursos. Por meio destes certificados, os investidores emprestam dinheiro ao governo, que paga juros sobre o crédito obtido. Esses juros variam de acordo com vários aspectos. Os principais deles são as condições econômicas globais (se mais otimistas ou pessimistas), a oferta de dinheiro no mercado e o risco de crédito do país perante a banca internacional.


Os bônus se subdividem em três grupos:

   . os globais, que são emitidos em dólar para todo o mercado internacional;

   .  os eurobônus, que são lançados no mercado europeu (em euro);

   .  os samurais, emitidos no Japão (em ienes).

O governo Brasileiro faz todos os anos este tipo de  empréstimo, que geralmente são para honrar compromissos de parte da dívida externa. Em Janeiro de 2001, por exemplo, o Brasil foi beneficiado por dois fatores, que reduziram o custo do crédito para o país lá fora: O FED cortou a taxa básica de juros dos EEUA (principal referência internacional para empréstimos) e a agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor´s melhorou a nota do Brasil – isto é, disse que está menos arriscado emprestar dinheiro ao país. Essa taxa foi negociada a 9,50% (taxa nominal dos títulos), com vencimento em Janeiro de 2011.O valor do empréstimo foi de 0,9 bilhões de dólares ( 1 bilhão de euros) em eurobônus.

            Isto quer dizer que o investidor estrangeiro está cada vez mais  interessado nos papéis brasileiros, o que abre espaço para que as empresas também tomem mais empréstimos no exterior.


 

Bibliografia

http://www.igf.com.br/aprende/glossario/glo , 19 de abril de 2012

http://WWW.rtp.pt/noticias/índex.phd?article=502602&tm=6&layout=122&visual=61, 19 de abril de 2012

http://www.bertolo.pro.br/adminisfin/HTML/BONDS.html 19 de abril de 2012

http://www.bcb.gov.br/glossariolista.asp?idioma=p&idpai=glossario, (19 de abril de 2012)

http://www.investeducar.com.br, 19 de abril de 2012)




10 de abril de 2012

Termos técnicos em ANÁLISE ORGANIZACIONAL



Termos técnicos em ANÁLISE ORGANIZACIONAL


BURNING PLATFORM
Capacidade da organização em formalizar, comunicar e compreender real e objetivamente as ameaças e oportunidades, transmitindo a certeza da necessidade de mudança.

LIDERANÇA
Existência de indivíduos que fornecem a direção a serem tomadas, as metas, a energia e a confiança necessária para a condução dos processos operacionais e melhoria da organização.

VISÃO
Existência de uma visão completa e objetiva da direção a ser perseguida pela organização.

FOCALIZAÇÃO
Capacidade da organização em focalizar os requisitos de seu mercado e focalizar os processos e pontos a serem trabalhados para o atingimento de seus objetivos.

ALINHAMENTO
Capacidade da organização em alinhar os objetivos de suas áreas e indivíduos com os objetivos maiores da organização.

CRENÇAS E VALORES
Existência de valores, crenças e normas que norteiem positivamente as decisões e ações da organização.

COMUNICAÇÃO 
A capacidade de distribuição eficiente de informações relevantes à organização em seus processos operacionais e de melhoria da organização.

MOTIVAÇÃO
A capacidade da organização em motivar os seus elementos a realizar as tarefas necessárias para condução dos processos operacionais e de melhoria da organização.

PARTICIPAÇÃO
Capacidade da liderança em envolver as pessoas nas atividades e capacidade dos indivíduos em participar nos grupos e equipes operacionais e de transformação.

INFRAESTRUTURA
Infraestrutura organizacional, física, material e humana para a condução dos processos operacionais e de melhoria da organização.

TECNOLOGIA
Tecnologia computacional, de produto, de processo e gerencial necessária para a condução dos processos operacionais e de melhoria da organização.

SISTEMA DE INFORMAÇÃO
Mecanismo de comunicação manual, computacional e visual exigentes para suportar o fluxo de informação geral da organização.





EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
Capacidade da empresa em desenvolver as pessoas para atuar adequadamente em seus processos operacionais e de melhorias.
PLANEJAMENTO
Capacidade da organização em planejar os seus recursos, tanto para o desenvolvimento  das  atividades  operacionais,  quanto  para  as  atividades de melhoria.

GERENCIA DE PROJETOS
Capacidade da organização em gerenciar o conhecimento existente sobre seus processos de produção, de apoio e de transformação.

MEDIDAS DE DESEMPENHO
Existência de mecanismos de avaliação de desempenho que possibilitem a orientação das tomadas de decisão, avaliação de desempenho dos processos, avaliação dos indivíduos.

PRODUTOS E SERVIÇOS
Capacidade da organização em prover produtos e serviços adequados ao mercado em que ela atua.

CULTURA EMPRESARIAL
É o conjunto de valores em vigor numa empresa, suas relações e sua hierarquia, definindo os padrões de comportamento e de atitudes que governam as ações e decisões mais importantes da administração.

BENCHMARK
Padrão ou ponto de referência para a comparação entre produtos, produtividade, serviços, processos, etc.
Em geral indica um referencial de liderança.
O objetivo costuma ser descobrir como as empresas líderes realizam alguma coisa e tentar imitar ou superar o desempenho dessas empresas.

BRAINSTORMING
Esta é uma expressão da língua inglesa que significa literalmente tempestade cerebral e designa o processo de solução de problemas pelo qual os participantes de um grupo, quando confrontados com um problema, geram inúmeras soluções sem direito a formular nenhuma crítica.

VANTAGEM COMPETITIVA
É o diferencial que a empresa possui frente aos seus concorrentes e que deve ser utilizado objetivando o sucesso empresarial.

CICLO DE VIDA DO PRODUTO
ü Lançamento
ü Crescimento
ü Maturidade
ü Declínio

REENGENHARIA
É um  esforço  organizado,  conduzido  de  alto  a  baixo  em  uma  companhia,  com  o objetivo  de  rever  e,  tanto  quanto possível  e  necessário,  reformular completamente  seus  principais processos  de  trabalho,  de  forma  a  aumentar  suas  vantagens competitivas.

DOWNSIZING
É uma expressão da língua inglesa que significa literalmente reduzir o tamanho de uma organização, especialmente pela redução planejada do número  de empregados, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a flexibilidade e adaptabilidade da organização.

EMPOWERMENT
Teoria de administração de recursos humanos que sustenta que a motivação individual aumenta e os resultados melhoram quando são dadas às pessoas oportunidades de participar com maior envolvimento e poder decisório no seu trabalho e nas metas a elas pertinentes.

TERCEIRIZAÇÃO
Quando se transferi para outras empresas as atividades não essenciais de determinada empresa.

FEEDBACK
  Processo, por meio do qual, a saída do processo é, em parte, utilizada para realimentar a sua entrada, de modo a regular a forma de funcionamento.  É usado com o sentido de avaliar o resultado de um processo e informar, ao responsável por ele, esse resultado e o que deve ser feito para o seu aprimoramento.

LEI DA ENTROPIA
Princípio físico  e químico aplicado às organizações  e que diz que à medida que a organização aumenta, tende a aumentar a desordem no seu interior, isto é, os desperdícios e  as disfunções tendem a proliferar.

STAKEHOLDER
 Palavra da língua inglesa que significa todo aquele que é direta ou indiretamente afetado pelas atividades da organização e que também a afeta.

TOMADA DE DECISÃO
Processo de identificar problemas e oportunidades e escolher uma linha de ação para solucionar o problema ou aproveitar a oportunidade.

UNIDADE ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS
 Parte ou divisão de uma grande empresa, organizada na estrutura divisional, que se constitui em centro de resultado e é administrada com alguma autonomia, possuindo essa divisão de objetivos específicos e estratégia própria de fazer negócios.

VANTAGEM COMPETITIVA
Vantagem sobre os concorrentes, oferecendo mais valor para os clientes, seja por meio de preços mais baixos seja proporcionando maiores benefícios que justifiquem preços mais elevados.

VISÃO SISTÊMICA
Habilidade para visualizar a organização como um conjunto integrado. 
Implica na capacidade de se posicionar no  ponto de vista da organização,  perceber como as várias funções são interdependentes e como  uma alteração em uma delas  afeta todas as demais.





Fonte: Professor Hugo Grandis Filho
(Reprodução autorizada para fins didáticos)

14 de março de 2012

Processos Organizacionais

Processos Organizacionais

Aula dia 06.02



 Planejar = 1º. Passo

Decidir antecipadamente o que fazer...



1-    Problemas

2-    Analisar cada ponto – identificando os pontos críticos.

3-    Definir as prioridades – o grau de importância – definir a ordem de importância – o que é mais importante está aqui!!

4-     Levar em consideração o que está integrado.

5-    Apresentar um plano:

*introdução                                      à

* desenvolvimento e                        à colocar prazos, valores...

* conclusão                                      à

    

6-    Maior abrangência possível

7-    Sempre apresentar mais de uma alternativa.

8-    Cuidado com: contratar, aumentar espaço, terceirizar..contratar para o uso fim ou meio da empresa (segurança, manutenção, compras)





- Mudanças nos levam a situações não pensadas ou inéditas.

- Por isso é que temos que ter sempre mais de uma alternativa.



Reengenharia e Processos



Michael Hammer e Champy: “Um processo é composto por uma sequência de atividades ordenadas de forma lógica, cujo objetivo é produzir um bem ou um serviço que tem valor para um grupo de clientes.”



è Por trás de cada produto ou serviço há pelo menos um processo envolvido.





- A Reengenharia foi uma reação para acelerar o processo de mudança nas organizações.

- Significa fazer uma nova engenharia.

- A reengenharia baseia-se nos processos empresarias e na tecnologia da informação.

- Busca melhorias de custos, qualidade e velocidade das decisões.

- Fazer mais com menos.



Na Segunda fase (NOVA) da Reengenharia, foi de autoria unicamente de Michael Hammer.



A  Reengenharia fundamenta-se em 4 palavras chaves. (Modelos de Reengenharia)

- Fundamental: Buscar reduzir a organização ao essencial

- Radical: impõe uma renovação radical, desconsiderando a situação atual.

- Drástica: Joga fora tudo o que existe atualmente na empresa.

- Processos:  reorienta o foco para processos e não para tarefas.



Premissas Básicas:

 Todo trabalho executado nas empresas faz parte de um processo.

- Não existe um produto ou serviço executado  por uma empresa sem um processo empresarial.





     Processo

Subprocesso

Atividade         atividade          atividade            atividade

O   O

O   O       Procedimentos

O   O

# # #        Tarefas



 Processo é um conjunto de ações que chegam a um resultado.

- Nada é isolado na Administração.



Com o passar dos tempos as empresas passaram a buscar melhorias no seu processo de produção



1)    Surgiu da organização Japonesa:

- qualidade total

- modificar os processos nas empresas

- equipes autogerenciadas





2)    Reengenharia – Descobriu-se a máquina. (Revolução)



        Fayol à Organização



        Taylor à Processo



        Max Weber à desburocratização (Revisão de processos na empresa)





  Década de 80, Michael Hummer à Livro propondo mudanças de Reengenharia nas empresas (não deu certo)



  No final dos anos 90 à novos conceitos de Reengenharia.





Aula dia 14.02

                                                                    à

 REENGENHARIA          à   Organização Sistemas Métodos

    Processos Organizacionais          à



TGA – Apresenta a metodologia e os conceitos.



- 1850 +- 1930 = Houve uma mudança profunda nas organizações à máquina à vapor = produção era pequena e sem qualidade.



- A máquina muda o processo artesanal para o da industria.



1870 è Taylor (Produção)  /   Fayol (estrutura das organizações)





Década de 1980 = Surgiu o conceito da Administração Japonesa dentro do Japão e levou os seus conceitos de qualidade total para além dos mares. A indústria Japonesa começou a entrar na Europa, nos Estados Unidos, dominando os mercados. O que gerou uma grande preocupação. Michael Hammer e James Champy propuseram um novo conceito de Administração nas organizações.



A redefinição radical dos processos, da organização e da cultura empresarial.



Já na década de 90 a agenda era outra. O que as empresas têm que fazer para dominar essa época...



A Administração Japonesa (Modelo) causou, pela rapidez e qualidade dos produtos.





Pergunta:



O que é um sistema? 

Resposta: É um conjunto de componentes interligados que levam a um objetivo.



Com isso, tudo pertence ao sistema. (organização é sistêmica).



Comentários sobre crises cíclicas:



Produção à almoxarifado à (baixo estoque)



...no momentos de crise as empresas mantiveram os mesmo funcionários, agilizaram a sua produção e os seus produtos, etc...



Quando certifica-se com ISSO – criam-se normas – processos.



- Necessidade é eliminada a partir do momento que estudamos os processos.





Processo = conjunto de atividades destinadas a produzir um bem ou serviço.



Subsistema = conjunto de atividades correlacionadas, que executam uma parte especifica do processo.



Procedimento = tarefa.





Aula dia 13.03

Processo Organizacional

- Etapas de um estudo organizacional

. Definir  objeto do estudo – definir claramente o que se quer “alcançar/fazer/etc...”

. Planejamento inicial – começar a estruturar o estudo.

. Planejar a pesquisa preliminar – ‘tenho’ que conhecer essas áreas.

. Documentação legal e administrativa.

. manuais de toda ordem – todos manuais utilizados.

. Organogramas – quem é quem na estrutura.

. Visualizações de processos – interação, inter-relacionamento.

. Relatórios gerais e/ou específicos.

. Descrição de cargos.

. Sugestão da chefia e do Pessoal envolvido.

. Contato com os usuários ou consumidores.

. Estudos anteriores.

·         Planejamento da ação.

. Prazo de conclusão do estudo

. Prioridade de conclusão do estudo.

. Prioridade e/ou simultaneidade na ordem dos trabalhos.

. Ferramenta a ser aplicada.

. Recursos de modo geral.



·         EXECUÇÃO

. Identificação dos principais problemas e necessidades.

. Formular e escolher alternativas de ações.

.Reavaliação



ü  A Reengenharia está preocupada em fazer mais com menos.

ü  A Reengenharia é um processo que é um conjunto de atividades com uma ou mais entradas e que cria uma saída de valor para o cliente.



  Os processos empresariais básicos são:

. Desenvolvimento do produto.

. Atendimento ao Cliente.

. Fabricação e manufatura/operações

. Logística

.Gerenciamento – compras, embalagens.

. Gestão de Pessoas.

. Planejamento e alocação de Recursos (processos)

. Monitorização de desempenho organizacional.        



- Quem é o dono do processo?



- Precisa ter um responsável, a quem denominamos o “Dono do Processo”.

- Deve ter profundos conhecimentos.

- Tem que ter autoridade para discutir.

- Deve garantir a eficácia e a eficiência.



Ø Como priorizar os processos!



- Coloque em um quadro o nome dos processos.

- analisar cada processo em relação aos demais.

- Analisar as dependências.

- Quais os mais importantes.

- Definir as prioridades.

Fazer tudo isso em conjunto.



·         Na época do Hammer, faltou tecnologia para apoiar os seus pensamentos.



Para implantar um conceito organizacional é preciso planejar seus processos.




Metodologia – estudo dos Métodos








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