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Administração no Blog

Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

10 de janeiro de 2017

Fundamentos de Excelencia




Antes de iniciarmos esse tema sobre fundamentos de excelência é necessário reforçar que as organizações são sistemas vivos, integrantes de ecossistemas complexos, com os quais interagem e dos quais dependem - a excelência em uma organização depende, fundamentalmente, de sua capacidade de perseguir seus propósitos em completa harmonia com seu ecossistema.

Também é importante saber que toda empresa possui um modelo de Gestão, se bem que algumas possuem modelos mais avançados e proativos, outras possuem um modelo mais reativo, enquanto que algumas outras demonstram grande nível de padronização. O que realmente importa é que as empresas precisam definir uma sistemática para gerenciar seus processos - isso significa dizer que as empresas que não o fazem estão fadadas ao fracasso.

Contudo é comum encontrar algumas empresas que apresentam melhores resultados que outras e ainda têm que apresentar um comportamento de classe mundial ‘se destacando perante’ outras empresas no mundo todo. Nessa hora cabe fazer esta pergunta: O que essas empresas fazem para obterem tanto sucesso?

Para tentar responder a estas questões, alguns organismos internacionais de Gestão da Qualidade avaliaram grandes empresas do mundo e identificaram os fatores que definem uma empresa de classe mundial. As organizações consideradas como referenciais de excelência em nível internacional são aquelas que têm prosperado e alcançado a liderança internacional em suas respectivas áreas de atuação e que são exemplos reconhecidos de atuação em harmonia com o meio ambiente e integração com a sociedade - daí surgiram os Fundamentos da Excelência presentes no MEG (Modelo de Excelência de Gestão) desenvolvido pela Fundação Nacional da Qualidade (FQN).

Esse é o Modelo que concentra as melhores práticas de gestão observadas no mundo, os quais são revisados anualmente, e adotam o princípio do PDCA (melhoria contínua), com aprendizado a cada ciclo (PDCL).

Todas as empresas que adotaram essa abordagem alcançaram melhorias em seus processos e resultados, pois a ênfase está na forma de se usar as técnicas de gestão e qualidade com a qual elas são realizadas - Outro ponto importante é considerar que este não é um método prescritivo (como a receita de um bolo), e sim uma ‘auto avaliação’ que possibilita fazer um diagnóstico preciso dos pontos e áreas onde ocorrem “possibilidades de melhoria”, respeitando-se a individualidade e particularidade de cada empresa e de cada negócio.




Conheça estes fundamentos:

·        Pensamento sistêmico: Este fundamento consiste em entender os relacionamentos interdependentes entre os diversos componentes da empresa e também entre a empresa e o ambiente externo. As empresas que pensam de forma sistêmica não apresentam as disputas insalubres entre as áreas e as pessoas; não existem ‘muros’ entre os departamentos e todos têm a consciência de que são apenas um elo em toda a cadeia produtiva e fazem parte de uma organização cujo objetivo é atender ao cliente.

·        Aprendizado organizacional: É a busca em alcançar um novo patamar de conhecimento para a empresa através da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências. Uma empresa que adota este fundamento é uma empresa viva, uma empresa criativa, que se renova e que se adapta rapidamente às novas condições do mercado.

·        Cultura da inovação: Encontramos aqui a promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias que possam gerar um diferencial competitivo para a empresa. As empresas inovadoras estão à frente do mercado atendendo às necessidades do cliente de forma mais rápida e surpreendente. Pessoas que têm suas ideias e sugestões aceitas e que têm liberdade para inovar em seu trabalho são mais motivadas do que aquelas que são engolidas pela rotina e não podem mudar nada em suas atividades.

·        Liderança e constância de propósitos: É a atuação de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando ao desenvolvimento da cultura da excelência, à promoção de relações de qualidade e à proteção dos interesses das partes interessadas. Empresas que apresentam este fundamento possuem líderes capazes de obter o máximo desempenho das pessoas.

·        Orientação por processos e informações: Trata-se da compreensão e segmentação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas, sendo que as tomada de decisões e a execução de ações devem ter como base a medição e a análise do desempenho levando em consideração as informações disponíveis e incluindo os riscos identificados. Adotar este fundamento significa enxergar a empresa como uma coleção de processos interligados e interdependentes com um propósito comum, além de tomar decisões com base em fatos e dados aumentando a probabilidade de uma decisão mais acertada.

·        Visão de futuro: A importância de saber onde se deseja chegar e ter o conhecimento e a compreensão dos fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo, em curtos e longos prazos, visando sua perenidade. Empresas que adotam tal fundamento percebem que as coisas que acontecem hoje têm impacto no futuro da organização e compreendem que fatores podem influenciar na permanência da empresa no mercado através dos anos.

·        Geração de valor: Este fundamento é o alcance de resultados consistentes, assegurando a perenidade da organização pelo aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas. Empresas que adotam este fundamento sempre objetivam agregar valor para todos: sócios, funcionários, clientes, sociedade etc.

·        Valorização das pessoas: Estabelecendo relações com as pessoas, criando condições para que elas se realizem profissionalmente e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, desenvolvimento de competências e espaço para empreender. A valorização das pessoas cria um ambiente favorável para a inovação e para o crescimento sustentado da empresa através de pessoas motivadas e comprometidas com a excelência.

·        Conhecimento sobre o cliente e o mercado: Este é muito importante para o sucesso, já que ele consiste em conhecer e compreender o cliente e o mercado visando à criação de valor de forma sustentada para o cliente e, consequentemente, gerando maior competitividade nos mercados. As empresas que conhecem bem seus clientes e seu mercado são capazes de se antecipar às mudanças e de oferecer produtos de maior valor agregado a seus clientes gerando fidelização.

·        Desenvolvimento de parcerias: Aqui encontramos o desenvolvimento de atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para ambas às partes. Nenhuma empresa sobrevive sozinha, nenhuma empresa possui o estado-da-arte em todas as partes do processo produtivo. A criação de parcerias é uma forma de obter o máximo potencial dos envolvidos gerando benefícios para todos.

·        Responsabilidade social: Este consiste na atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona, estando voltada para o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos culturais e ambientais para gerações futuras; respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização. Este fundamento está fortemente relacionado com a visão de futuro. As empresas responsáveis socialmente percebem que estão inseridas em um ambiente e que só conseguirão se perenizar se o ambiente permanecer favorável.



Estrutura do MEG®

A representação do MEG da FNQ organiza os seus oito Critérios de forma sistêmica, evidenciando o seu caráter interdependente e complementar, visando à geração de resultados – e de acordo com o MEG, a organização pode ser considerada como um sistema orgânico, adaptável ao ambiente externo. Os vários elementos do Modelo encontram-se imersos num ambiente de informação e conhecimento, e relacionam-se de forma harmônica e integrada, voltados para a geração de resultados.


Estes fundamentos foram ‘traduzidos’ nos oito Critérios da Excelência:

·       Liderança
·       Estratégias e Planos
·       Clientes
·       Sociedade
·       Informações e Conhecimento
·       Pessoas
·       Processos
·       Resultados


É certo que os onze Fundamentos da Excelência expressam conceitos reconhecidos internacionalmente e que se traduzem em práticas ou fatores de desempenho encontrados em organizações líderes de classe mundial, que buscam constantemente se aperfeiçoar e se adaptar às mudanças globais.

A sua leitura permite ao administrador tomar conhecimento do estado da arte em conceitos que devem ser seguidos por todas as empresas de qualquer tamanho, de qualquer segmento, público ou privado, incluindo as Organizações Não Governamentais - tais fundamentos da excelência são desdobrados em critérios de excelência.

Os critérios de excelência por sua vez são compostos por questões que abordam os processos gerenciais e devem ser respondidas pela empresa segundo o diagrama de gestão - essas respostas permitem a empresa identificar as lacunas da sua gestão frente aos principais conceitos reconhecidos internacionalmente.

Na sequência a empresa elabora as Ações de Melhorias e as implanta se tornando mais produtiva e competitiva em níveis internacionais – e é importante ressaltar que a implantação do Modelo de Excelência na Gestão® deve partir da incorporação dos Fundamentos da Excelência pela organização e, depois disso, do uso das práticas para atender aos critérios.


Acompanhe essa síntese das demandas de cada critério de excelência.

LIDERANÇA – Esse é o momento de examinar a governança da organização, incluindo aspectos relativos à transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Também examina como é exercida a liderança, incluindo temas como o controle dos padrões de trabalho e aprendizado. O critério aborda a análise do desempenho da organização enfatizando a comparação com o de outras organizações e o atendimento aos requisitos das partes interessadas.

ESTRATÉGIAS E PLANOS - Este critério examina o processo de formulação das estratégias, enfatizando a análise do mercado de atuação e do macro ambiente. Também examina o processo de implementação das estratégias, incluindo a definição de indicadores, o desdobramento das metas e planos para as áreas da organização e o acompanhamento dos ambientes internos e externos.

CLIENTES – Analisamos como a organização segmenta o mercado e como identifica e trata as necessidades e expectativas dos clientes e dos mercados; divulga seus produtos e marcas; e estreita seu relacionamento com os clientes. Também examina como a organização avalia a satisfação e insatisfação dos clientes.

SOCIEDADE - Este critério examina o cumprimento da responsabilidade socioambiental pela organização, destacando ações voltadas para o desenvolvimento sustentável. Também examina como a organização promove o desenvolvimento social, incluindo a realização ou apoio a projetos sociais ou voltados para o desenvolvimento nacional, regional, local ou setorial.

INFORMAÇÕES E CONHECIMENTO – Aqui investigaremos a gestão das informações, incluindo a obtenção de Informações comparativas pertinentes. Também examinaremos como a organização Identifica, desenvolve, mantém e protege os seus ativos intangíveis.

 PESSOAS – Neste momento são examinados os sistemas de trabalho da organização, incluindo a organização do trabalho, os processos relativos à seleção e contratação de pessoas, assim como o estímulo ao desempenho de pessoas. Também examina os processos relativos à capacitação e desenvolvimento das pessoas e como a organização promove a construção do ambiente propício à qualidade de vida das pessoas, interna e externamente ao ambiente de trabalho.

PROCESSOS - Este critério examina como a organização identifica, gerencia, analisa e melhora os processos principais do negócio e os processos de apoio. Também examina como a organização gerencia o processo de relacionamento com os fornecedores e conduz a gestão dos processos econômico-financeiros, visando à sustentabilidade econômica do negócio.

RESULTADOS – Esse é o momento de analisar os resultados relevantes da organização, abrangendo os econômico-financeiros e os relativos aos clientes e mercados, sociedade, pessoas, processos principais do negócio e de apoio, assim como os relativos ao relacionamento com fornecedores.








Fonte e Sítios Consultados

http://www.novosolhos.com.br





Empresas Digitais Brasileiras




Atualmente, a produtividade digital é uma regra e aqueles que não participarem disso estão condenados  ao desaparecimento, isso significa dizer que a utilização das tecnologias não é só aumentar a eficiência ou melhorar a utilização dos ativos, atualmente essa é uma questão de sobrevivência - isso em razão dessas muitas soluções serem capazes de afetar positivamente a eficiência das empresas e ao mesmo tempo, contribuir para a satisfação dos clientes.

         O fato é que todos os documentos corporativos passaram a ser digitalizados e estão disponíveis para serem consultados com maior agilidade, embora esses resultados sejam rápidos, é possível perceber que esse impacto é sentido de diferentes formas nos vários setores do mercado corporativo. Mas uma ação é possível a todos, trata-se da utilização de uma comunicação mais veloz que chegou para eliminar e muito o desperdício de tempo, seja padronizando processos ou simplesmente pela melhoria da comunicação dos colaboradores com seus gestores. E isso se explica pelo fato da utilização dos modelos digitais que contribuem para que as empresas possam simplificar as suas operações e se manter sempre conectadas, e sabemos que isso irá possibilitar uma aproximação maior entre a empresa e os seus clientes.

  Além da proximidade com os clientes, a utilização dessas soluções digitais disponibiliza algumas ações:

·          Rapidez nas tomadas de decisões
·          Rápida avaliação das operações
·          Controle da cadeia de suprimentos
·         Gestão dos riscos
·          Oportunidades do Mercado


Também é verdade que os colaboradores acabam levando para as empresas algumas ferramentas digitais utilizadas por eles, que no final acabam contribuindo de alguma forma para o sucesso das operações e isso trouxe uma quebra de paradigmas na utilização de tecnologias que até então eram só de uso pessoal, como as redes sociais e os vários dispositivos moveis que são utilizados. E para comprovar isso basta consultarmos o Instituto de pesquisa de mercado IDC, que divulgou o número dos dispositivos móveis que no ano de 2010 eram de 26% no segmento de Smart Connected Devics (desktops, notebooks, tablets e smartphones) e no ano de 2014 já eram 81% depois de mais de 58 milhões de novos dispositivos móveis.



     Encerramos este com o pensamento de que a popularização dos dispositivos móveis e dos aplicativos aqui no Brasil é cada vez mais presente no dia a dia da população e junto vieram os novos modelos de comportamentos da sociedade brasileira. Em outras palavras, as empresas que ainda relutam em entrar para o mundo digital - é melhor que se apressem, pois com a velocidade atual das coisas, talvez elas não tenham muito tempo para fazer isso.














Fonte e Sítios Consultados

https://corporate.canaltech.com.br

http://blog.totvs.com



7 de janeiro de 2017

Tendências e Inovações em 2017




Não é novidade para ninguém que a todo instante surgem novas tecnológicas capazes de transformar ainda mais’ esse mundo digital do século 21- mundo esse onde se encontram a maioria dos modelos de negócios atualmente, porém, o mais importante é saber que toda essa transformação digital exigirá ‘e muito’ a colaboração, o planejamento e a inclusão de todos os departamentos das empresas.

Veja o que já é realidade e o que ainda pode vir neste ano de 2017:

·        Inovação deve acontecer rapidamente: não é, nem será apenas sobre inovação. É sobre a velocidade e rapidez com que esta surge no mercado, e se torna competitiva. As novas tecnologias têm que ser avaliadas, testadas, analisadas e julgadas rapidamente do que nunca. As empresas já não se podem dar ao luxo de desperdiçar tempo e recursos na implementação de novas ferramentas que oferecem nenhum valor em tempo real. “Fail faster, to succed faster”.


·        Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR): o sucesso retumbante do aplicativo Pokémon GO AR é um alerta para qualquer empresa que não tenha avaliado o potencial da AR e da VR. Essas tecnologias já foram limitadas à esfera de jogo, mas são agora mais fáceis de implementar do que nunca. A mudança dominante em direção à VR e AR fornece novas maneiras de se conectar com os clientes e possuir uma oferta única, com interações memoráveis. A popularidade da AR e VR pode também abrir as portas para a gamification no local de trabalho.

·        Maior importância da experiência do usuário: a experiência dos clientes (e também as dos colaboradores) é o objetivo final de qualquer transformação digital. Uma experiência de utilizador de alto nível é uma fantástica maneira de manter os clientes envolvidos e comprometidos com a marca/empresa. Este é um processo abrangente. Em qualquer lugar e em todos os lugares os clientes podem interagir com o seu negócio e a experiência deve ser consistente e positiva, verdadeiramente omnichannel.

·       Big Data e Analytics: a importância do Big Data para o negócios não pode ser ignorada. Sabemos que há uma quantidade estonteante de dados valiosos, mas poucas empresas estão a usá-los. O analytics impulsiona os negócios, mostrando como os seus clientes pensam, o que querem e como o mercado vê a sua marca. Na idade da transformação digital, quase tudo pode ser medido. No próximo ano esta será uma pedra angular de como as empresas operam. Toda decisão importante pode, e deve ser apoiada em Big Data e Analytics.




·        Máquinas inteligentes e de inteligência artificial (AI): dentro em breve, as máquinas serão capazes de aprender e se adaptar a ambientes. A AI tem sido considerada no reino da ficção científica, mas à medida que melhora, torna-se uma realidade – as máquinas de aprendizagem avançada vão substituir postos de trabalho de baixa qualificação, sendo a inteligência artificial capaz de trabalhar em colaboração com “profissionais humanos” para resolver problemas muito complexos. A AI está a tornar-se numa das forças mais disruptivas no mundo das TI.

·        Aumento da agilidade e adaptabilidade no negócio: a mudança é inevitável, ou será inevitável. Contudo, a já famosa transformação digital não é só sobre incorporação de tecnologias, mas sim sobre a cultura da empresa moderna que tem que estar preparada para a mudança e ter colaboradores que a consigam abraçar. Irá registar-se um esforço geral nos CIOs em aumentar a agilidade da empresa.

·  A transformação digital será impulsionada pelo IoT: a IoT oferece uma visão incomensurável na mente do cliente e também está a mudar a forma como o dia-a-dia funciona por ajudar a criar cidades mais eficientes. Com uma estimativa de 50 bilhões de IoT Sensors em 2020 e mais de 200 mil milhões de “coisas” na Internet em 2030, não existem dúvidas de que a Internet das coisas transformará os modelos de negócio.




·  A força de trabalho remota: jovens profissionais (Millenials) preferem flexibilidade acima de tudo. A tecnologia móvel e a proliferação da largura de banda permitem que as empresas se conectem com os melhores talentos em qualquer lugar do mundo, em qualquer fuso-horário.

· Interfaces de programação de aplicações (API): novas ferramentas e tecnologias precisam de mais do que um caminho para a viabilidade, caso contrário, o seu valor cai rapidamente. As APIs são uma arma secreta para abraçar a verdadeira transformação digital. eBay e PayPal são duas empresas que têm contado de forma significativa com estas tecnologias, as quais permitem gerir um volume extremamente elevado de transações. Em vez de ser ‘forçado’ a ”casar com uma plataforma”, a API irá abrir as portas para várias plataformas juntas no mesmo ecossistema – rápido e flexível.

    Por enquanto é isso, mas tem muito mais vindo por aí...







Fonte e sítios consultados

CIONET

http://news.bizmeet.com.br


24 de dezembro de 2016

Natal da Corrupção Brasileira - (2016, 2017 e 2018)







Os brasileiros vão tentar celebrar a data do Natal e do Ano Novo neste final do ano de 2018 com um pouco de alegria, mesmo sabendo que este é um dos piores períodos pelos quais os brasileiros já passaram devido a alguns fatores como: 

- corrupção presente em todos os segmentos, 
- a falta de empregos, 
- a exclusão social,
- a violência generalizada, 
- a falta de saúde e etc... 

E a razão da maioria dos problemas brasileiros é o fato de estarmos diante do Brasil mais corrupto que este Brasil já 'vivenciou'. Mesmo sabendo que a corrupção sempre existiu aqui pelas nossas bandas - mas desde o ano 2.000, momento em que todos os meios de comunicação passaram a noticiar 'diariamente' manchetes pautadas em atos de corrupção envolvendo escândalos com empresários desonestos, políticos corruptos, gestores corruptos e vários outros setores, e são tantos os casos de corrupção que os brasileiros passaram a acreditar naquele ditado popular: “O Brasil é uma grande casa da mãe Joana”.




Muitos ainda colocam toda a culpa disso somente na baixa escolaridade da população brasileira e eles insistem que esse é o fator preponderante para a proliferação dos casos de desvios de conduta. No entanto, os ‘maiores’ atos corruptos aqui no Brasil estão bem longe da vida comum e do dia a dia do simples cidadão brasileiro - mesmo que apenas uma pequena parte desses casos venha até o conhecimento público. Vamos imaginar o quanto de corrupção fica escondida nas entranhas públicas deste Brasil - isso em razão da corrupção se apresentar em diversos níveis, desde aquela ‘costumeira’ corrupção com interesses políticos, aquela corrupção dos gestores públicos com interesse só em desviar verbas, também existe aquela corrupção ‘básica’ de muitos servidores públicos, e aquele já tradicional ‘jeitinho brasileiro’ - que é aquela corrupçãozinha cotidiana dos cidadãos desonestos.


Sabemos que política brasileira utiliza os meios mais ‘nojentos’ para conseguir governar – em outras palavras isso significa dizer que o que menos importa é o interesse e o ‘bem estar’ da população brasileira. Afinal, os nossos representantes políticos procuram a todo instante por todos os tipos de Benesses - desde que os seus interesses pessoais e partidários sejam atendidos e eles são muitos, como: distribuição de cargos públicos, vantagens, ‘comissionamentos’ e etc. E é claro que isso ocorre em todos os níveis de governos, seja no municipal, estadual e federal. Ou será que ninguém mais se lembra daquele, que até então, era o maior escândalo de corrupção política no Brasil - o escândalo do Mensalão.



         A verdade é que o âmbito governamental brasileiro é contaminado pelo subversivo ‘modus operanti’ da Política Nacional Brasileira, onde, em pouquíssimas ocasiões é possível perceber algum traço de uma gestão de competência - Porém, o mais triste disso tudo é que no final das contas, mesmo que inconscientemente, somos nós os financiadores de toda essa corrupção.



Para finalizar este triste pensamento de natal, será que alguém realmente acreditou que depois da eleições do Brasil (2018) nós conseguiremos estancar toda essa corrupção? Talvez alguns brasileiros realmente pensem dessa forma, assim como existem os que acreditam que o retorno dos Militares ao Poder irão resolver esses problemas.  A pergunta que fica é:  é possível confiar na classe política brasileira, em outras palavras, como fazer um pacto com corruptos?  A nossa única certeza é que os brasileiros precisam além de continuar apoiando operações como a Lava jato e o novo Governo (mesmo que você não seja eleitor dele) também é preciso discutir sobre novas formas de Política para que o Brasil não continue sendo refém dessa Classe Política.






13 de dezembro de 2016

Thomas Edison e suas invenções que usamos até hoje em dia




Muitas pessoas acreditam que a única invenção de Thomas Edison foi à lâmpada elétrica incandescente, isso porque é bem provável que você não saiba que, além disso, objetos como caneta de tatuagem, embalagem a vácuo, rodas de borracha e até mesmo câmeras de vídeo foram pensadas por este gênio.
Vamos acompanhar uma lista com apenas dez invenções de Thomas Alva Edison, que foi um inventor e cientista dos Estados Unidos que viveu entre os anos de 1847 e de 1931.

Lâmpada Elétrica Incandescente
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


 · Lâmpada elétrica incandescente – Esse é um artigo relativamente simples, mas que causou (e ainda causa) um enorme impacto em nossas vidas. Não importa que tipo de lâmpada você utilize em sua casa, o fato é que o ancestral delas é a criação do cientista estadunidense. Aliás, dá para dizer que questões envolvendo luz elétrica foram de grande preocupação para ele, que registrou exatas 424 patentes sobre o tema. Antes de Edison, vários outros inventores tentaram criar uma lâmpada do tipo, mas foi ele que, em 1879, conseguiu criar uma lâmpada incandescente comercializável com um filamento de haste de carvão.


Estrada de ferro eletromagnética
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


·        As estradas de ferros eletromagnéticas surgiram como alternativa eficaz e limpa para a mobilidade urbana e também para o trânsito entre cidades, estados e países em várias partes do mundo. Em 13 de maio de 1880, Thomas Edison fazia o primeiro teste de sua estrada de ferro elétrica em Menlo Park, nos Estados Unidos. Há mais de 130 anos, então, quando temas como sustentabilidade e alternativas ao uso de combustíveis fósseis não estavam tão em vogas, o cientista já iniciava uma ideia que floraria anos depois em várias partes do mundo. As maiores cidades do planeta utilizam trens e metrôs elétricos para levar passageiros e carga de um lado a outro.


Câmera cinematográfica
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)



·        As filmadoras modernas de hoje em dia registram e reproduzem imagens com áudio e vídeo em alta definição e apresentam dezenas de funções diferentes para garantir a qualidade do material produzido. Mas voltando na árvore genealógica das câmeras mais modernas da atualidade está à câmera cinematográfica de Edison, isso porque foi ele quem inventou ainda uma tela para exibir as imagens que capturava em sequência e, quando reproduzidas de forma rápida, davam a impressão de movimento — se pensarmos que os filmes digitais estão aí há muito tempo, dá para dizer que a ideia básica de Edison perdurou durante um longo período na indústria cinematográfica.

Bateria de carro elétrico
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


·        Seria normal que chamassem Thomas Edison de “homem-eletricidade”, pois a base de suas invenções era a energia elétrica. Outra prova disso foi a concepção de baterias de níquel-ferro que ele desenvolvia no início do século 20 e que serviam para prover energia a alguns veículos da época. No ano de 1901, ele apresentou a bateria de níquel-ferro e ela era mais eficiente do que as de ácido de chumbo usadas até então. Suas vantagens eram tanto ecológicas quanto de desempenho, pois causavam menos impacto ambiental e levavam menos tempo para serem recarregadas.

 Fonógrafo
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


·        Quem ouve as músicas que saem dos modernos alto-falantes que o mercado dispõe hoje em dia precisa saber que o bisavô de tudo isso é o fonógrafo. Este aparelho, que lembra muito uma vitrola antiga, foi criado em 1877 para gravar e reproduzir sons por meio de um cilindro, o primeiro do gênero registrado pela humanidade. Edison ainda foi visionário quando projetou reduzir o tamanho de seus fonógrafos a ponto de eles caberem dentro de bonecas e outros brinquedos, dando mais vida a eles. Ou seja, pense na imensidão de coisas que contam com pequenos alto-falantes e que fazem parte da nossa vida todos os dias e a dimensão do pensamento de Edison se amplia ainda mais.


Microfone de carbono
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


·        O microfone de carbono foi inventado entre 1877 e 1878 por Thomas Edison que deu mais eficiência a esse projeto, afinal o seu dispositivo contava com um sistema capaz de converter som em um sinal elétrico, permitindo que a voz fosse transmitida a longas distâncias. Sabe-se que Edison disputou a autoria de sua patente com outro inventor, o germano-americano Emile Berliner, mas a corte federal dos Estados Unidos garantiu a ele a autoria do projeto. Então, até mesmo o captador de áudio do smartphone moderno que você usa hoje tem como ancestral o microfone de carbono de Thomas Edison.


 Caneta elétrica de estêncil
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


As marcações e desenhos na pele são comuns na história das sociedades humanas, sabemos que atualmente isso é feito com máquinas modernas que riscam a pele de forma precisa e competente, mas talvez você não saiba que isso começou há 137 anos justamente com Thomas Edison. Esse norte-americano desenvolveu uma caneta de perfuração que, a princípio, não foi feita para desenhar na pele humana. Isso foi pensado posteriormente, em 1891, por um inventor chamado Samuel O’Reilly, que fez algumas modificações à criação de Edison e adicionou um reservatório de tinta.

Embalagem a vácuo
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)

·        No ano de 1881, Edison patenteou um sistema de preservação de frutas com tecnologia a vácuo que consistia em embalar os produtos em uma jarra. Mais de um século depois, o sistema evoluiu bastante e a ideia básica ainda é aplicada nas embalagens a vácuo que você encontra em qualquer supermercado. Alimentos como carnes, frutas, legumes, café e erva-mate são alguns dos itens comumente encontra embalados a vácuo. Isso garante alimentos livres de germes e bactérias e também assegura maior durabilidade ao sabor do produto.

Gravador de voto eletrográfico
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


·        A urna eletrônica brasileira e outros sistemas digitais de votação têm como antepassado comum o gravador de voto eletrográfico de Thomas Edison, patenteado em 1869, quando ele tinha apenas 22 anos. Essa invenção, que foi sua primeira patente, era conectada à mesa do escriturário, e o eleitor podia mover um tipo de metal para marcar uma das duas colunas (“sim” ou “não”) em cada candidato. O sinal elétrico era enviado à mesa do escriturário e, em contato com as substâncias químicas, registrava o voto. Décadas e décadas depois, o sistema já foi analógico e agora é eletrônico, com métodos que em tese garantem a inviolabilidade do sistema e agilizam bastante a contagem dos votos.

Rodas de borracha
(Fonte da imagem: Reprodução/Google Patents)


·        A roda foi por muito tempo ‘considerada’ a invenção mais revolucionária das invenções humanas, mas antes de Thomas Edison ninguém havia registrado a intenção de cobri-las de borracha. Em sua época, os veículos utilizavam rodas de madeira sem nenhum tipo de cobertura, o que, convenhamos, causava sérios riscos à segurança dos passageiros. Edison então teve a ideia de revestir as rodas de madeira com borracha, dando o pontapé inicial em algo crucial para praticamente todo e qualquer veículo equipado com rodas nos dias de hoje.


Nota: Thomas Edison sempre foi considerado um inventor muito além do seu tempo – sabe-se que ele registrou 2.332 patentes em seu nome, porém esse número é muito discutível, já que todas as invenções dos empregados da Edison General Eletric foram 'registradas' em seu nome. Na verdade a maioria desses inventos não eram completamente 'originais', isso em razão dessas patentes serem compradas por Thomas Edison para serem melhoradas e desenvolvidas pelos seus numerosos empregados - o fato é que o inventor Thomas Edison sempre foi criticado por não compartilhar esses créditos.









Fonte e Sítios Consultados

https://www.tecmundo.com.br



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