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Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

5 de janeiro de 2013

Marketing Social para Microempresas


Marketing Social para Microempresas

Atualmente possuir Facebook, Twitter, ou se relacionar com o seu público através de redes sociais é extremante importante. Grandes empresas já usam as redes sociais para cativar e informar os seus clientes sobre seu trabalho, mas infelizmente grande parte dos microempresários ainda não percebeu o potencial das redes para sua elevar sua credibilidade, ampliar e fidelizar clientes e consequentemente através de um trabalho bem elaborado incrementar positivamente suas vendas. Uma das gigantescas vantagens de uma Fanpage no Facebook para um site, por exemplo, é que você não precisa que o cliente volte sempre para a página do seu site. Uma vez que ele estiver em sua rede, suas atualizações serão exibidas em seu feed de notícias. Ou seja, se o cliente interage regularmente com o seu conteúdo do Facebook, você sempre vai ficar bem posicionado em seu feed de notícias. Outro excelente motivo para pequenos empresários aderirem às redes sociais, é que, as pessoas naturalmente se relacionam com pessoas que estão próximas geograficamente. Pense: Aproximadamente metade dos seus amigos seja de qual rede social for a se tratar, mora em torno da sua área de convivência, e acredite isso é uma realidade para a maioria das pessoas.

Esclarecendo: Isso significa que engajando a principio alguns poucos, mas clientes de potencial, você vai ser visto e recomendado para as pessoas certas, que estão próximas da sua loja, ou estabelecimento. Não esqueça também, que muitas destas pessoas se conhecem, o que te permite formar uma rede qualificada, aumentando o conhecimento da sua marca, aumentando sua credibilidade, e consequentemente suas vendas com um grande índice de satisfação, a partir de um investimento nulo, ou muito pequeno. Mas podemos deixar de mencionar que você vai precisar dedicar um tempo para responder aos seus clientes, e criar uma metodologia para atrair fãs e convertê-los em clientes, como promoções, vantagens exclusivas e conteúdo interessante.

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10 dicas para uma Loja Virtual de Sucesso

E-commerce conceitua-se como o uso da comunicação eletrônica e digital, aplicada aos negócios, criando, alterando ou redefinindo valores entre organizações ou entre indivíduos, permeando a aquisição de bens, produtos ou serviços, terminando com a liquidação financeira por intermédio de meios de pagamento eletrônicos. A impressão do site de comércio eletrônico tem que ser direita, dentro dos primeiros segundos de um cliente potencial ao visitar a sua loja online.

1. Você precisa se certificar o que é mais fácil para os clientes, ao localizar os produtos que eles querem comprar de uma forma intuitiva e fácil de usar.

2. Uma navegação simples, para os futuros clientes irão saber onde estão em todos os momentos através do site de navegação, e um bom mecanismo de busca de filtragem.

3. Mostrar claramente os preços, valor do frete e todos os descontos.

4. Fornecer para o cliente uma navegação segura, pois, irá garantir uma tranquilidade no ato da compra.

5. O design do site precisa se concentrar a atenção dos visitantes sobre os produtos que você quer vender. Muitas vezes, um site que é menos confuso é o mais bem sucedido porque não sobrecarrega o visitante com muita informação.

6. Mostrar a disponibilidade do produto. Se houver um produto indisponível, é provável que resulte em um cliente insatisfeito e que ele não volte a comprar mais de você.

7. Oferecer uma facilidade com o carrinho rápido. Isto significa que seus clientes podem ver quantos itens que você adicionou ao seu carrinho de compras e o custo total sem ter que clicar especificamente na página do carrinho.

8. Manter um layout de design consistente, interativo e atualizado. Por exemplo, em todas as páginas o visitante deve ser capaz de identificar quem é você e ver uma estrutura de menu consistente e funcional.

9. Fornecer opções adicionais para o cliente, como produtos relacionados, o que as outras pessoas têm mais comprado, menor e maior preço, mais visitados e etc.

10. Permitir aos clientes compartilhar suas opiniões desde a compra até a entrega do produto. Um feedback positivo dos clientes e opiniões podem fornecer uma valiosa ferramenta de vendas para impulsionar suas vendas on-line. Fornecer também aos seus clientes a capacidade de compartilhar produtos e listas de desejos para suas redes sociais é de extrema importância.

Estas são apenas algumas maneiras de como você pode criar um site de e-commerce de sucesso que irá maximizar conversões online e vendas.

 

Fonte e Sítios Visitados


http://www.liveseo.com.br/e-commerce/10-dicas-para-uma-loja-virtual-de-sucesso/

 

4 de janeiro de 2013

Web 3.0 a terceira onda da Internet


Web 3.0

A Web 3.0, anunciada como a terceira onda da Internet, projeta estruturar todo o conteúdo disponível na rede mundial de computadores dentro dos conceitos de “compreensão das máquinas” e "semântica das redes”. O termo Web 3.0 foi empregado pela vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do New York Times e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual. A principal reação vem da blogosfera. Nos diários virtuais de especialistas detratores, a crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas um termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à web 2.0.

A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, como Wikipedia, You Tube e os sites de relacionamento social, como o Facebook e Twitter. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet. Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet, e a tecnologia de rede semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.

Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados. Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O usuário poderá fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-lo de forma mais eficente, entender mais sua necessidade. O conceito de ”rede semântica”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee, tem entre seus gurus Daniel Gruhl, um Ph.D. em engenharia eletrônica do MIT, é especializado em "compreensão das máquinas", e o misterioso Nova Spivack, que não revela muito sobre si, nem o nome verdadeiro, e se autodefine como empresário da alta tecnologia.

Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página,: se indicar o nome de um ator ou de um filme, todos os dados sobre este ator ou este filme aparecerão na tela. Poderá ainda utilizar a "busca avançada" para restringir um pouco mais os resultados. Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los. A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta.. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc. Algumas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, desenvolvem trabalhos nesse sentido, destacando-se o Almaden IBM Research Center, a Metaweb e a Radar Networks (de Nova Spivack). No Brasil, centros universitários vêm desenvolvendo trabalhos pioneiros para a Web 3.0 com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, estão em curso inúmeros projetos académicos. E circula na comunidade da informática que em futuro próximo surgirão novidades nesse campo na Yahoo e no Skype. Também se entende por Web 3.0 que se tenha acesso a internet a qualquer hora e em qualquer lugar e em qualquer dispositivo, possibilitando a troca de dados entre dispositivos.

 

Web 3.0: Como funciona a publicidade online

 

Para entender o que é a Web 3.0, precisamos compreender o conceito de Web 2.0. A Web 2.0 representa um avanço nas tecnologias que modificaram o comportamento da sociedade online. Nela, os usuários de internet aprenderam a utilizar com eficiência as ferramentas de busca, encontrando rapidamente qualquer informação, pessoa ou produto com uma simples e rápida pesquisa. A Web 2.0 também é marcada pela era da interação. As redes sociais tornaram-se um canal de comunicação direta e aberta, e ampliaram o compartilhamento de conteúdo, dando a qualquer usuário o acesso à informação.

A Web 2.0 também inovou a publicidade online. Na web, o conceito dos 4Ps (Produto, Preço, Praça e Promoção) criado por Philip Kotler, foi substituído pelo dos 4Es (Entretenimento, Envolvimento, Engajamento e Emoção), criado pela experiência coletiva. Vender um produto ou serviço é mais difícil para as agências, mas o processo de compra precisa ser divertido para os consumidores. As redes sociais tornaram-se um novo canal de suporte para o marketing, permitindo a viralização de campanhas em um curto período de tempo com maior impacto a públicos segmentados. E como será isso dentro de 5 ou 10 anos? Prever algo sólido para a internet é impossível e ilógico se levarmos em consideração a evolução diária das ferramentas online. Entretanto, existem estudos que apontam uma “previsível” evolução, chamada de Web 3.0. De acordo com essa teoria, haverá um grande salto de sinergia causado pela banda larga, acesso móvel à internet e tecnologia de rede semântica, utilizados ao mesmo tempo de forma inteligente e atingindo resultados mais precisos e maduros. A Web 3.0 tende a organizar e agrupar as páginas por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta. Isso mudará novamente os hábitos de utilização da web, e consequentemente a forma de se fazer publicidade.

O marketing online será realizado por demanda, extremamente segmentado, direcionado, e mais inteligente, baseando-se no consumo de informação e interesses individuais de cada usuário. Claro que esses dados são pura especulação e nada precisos. Muita coisa está mudando nos próximos meses. Novas ferramentas serão apresentadas e as já existentes serão incrementadas para abranger novas funcionalidades. A única certeza é que precisamos estar cada vez mais antenados e atualizados para acompanhar a evolução e não cair na estagnação. A Internet como canal de comunicação de massa já é uma realidade. Cabe a nós adaptar e utilizá-la a nosso favor.

O que é a Web 3.0?

É difícil de imaginar como a Web pode ultrapassar as redes sociais, mas vai acontecer! Isto porque a próxima geração de internet vai ter como foco a interligação do utilizador com a máquina. Na web 2.0, estava-se sempre focado na ligação dos utilizadores com outros utilizadores, mas é altura de o grande centro ser o próprio utilizador… Como é que pode acontecer? A Web 3.0 é conhecida por ser Semântica, ou seja que é focada na informação existente, e na facilidade de acesso a essas informações. Os dados são pedidos pelo utilizador, e são apresentadas respostas à medida de cada utilizador. Por exemplo, numa pesquisa sobre “Blogues de Design”, o dispositivo consegue detectar a categoria da pesquisa, neste caso, “Design”. Numa próxima pesquisa, utilizamos as palavras “Computadores”, e o motor de busca vai ter em atenção que anteriormente pesquisou “Design”, apresentando assim uma informação mais interessante para o utilizador, e torna a pesquisa de cada utilizador “única”.

Quais são os benefícios?

Um dos grandes benefícios da Web 3.0, é a possibilidade de aceder a informações em qualquer lugar. Isto é na grande maioria devido à crescente utilização de Smartphones e dos sistemas Clouds. A intenção é que o utilizador consiga aceder aos seus dados a partir de qualquer aparelho, e a partir de qualquer localização, não apenas de sua casa. A tecnologia está cada vez mais a crescer, e cada vez mais há dados sobre nós na Internet, um exemplo disso, são as chamadas “SmartTV’s” que conseguem saber o que nos vemos, e dão informações sobre programas ou filmes nos quais podemos estar interessados. Sendo assim, podemos resumir vantagens nalguns pontos, como por exemplo:

  • Facilidade de navegação
  • Facilidade de acesso a informação
  • Cada utilizador é único
  • Maior interligação entre dispositivos
  • Conteúdos personalizados

Estas são sem dúvida as melhores vantagens que a Web 3.0 nos trás.

Efeitos no design

Agora que tem uma ideia do que é a Web 3.0, podemos passar à parte mais interessante… Mas que efeitos é que isto vai ter no design dos sites? A Web 2.0 consistia essencialmente em chamar a atenção e persuadir os utilizadores, já que um enorme número de lojas online foi criado. Isto porque queriam dizer ás pessoas que a internet afinal, era segura, e dava para fazer inúmeras coisas, para além de pesquisar… “Queres receber notícias nossas? Clica neste botão!”. Este é um modelo geral da Web 2.0. Também novos elementos foram adicionados, por exemplo os Gradients em CSS3, quase que passaram a ser obrigatórios para os websites, ou o uso de HTML5, e se não era isso, com certeza que havia caixas de texto, ou botões com bordas redondas… Tudo para chamar ainda mais a atenção! Mas continuamos com a mesma pergunta… o que vai mudar? Para começar, é preciso dizer também que na Web 2.0, se criavam páginas que pareciam bem num web-browser… Na Web 3.0, é sempre preciso preocupar-se com muitas mais coisas, porque o mundo cada vez mais acede à internet sem ser no computador. O que querem agora as pessoas? Anúncios que lhes tiram a atenção? Aspectos elaborados demais que distraem o utilizador? Não! A Web 3.0 vem melhorar um aspecto muito importante… A qualidade da navegação em outros dispositivos para além do computador. Para isso é preciso ter um Website simples, prático e eficaz. As pessoas têm dispositivos novos, e querem obter o melhor deles, sem ter que se preocupar com anúncios e coisas chatas. Portanto, os Webdesigners têm agora que pensar em todas possíveis plataformas que vão aceder ao site, e transcrever a mensagem do site em pouco espaço de página. Até aqui era preciso criar um website bom para browsers, e um bom para dispositivos móveis… Agora, têm que fazer um Website que pareça fantástico em ambos os ambiente. Outro dos aspectos, é a simplicidade de acesso. A verdade é que o designer tem a capacidade de escolher para onde as pessoas vão olhar em primeiro lugar, segundo lugar, terceiro… e por aí adiante. E como tal, é importante que a atenção vá principalmente para o conteúdo, e não para as barras de navegação, botões, logos, etc.

Modas da Web 3.0

Uma das grandes modas da web, tem sido o Flash, que está totalmente ultrapassado e é anti motores de busca, e anti dispositivos, uma vez que não corre em iOS. Tirando o flash de um site, o utilizador deixa de olhar para lá, e olha principalmente para o conteúdo. É claro que vai sempre haver utilizadores que vão por os menus com um aspecto fantástico, mas lembre-se… Isso deixou de ser o essencial, e o essencial agora é o conteúdo, e a facilidade de uma pessoa a aceder a esse conteúdo. O que mais vai mudar, não vai ser o conteúdo, mas sim o visual, uma vez que é preciso saber o que queremos que o utilizador veja. É claro que vamos sempre encontrar bordas redondas e grandients, mas os sites vão ser cada vez mais simples, e é preciso manter um equilíbrio entre a beleza de um site, e a sua utilidade. Há muito que dizer sobre sobre a Web 3.0, e podia-se falar sobre este tema por várias páginas…

 

 

Fonte e Sítios Consultados


http://artigos.rumonet.pt/web-development/web-3-0/introducao-a-web-3-0/

Fluxo de Caixa para Microempresas














Fluxo de Caixa para Microempresas

No processo de elaboração de fluxo de caixa é necessário à utilização de técnicas gerenciais para se projetar as vendas e os custos da empresa, de forma que não existam desperdícios para o caixa. O fluxo de caixa é um instrumento essencial para que a empresa possa ter agilidade e segurança em suas atividades financeiras. Logo, o fluxo de caixa deve refletir com precisão a situação econômica da empresa, em termos financeiros do presente e do futuro.  

O objetivo principal deste estudo “Fluxo de Caixa” é estabelecer a importância da aplicação do fluxo de caixa nas empresas. O desenvolvimento desse tema envolve inicialmente discussões sobre as conceituações gerenciais básicas, além de justificar a sua importância e a utilização do demonstrativo de fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável a uma boa gestão das organizações. Conceitua os tipos de fluxo de caixa. Indica os vários elementos que devem compor o fluxo e as formas para a sua analise e utilização. Mostra também as transações que afetam o caixa.
 

Este assunto é especialmente relevante e sempre será atual.

A Demonstração do Fluxo de Caixa propicia ao gerente financeiro a elaboração do planejamento financeiro, pois numa economia global não é aconselhável o excesso de caixa, mas o estritamente necessário para fazer face aos compromissos assumidos.

 

 ADMINISTRAÇÃO DO CAIXA: ENTENDENDO E PLANEJANDO O FLUXO DE CAIXA

A responsabilidade pela administração do caixa inicia-se pela listagem das estimativas de entrada e de saídas de dinheiro.  Se não conseguir fazer uma projeção de fluxo de caixa com confiança, você não compreenderá a empresa. A projeção do fluxo de caixa deve ser facilmente interpretada e criar a possibilidade de outras pessoas efetuarem uma analise de maneira mais critica. Esta observação é igualmente válida para qualquer empresa em andamento com algum problema, mesmo que remoto, de déficit de caixa. A analise e o planejamento do fluxo de caixa é uma ferramenta básica para a administração de uma pequena empresa. Se você ignorar isso, estará colocando em risco as suas chances de sobrevivência e de obter o sucesso.

O termo fluxo de caixa significa simplesmente o equilíbrio ou diferença entre dinheiro que entra e dinheiro que sai no final de um determinado período de tempo. Se todos os negócios fossem transacionados com cheques, o fluxo de caixa seria a diferença entre os cheques depositados e os cheques emitidos, porém atualmente com a utilização dos pagamentos on-line ficou indispensável à visualização do fluxo de caixa a todo o momento, em razão da velocidade destas transações.

 

A IMPORTÂNCIA DO FLUXO DE CAIXA

Entende-se como fluxo de caixa o registro e o controle sobre a movimentação de caixa, expressando as entradas e saídas de recursos financeiros ocorridos em determinados períodos de tempo.  O fluxo de caixa tem o importante papel no planejamento financeiro das empresas. Portanto constitui-se num exercício dinâmico a manutenção do fluxo de caixa, ele deve ser constantemente revisto e atualizado para que as tomadas de decisões estejam embasadas em números corretos.

 

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO

É importante o planejamento do fluxo de caixa, pois é ele quem irá indicar antecipadamente as necessidades de numerário para o atendimento dos compromissos assumidos. Com isso, os administradores financeiros estarão aptos a planejar com a devida antecedência, os problemas de caixa que poderão surgir em razão das reduções cíclicas das receitas ou do aumento no volume dos pagamentos.

 

OS REQUISITOS PARA IMPLANTAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA

Os principais requisitos para implantação do Fluxo de caixa:

ü  Apoio de cúpula diretiva da empresa;

ü  Organização de estrutura funcional da empresa com definição clara dos níveis de responsabilidade de cada área;

ü  Integração dos diversos setores e departamentos da empresa ao sistema do fluxo de caixa;

ü  Definição do sistema de informações quanto à qualidade e aos funcionários a serem utilizados, calendários de entrega dos dados (periodicidade) e os responsáveis pela elaboração das diversas projeções;

ü  Treinamento do pessoal envolvido para implantar o fluxo de caixa no caixa da empresa;

ü  Criação de um manual de operações financeiras;

ü  Comprometimento dos responsáveis pelas diversas áreas, no sentido de alcançar os objetivos e as metas propostos no fluxo de caixa;

ü  Utilização do fluxo de caixa para avaliar com antecedência os efeitos da tomada de decisões que tenham impacto financeiro na empresa;

ü  Fluxograma das atividades na empresa, ou seja, definir as atividades fins;

 

ADMINISTRANDO A DISPONIBILIDADE DE CAIXA

A maioria das empresas, inclusive as novas sofrem com dinheiro e capital insuficientes. Em algumas pesquisas efetuadas, verificou-se que mais de um terço dos proprietários e gerentes consultados disseram que a descapitalização foi o maior problema que enfrentaram no início dos seus negócios. E muitas pequenas empresas continuam a ter estes mesmos problemas de caixa.

Um desequilíbrio de caixa pode ser sintoma de um problema mais profundo. Em geral, não significa dizer simplesmente que a empresa esteja doente, mas, talvez seja um caso específico de administração inadequada do caixa. Administrar o caixa significa controlar a sua disponibilidade com base em uma compreensão e planejamento das necessidades financeiras.

 

O CAIXA NAS PEQUENAS EMPRESAS É LIMITADO

O déficit de caixa é endêmico nas pequenas empresas; quase todas passam por um problema de caixa limitado em algum momento de suas vidas. As grandes empresas, por outro lado, em geral, tem acesso a outras fontes de caixa ou podem vender bens de valor ou partes da empresa para gerá-lo. Mas a pequena empresa tem pouco ou nenhum acesso aos tradicionais mercados de capital. Não podem tampouco vender uma subsidiária ou divisão para levantar novos os fundos. O fundador de uma pequena empresa, em geral, já incorporou todas as suas economias no novo empreendimento e talvez já tenha apelado aos amigos e aos familiares também. Raramente os banqueiros vêm em sua salvação: ou a empresa não tem escrituração ou não é negociável

 

LUCRO NÃO É DINHEIRO  

Existem muitos conceitos sobre o que é ou deixa de ser caixa. Acima de tudo, você deve compreender a distinção vital que existe entre caixa e lucro. Muitos proprietários/gerentes acreditam que simplesmente pelo fato de uma empresa não estar no vermelho ela necessariamente tem fundos para satisfazer suas obrigações. Isso não é a verdade.

Caixa é alguma coisa tangível, alguma coisa que temos em mãos ou pode ser convertida em dinheiro com relativa rapidez. Caixa não e meramente uma promessa, como por exemplo, uma conta a receber. Ele está prontamente disponível. Caixa não é um bem de valor, como o estoque. Ele é liquido, significa que em poucos dias ele pode ser convertido em dinheiro de verdade. Uma pequena empresa é como um barco numa tempestade – uma onda grande pode afundar a embarcação inteira. Mas os proprietários/gerentes bem-sucedidos são navegantes cuidadosos, precavidos, inteligentes e astutos. Eles são gerentes empreendedores ou administradores do dia a dia. Uma das áreas da empresa que eles administram é a disponibilidade de caixa. Essa responsabilidade começa antes do negócio abrir.

          Se pretender conhecer mais sobre Fluxo de Caixa, inclusive como fazê-lo passo a passo, acesse neste mesmo blog a página http://administracaonoblog.blogspot.com.br/2011/03/fluxo-de-caixa.html, e boa sorte.

 

Fonte e Sítios Consultados

http://www.revista.inf.br/adm12/pages/artigos/ADM-edic12-anovii-art02.pdf

http://administracaonoblog.blogspot.com.br/2011/03/fluxo-de-caixa.html

 

3 de janeiro de 2013

Microempresas - agendamento da opção pelo simples e CONTABILIDADE PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE



Receita Federal e o agendamento da opção pelo Simples
 


       Foi até o dia 28 de dezembro de 2012 o prazo para microempresas e empresas de pequeno porte agendarem a opção pelo Simples Nacional para o ano de 2013. O serviço esteve disponível no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br) e buscou facilitar o processo para o ingresso no regime tributário simplificado Simples Nacional. Segundo a Receita Federal, a intenção com o agendamento era a antecipação das verificações de pendências que pudessem impedir o ingresso no Regime. No caso de qualquer pendência, o agendamento não seria aceito e o contribuinte teve até o dia 28 de dezembro para regularizar a situação e fazer um novo agendamento. Com o fim deste prazo, o contribuinte ainda pode fazer a solicitação da opção pelo Simples Nacional até o último dia útil do mês de janeiro.
Além disso, o contribuinte teve a sua disposição, durante este mesmo período, a possibilidade de cancelar o pedido do agendamento da opção pelo Simples Nacional por meio de um aplicativo disponível no Portal do Simples Nacional. Para os contribuintes que não tiverem nenhuma pendência, a solicitação de opção para 2013 já estava confirmada e no dia 1º de janeiro de 2013 um registro da opção pelo Simples Nacional seria gerado automaticamente. Segundo a Receita Federal, não haveria agendamento para a opção pelo SIMEI e nem para empresas em início de atividade. O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido destinado a microempresas e empresas de pequeno porte que tenham faturamento máximo de R$ 3.6 milhões e que não incorram em nenhuma das vedações previstas na Lei Complementar nº123, de 2006.

 
Redução de impostos atrai

Segundo o consultor empresarial Valdecir Buosi, entre as principais vantagens para os contribuintes que optam pelo Simples Nacional estão à possibilidade de menor tributação em relação a outros regimes tributários; a maior facilidade no atendimento da legislação tributária, previdenciária e trabalhista; simplificação no pagamento de diversos tributos abrangidos pelo sistema; possibilidade de tributar as receitas à medida do recebimento das vendas; entre outras. Além disso, uma pequena empresa que faz parte do Simples Nacional tem vantagem em licitações, garante Buosi.
”Nas licitações será assegurada, como critério de desempate, preferência de contratação para as microempresas e empresas de pequeno porte. O Decreto 6.204/2007 regulamenta o tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para as microempresas e empresas de pequeno porte nas contratações públicas de bens, serviços e obras, no âmbito da administração pública federal”, afirmou o consultor.

Maior competitividade

Para o empresário Wilson Soubhia Junior, que possui uma microempresa com o Simples Nacional, a redução na carga tributária é o principal destaque do Regime. “O Simples ameniza a carga tributária, você consegue embutir todos os impostos com uma alíquota muito menor, algo que não seria possível em nenhuma outra modalidade”, disse. A opinião é compartilhada pelo também empresário dono de microempresa Luiz Henrique Mendes. “A principal vantagem é alíquota de imposto reduzida, algo que deveria ser ampliado para todos os empresários, como é nos EUA, possibilitando uma maior competitividade”, afirma. Entre as desvantagens de se fazer parte do Regime está o valor teto de arrecadação de uma empresa. Para Soubhia Junior, a dificuldade é se manter dentro dos valores estipulados pelo governo. “Falta atualização no valor teto. Ficamos seis, sete anos sem qualquer atualização enquanto que a arrecadação das empresas vai aumentando de forma natural, o que nos obriga a segurar um pouco para não ultrapassar o valor máximo”, afirmou.

 


Caixa tem verba para micro empresas

A Caixa Econômica Federal reforçou em R$ 600 milhões o orçamento para concessão de crédito a micro e pequenas empresas nas operações do Programa de Geração de Emprego e Renda Urbano (Proger Urbano). O valor é proveniente dos recursos liberados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Até final de dezembro, pessoas jurídicas com faturamento de até R$ 7,5 milhões por ano podem ser atendidas com os empréstimos. As linhas de crédito do Proger podem ser usadas para compra de equipamentos e reformas, além de contar com modalidade de capital de giro associado. O prazo máximo das operações é 48 meses, com carência de até 6 meses, ao custo da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 5% ao ano.

 


CONTABILIDADE PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE


03, jan. 2013

 

Publicada recentemente a Resolução número 1.418, do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). O documento entrou em vigor na data da publicação e aprova a Interpretação Técnica Geral (ITG) 1000– Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte.

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

ITG 1000 – MODELO CONTÁBIL PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

Alcance

  1. Esta Interpretação estabelece critérios e procedimentos simplificados a serem observados pelas entidades definidas e abrangidas pela NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, que optarem pela adoção desta Interpretação, conforme estabelecido no item 2.
  2. Esta Interpretação é aplicável somente às entidades definidas como “Microempresa e Empresa de Pequeno Porte”, conforme definido no item 3.
  3. Para fins desta Interpretação, entende-se como “Microempresa e Empresa de Pequeno Porte” a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada ou o empresário a que se refere o Art. 966 da Lei n.º 10.406/02, que tenha auferido, no ano calendário anterior, receita bruta anual até os limites previstos nos incisos I e II do Art. 3º da Lei Complementar n.º 123/06.
  4. A adoção dessa Interpretação não desobriga a microempresa e a empresa de pequeno porte a manutenção de escrituração contábil uniforme dos seus atos e fatos administrativos que provocaram, ou possam vir a provocar, alteração do seu patrimônio.
  5. A microempresa e a empresa de pequeno porte que optarem pela adoção desta Interpretação devem avaliar as exigências requeridas de outras legislações que lhe sejam aplicáveis.
  6. A microempresa e a empresa de pequeno porte que não optaram pela adoção desta Interpretação devem continuar a adotar a NBC TG 1000 ou as Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas Gerais completas, quando aplicável.

Definições

7. As definições de termos utilizados nesta Interpretação constam no Glossário de Termos, incluído na NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas, aprovado pela Resolução CFC n.º 1.285/10.

Escrituração

8. A escrituração contábil deve ser realizada com observância aos Princípios de Contabilidade, aprovados pela Resolução CFC n.º 750/93, e em conformidade com as disposições contidas nesta Interpretação.

9. As receitas, as despesas e os custos do período da entidade devem ser escriturados contabilmente, de acordo com o regime de competência.

10. Os lançamentos contábeis no Livro Diário devem ser feitos diariamente. É permitido, contudo, que os lançamentos sejam feitos ao final de cada mês, desde que tenham como suporte os livros ou outros registros auxiliares escriturados em conformidade com a ITG 2000 – Escrituração Contábil, aprovada pela Resolução CFC n.º 1.330/11.

11. Para transações ou eventos materiais que não estejam cobertos por esta Interpretação, a entidade deve utilizar como referência os requisitos apropriados estabelecidos na ITG 2000 – Escrituração Contábil e na NBC TG 1000 – Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas.

12. Para salvaguardar a sua responsabilidade, o profissional da Contabilidade deve obter Carta de Responsabilidade da administração da entidade para a qual presta serviços, podendo, para tanto, seguir o modelo sugerido no Anexo 1 desta Interpretação.

13. A Carta de Responsabilidade deve ser obtida conjuntamente com o contrato de prestação de serviços contábeis de que trata a Resolução CFC n.º 987/03 e renovada ao término de cada exercício social.

14. A Carta de Responsabilidade tem por objetivo salvaguardar o profissional da Contabilidade no que se refere a sua responsabilidade pela realização da escrituração contábil do período-base encerrado, segregando-a e distinguindo-a das responsabilidades da administração da entidade, sobretudo no que se refere à manutenção dos controles internos e ao acesso às informações.

Critérios e procedimentos contábeis

15. O custo dos estoques deve compreender todos os custos de aquisição, transformação e outros custos incorridos para trazer os estoques ao seu local e condição de consumo ou venda.

16. O custo dos estoques deve ser calculado considerando os custos individuais dos itens, sempre que possível. Caso não seja possível, o custo dos estoques deve ser calculado por meio do uso do método “Primeiro que Entra, Primeiro que Sai” (PEPS) ou o método do custo médio ponderado. A escolha entre o PEPS e o custo médio ponderado é uma política contábil definida pela entidade e, portanto, esta deve ser aplicada consistentemente entre os períodos.

17. Os estoques devem ser mensurados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável líquido. Para estoques de produtos acabados, o valor realizável líquido corresponde ao valor estimado do preço de venda no curso normal dos negócios menos as despesas necessárias estimadas para a realização da venda. Para estoques de produtos em elaboração, o valor realizável líquido corresponde ao valor estimado do preço de venda no curso normal dos negócios menos os custos estimados para o término de sua produção e as despesas necessárias estimadas para a realização da venda.

18. Um item do ativo imobilizado deve ser inicialmente mensurado pelo seu custo. O custo do ativo imobilizado compreende o seu preço de aquisição, incluindo impostos de importação e tributos não recuperáveis, além de quaisquer gastos incorridos diretamente atribuíveis ao esforço de trazê-lo para sua condição de operação. Quaisquer descontos ou abatimentos sobre o valor de aquisição devem ser deduzidos do custo do imobilizado.

19. O valor depreciável (custo menos valor residual) do ativo imobilizado deve ser alocado ao resultado do período de uso, de modo uniforme ao longo de sua vida útil. É recomendável a adoção do método linear para cálculo da depreciação do imobilizado, por ser o método mais simples.

20. Se um item do ativo imobilizado apresentar evidências de desvalorização, passando a ser improvável que gerará benefícios econômicos futuros ao longo de sua vida útil, o seu valor contábil deve ser reduzido ao valor recuperável, mediante o reconhecimento de perda por desvalorização ou por não recuperabilidade (impairment).

21. São exemplos de indicadores da redução do valor recuperável, que requerem o reconhecimento de perda por desvalorização ou por não recuperabilidade:

(a) declínio significativo no valor de mercado;

(b) obsolescência;

(c) quebra.

22. Terreno geralmente possui vida útil indefinida e, portanto, não deve ser depreciado. Edificação possui vida útil limitada e, portanto, deve ser depreciado.

23. As receitas de venda de produtos, mercadorias e serviços da entidade devem ser apresentadas líquidas dos tributos sobre produtos, mercadorias e serviços, bem como dos abatimentos e devoluções, conforme exemplificado no Anexo 3 desta Interpretação.

24. A receita de prestação de serviço deve ser reconhecida na proporção em que o serviço for prestado.

25. Quando houver incerteza sobre o recebimento de valor a receber de clientes, deve ser feita uma estimativa da perda. A perda estimada com créditos de liquidação duvidosa deve ser reconhecida no resultado do período, com redução do valor a receber de clientes por meio de conta retificadora denominada “perda estimada com créditos de liquidação duvidosa”.

Demonstrações contábeis

26. A entidade deve elaborar o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado e as Notas Explicativas ao final de cada exercício social. Quando houver necessidade, a entidade deve elaborá-los em períodos intermediários.

27. A elaboração do conjunto completo das Demonstrações Contábeis, incluindo além das previstas no item 26, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, a Demonstração do Resultado Abrangente e a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, apesar de não serem obrigatórias para as entidades alcançadas por esta Interpretação, é estimulada pelo Conselho Federal de Contabilidade.

28. As Demonstrações Contábeis devem ser identificadas, no mínimo, com as seguintes informações:

(a) a denominação da entidade;

(b) a data de encerramento do período de divulgação e o período coberto; e

(c) a apresentação dos valores do período encerrado na primeira coluna e na segunda, dos valores do período anterior.

29. No Balanço Patrimonial, a entidade deve classificar os ativos como Ativo Circulante e Não Circulante e os passivos como Passivo Circulante e Não Circulante.

30. O Ativo deve ser classificado como Ativo Circulante quando se espera que seja realizado até 12 meses da data de encerramento do balanço patrimonial. Nos casos em que o ciclo operacional for superior a 12 meses, prevalece o ciclo operacional.

31. Todos os outros ativos devem ser classificados como Ativo Não Circulante.

32. O Passivo deve ser classificado como Passivo Circulante quando se espera que seja exigido até 12 meses da data de encerramento do balanço patrimonial. Nos casos em que o ciclo operacional for superior a 12 meses, prevalece o ciclo operacional.

33. Todos os outros passivos devem ser classificados como Passivo Não Circulante.

34. No mínimo, o Balanço Patrimonial deve incluir e evidenciar os grupos de contas apresentados no Anexo 2 desta Interpretação.

35. No mínimo, a Demonstração do Resultado deve incluir e evidenciar os grupos de contas apresentados no Anexo 3 desta Interpretação.

36. Itens adicionais, nomes de grupos e subtotais devem ser apresentados no Balanço Patrimonial ou na Demonstração do Resultado se forem relevantes e materiais para a entidade.

37. As despesas com tributos sobre o lucro devem ser evidenciadas na Demonstração do Resultado do período.

38. Quaisquer ganhos ou perdas, quando significativos, por serem eventuais e não decorrerem da atividade principal e acessória da entidade, devem ser evidenciados na Demonstração do Resultado separadamente das demais receitas, despesas e custos do período.

39. No mínimo, as Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis devem incluir:

(a) declaração explícita e não reservada de conformidade com esta Interpretação;


(b) descrição resumida das operações da entidade e suas principais atividades;


(c) referência às principais práticas contábeis adotadas na elaboração das demonstrações contábeis;


(d) descrição resumida das políticas contábeis significativas utilizadas pela entidade;


(e) descrição resumida de contingências passivas, quando houver; e


(f) qualquer outra informação relevante para a adequada compreensão das demonstrações contábeis.

Plano de contas simplificado

40. O Plano de Contas, mesmo que simplificado, deve ser elaborado considerando-se as especificidades e natureza das operações realizadas, bem como deve contemplar as necessidades de controle de informações no que se refere aos aspectos fiscais e gerenciais.

41. O Plano de Contas Simplificado, apresentado no Anexo 4 desta Interpretação, deve conter, no mínimo, 4 (quatro) níveis, conforme segue:

Nível 1: Ativo;

Passivo e Patrimônio Líquido; e

Receitas, Custos e Despesas (Contas de Resultado).

Nível 2: Ativo Circulante e Ativo Não Circulante.

Passivo Circulante, Passivo Não Circulante e Patrimônio Líquido.

Receitas de Venda, Outras Receitas Operacionais, Custos e Despesas Operacionais.

Nível 3: Contas sintéticas que representam o somatório das contas analíticas que recebem os lançamentos contábeis, como, por exemplo, Caixa e Equivalentes de Caixa.

Nível 4: Contas analíticas que recebem os lançamentos contábeis, como, por exemplo, Bancos Conta Movimento.

42. Uma exemplificação dos 4 (quatro) níveis descritos no item 41 é a seguinte:

Nível 1 – Ativo

Nível 2 – Ativo Circulante

Nível 3 – Caixa e Equivalentes de Caixa

Nível 4 – Bancos Conta Movimento

 
 

Fonte e Sítios consultados



http://www.casadocontabilista.com.br/contabilidade-para-microempresas-e-empresas-de-pequeno-porte/

 
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