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24 de junho de 2016

União Europeia ou Desunião Europeia?



A União Europeia (EU) é uma união econômica e política de 28 Estados-membros independentes situados principalmente na Europa, sua Área é de 4.325.000 km² - ela foi fundada em 01 de novembro de 1993, Maastricht, Países Baixos e possui suas sedes emCidade de Bruxelas, Bélgica – a EU contava com uma taxa de desemprego de 9,6% em abril de 2015 de acordo com a Eurostat – e possui uma divida pública como porcentagem do PIB: 87,4% do PIB (2013) segundo a Eurostat – os fundadores foram: França, Bélgica, Luxemburgo, Itália, Países Baixos e a Alemanha.
Os países integrantes (*pelo menos até a data de 24/06/2016) são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos (Holanda), Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia e Suécia. A Macedônia, a Croácia e a Turquia ainda se encontram em fase de negociação. Estes países são politicamente democráticos, com um Estado de direito em vigor.

 Existem alguns tratados que definem a União Europeia, são eles:

·    Tratado da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA),
·      Tratado da Comunidade Econômica Europeia (CEE),
· Tratado da Comunidade Europeia da Energia Atômica (EURATOM),
·        Tratado da União Europeia (UE) e o
·    Tratado de Maastricht, que estabelece fundamentos da futura integração política. Neste último tratado, se destaca acordos de segurança e política exterior, assim como a confirmação de uma Constituição Política para a União Europeia e a integração monetária, através do euro.

Para o funcionamento de suas funções, a União Europeia conta com instituições básicas como o Parlamento, a Comissão, o Conselho e o Tribunal de Justiça. Todos estes órgãos possuem representantes de todos os países membros.



Os países membros da União Europeia e os 19 países de maiores economias do mundo fazem parte do G20. Os países da União Europeia também são representados nas reuniões anuais do G-8 (Grupo dos Oito).

A Moeda Única é o euro

Com o propósito de unificação monetária e facilitação do comércio entre os países membros, a União Europeia adotou uma única moeda. A partir de janeiro de 2002, os países membros (exceção da Grã-Bretanha) adotaram o euro para livre circulação na chamada Zona do Euro, que envolve 19 países.

Os países que fazem parte da Zona do Euro são:

·        Alemanha,
·        Áustria,
·        Bélgica,
·        Chipre,
·        Eslováquia,
·        Eslovênia,
·        Espanha,
·        Estônia,
·        Finlândia,
·        França,
·        Grécia,
·        República da Irlanda,
·        Itália,
·        Letônia,
·        Lituânia,
·        Luxemburgo,
·        Malta,
·        Países Baixos e
·        Portugal.



O fato é que houve uma grande repercussão mundial no dia 24 de junho de 2016 - com a decisão dos votos de 382 distritos do Reino Unido de se separem da União Europeia, a qual ela faz parte desde 1973. E mesmo que este processo ainda precise passar pelo Parlamento, o que ainda pode demorar uns dois anos, os mercados financeiros mundiais foram muito abalados por essa onda de choque global.

A saída da União Europeia venceu por uma margem apertada - 51.9% a 48,1% - no plebiscito realizado no Reino Unido, o que mostra uma grande divisão no país. Confira abaixo alguns dos fatores que determinaram o veredito dos britânicos, que deve ter consequências profundas no mundo.



*Os motivos pelos quais os britânicos votaram pela saída da União Europeia:


·      O peso (ou não) da economia
O público britânico foi bombardeado de alertas sobre como ficaria mais pobre caso escolhesse sair da União Europeia. Mas isso parece não ter convencido muito.
Especialistas do FMI (Fundo Monetário Internacional), da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e de várias outras organizações se pronunciaram afirmando que o crescimento econômico seria prejudicado, o desemprego aumentaria, o valor da libra cairia e as empresas britânicas ficariam em uma espécie de terra de ninguém fora do bloco.
Internamente, o Bank of England levantou a hipótese de recessão e o governo afirmou que poderia ser obrigado a aumentar o imposto de renda e cortar os gastos no serviço público de saúde (o NHS), na educação e na defesa.
Além disso, o presidente americano, Barack Obama, sugeriu que a Grã-Bretanha voltaria para "o fim da fila" nos acordos com os Estados Unidos.
Enquanto alguns partidários da permanência na UE admitiam que o chamado "Projeto Medo" estava indo longe demais, os defensores da saída foram rápidos em afirmar que o temor era espalhado pelas elites ricas.
Mas o fato de o público ter descartado tão rapidamente as opiniões de especialistas indica algo que supera a simples revolta contra o sistema. Sugere que muitos se sentiram fora do alcance dos benefícios econômicos dos mais de 40 anos de permanência no bloco.

·      Promessa de dinheiro para a saúde
A declaração de que a saída do bloco iria liberar até 350 milhões de libras (mais de R$ 1,7 bilhão) a mais por semana para aplicar na saúde pública é o tipo de frase política dos sonhos para qualquer marqueteiro: fácil de entender e atraente para todas as idades e correntes políticas.
Por isso os partidários da saída da UE a usaram tanto em sua campanha.
E o fato de que a promessa não resiste à análise - o número foi questionado por autoridades do governo e descrito como potencialmente enganador pela Autoridade de Estatísticas britânica - não reduziu sua força.

·      Imigração
A campanha pela saída do bloco transformou a questão da imigração em seu trunfo, principalmente ao englobar assuntos como identidade nacional e cultural, o que tinha apelo entre os eleitores de baixa renda.
O resultado sugeriu que o medo da imigração, o impacto dela na sociedade e o temor do que pode acontecer nos próximos 20 anos eram mais amplos e profundos do que se suspeitava.
O argumento central era de que o Reino Unido não poderia controlar o número de pessoas entrando no país enquanto continuasse no bloco.
A linguagem e imagens usadas pela campanha foram criticadas e houve tensão até mesmo entre as várias correntes partidárias pró-saída. Suas mensagens, porém, estavam em sintonia no argumento central: retomar o controle das fronteiras e garantir a soberania nacional.

·      O primeiro-ministro
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, pode ter saído vitorioso de uma eleição geral e dois referendos nos últimos dez anos, mas sua popularidade parece ter chegado ao fim.
Ao se colocar no centro e à frente da campanha pela permanência na UE, e qualificando a decisão como uma questão de confiança, ele colocou em jogo seu futuro político e reputação pessoal.
Cameron apostou que conseguiria mudar a relação da Grã-Bretanha com a União Europeia até mesmo dentro de seu partido, o Conservador.
O problema é que isso era baseado em promessas de reformas que muitos achavam modestas demais.
Sem conseguir convencer os conservadores mais céticos de seu partido, Cameron também não conseguiu o apoio dos trabalhistas e muito menos dos indecisos.
Com o fracasso, o primeiro-ministro anunciou que renunciará ao cargo em outubro.

·      Os trabalhistas
A campanha pela permanência precisava dos eleitores trabalhistas, e o fato de que eles não participaram tanto quanto esperado ainda vai ser motivo de muita discussão entre os integrantes da oposição ao governo conservador.
O Partido Trabalhista - que tinha 90% de seus parlamentares a favor de ficar na UE - julgou muito mal o comportamento de seus partidários e, quando percebeu que havia algo errado, não conseguiu fazer muita coisa para mudar isso.
Eles até usaram as figuras mais famosas do partido na campanha - como o ex-primeiro-ministro Gordon Brown e o prefeito de Londres Sadiq Khan. Mas não conseguiram mudar a impressão de que havia uma divisão profunda dentro do partido.
Seu líder, Jeremy Corbyn, receberá a maior parte da culpa. Críticos afirmam que o apoio dele à UE foi muito morno, e que sua ênfase na necessidade de uma "Europa social" simplesmente não convenceu muita gente.

·      Estrelas do 'Leave'
Os britânicos sempre souberam que alguns ministros de governo iriam apoiar a saída do bloco.
Mas o ministro da Justiça, Michael Gove, foi além, se tornando um dos grandes motores da campanha pela saída ao lado do ex-prefeito de Londres, o conservador Boris Johnson.
Gove trouxe o peso intelectual e Johnson, o apelo popular que conseguiu conquistar eleitores além da divisão entre conservadores e trabalhistas.
Ambos percorreram o país todo. O ex-prefeito, por exemplo, "mergulhou" em pubs; o ministro ajudou a elaborar o manifesto pela saída e encarou as perguntas do público em programas de TV.
Por outro lado, há também Nigel Farage, líder do Partido Independente do Reino Unido (Ukip) e um dos rostos mais famosos da campanha pela saída do bloco.
Ele fez o que era esperado: provocou muita polêmica com suas declarações e também motivou os eleitores de seu partido e muitos outros a irem votar.

·      Eleitores mais velhos
Nas próximas semanas os especialistas poderão debater detalhes do comparecimento do eleitorado. Uma das conclusões já previstas: os mais velhos aprovaram em peso a saída da União Europeia.
É fato: quanto mais velho é o eleitor, maior é o esforço para ir votar - 78% das pessoas com 65 anos foram às urnas na eleição britânica de 2015; entre as de 18 a 24 anos, 43%; e de 25 a 34 anos, 54%.
Muitos eleitores, porém, correram para se registrar entre os dias 15 de maio e 9 de junho: 2,6 milhões de pessoas, muitas delas jovens, se credenciaram para ir às urnas.

·      Relacionamento difícil
O casamento entre Reino Unido e Europa nunca foi fácil.
Foram necessários anos para os britânicos se juntarem à Comunidade Europeia, em 1975. E muitos apoiaram a entrada de má vontade, ou apenas por razões econômicas superficiais.
Essa ambivalência se transformou em hostilidade: foram décadas de ceticismo de políticos e de grande parte da imprensa britânica em relação à União Europeia.
A geração mais jovem era vista como mais favorável ao bloco, mas ainda é preciso comprovar a afirmação com análises mais detalhadas de como foi a votação desta quinta.
Parece claro que o resultado não é só uma decisão de cunho político, mas também uma declaração de identidade nacional.




      No encerrando deste iremos rever quem são os nossos personagens a Inglaterra, a Grã-Bretanha e o Reino Unido: 

- A Inglaterra é o país que tem como capital a cidade de Londres, onde se localizam o Parlamento britânico e o Palácio de Buckingham, residência oficial da rainha Elizabeth II. 

- A Grã-Bretanha é o nome da maior ilha britânica, que abriga a Inglaterra, o País de Gales e a Escócia. 

- O Reino Unido compreende os três países da Grã-Bretanha mais a Irlanda do Norte. O Reino Unido, cujo nome oficial é Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte, foi criado em 1801, quando a Irlanda foi incorporada ao bloco - em 1922, a República da Irlanda sai da união, deixando apenas a parte norte da ilha no Reino Unido. Em setembro de 2014, os escoceses rejeitaram a independência do país em um plebiscito históricoUm fato interessante é que cada país tem autonomia para decidir questões internas, mas, com a união, o poder passou a ficar mais concentrado em Londres, onde o Parlamento centraliza as decisões sobre o Reino Unido e onde vive a chefe de Estado de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, a rainha Elizabeth II.







Fonte e Sítios Consultados

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36609225
http://veja.abril.com.br






19 de junho de 2016

O Domingo é o começo ou final o da semana?




Oficialmente, o domingo é o último dia da semana – assim diz a Organização Internacional de Padronização (ISO) que estipulou isso no ano de 2004, segundo os padrões mundiais de dias, horas e anos. Embora existam outras opiniões sobre isso, é interessante perceber que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) também qualifica o domingo como último dia da semana, logo, isso faz automaticamente da segunda-feira o primeiro dia da semana.

Alguns podem estar se perguntando, então, a segunda-feira não deveria se chamar "primeira-feira"?

        Isso é mais fácil de responder, essa é uma questão que veio de Portugal - antigamente, lá em Portugal, após a missa de domingo (o dia de descanso na tradição católica) os agricultores tinham por hábito se reunir para vender seus produtos – e isso era conhecido como a feriae, que em latim significa "descanso"  e foi essa palavra que originou a nossa "feira", com o sentido de comércio. 

Então, no dia seguinte, eles vendiam o que sobrava do bazar - era a segunda feira. E esse nome pegou de tal forma, que acabou reforçando (erroneamente) a ideia do dia de domingo ser o começo da semana - mas, na prática, ele é o fim, já que ele é o último dia do "fim de semana".

Em outras palavras, o fim de semana é a parte da semana que compreende o sábado e o domingo – isso porque se entende por final de semana os dias em que a maioria das pessoas que recebem salários não trabalham – assim como a maioria das empresas também não executam as suas atividades, da mesma forma que as escolas, mas, lógico, com algumas exceções como o setor de comércio, de lazer e das atividades recreativas.  

Importante salientar que algumas atividades se concentram nos finais de semana, como atividades religiosas – mas, vale salientar que nos países cristãos, o domingo e o sábado são os dias tradicionais de frequentar as missas ou os cultos. Já em alguns países não cristãos, como os de maioria muçulmana ou judaica o fim de semana pode acontecer em outros intervalos, como na quinta e a sexta-feira ou entre a sexta-feira e o sábado.















Fonte e Sítios Consultados

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/afinal-domingo-e-o-comeco-ou-o-fim-da-semana

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fim_de_semana

14 de junho de 2016

Planejamento por Cenários, como fazer



A criação de cenários é uma ferramenta estruturada que as organizações utilizam visando preparar-se para o futuro, além de ser uma ferramenta da era do conhecimento, a verdadeira intensão é visualizar possíveis configurações que estão por vir, cada um desses possíveis futuros é um "cenário". Quando se planeja o futuro é comum se manter ‘erroneamente’ a ideia de que tudo vai continuar a seguir em uma linha reta – e esse é o problema, pois as coisas não são assim, nada é tão simples no mundo real. A estrada que conduz para frente é por vezes, muito acidentada e repleta de curvas - e é aqui que o Planeamento por cenários desempenha a sua tarefa.
É importante saber que os cenários não são previsões ou prognósticos. Eles na verdade funcionam como linhas da história que ajudam a prever como é que as tendências e inovações atuais irão influenciar o futuro da empresa, de uma forma lógica, trazendo possíveis ‘retratos’ do futuro. Por outro lado, se as tendências evoluírem de uma forma ligeiramente diferente, é muito provável que aparecerão "paisagens" totalmente diferentes das previstas.
Vamos saber mais sobre a criação de cenários - os cenários são histórias cuidadosamente criadas acerca do futuro incorporando uma grande variedade de ideias e integrando-as de uma forma comunicável e útil, os cenários têm como função ajudar a relacionar as incertezas acerca do futuro com as decisões que devem ser tomadas no presente.


Acontece assim: um grupo de pessoas (normalmente executivos) se reúne para definir um pequeno número de cenários – que são as histórias sobre como o futuro poderá se mostrar e como é que isto pode afetar os negócios.
Esse processo conta com certo número de passos, entre eles:
·       A identificação das forças motrizes que têm o potencial para influenciar o sucesso futuro da sua empresa.
·        A definição das incertezas futuras principais para a sua empresa.

·  Com base nestas incertezas, gerar cenários baseados numa abordagem "senão-ou".

·   Calcular cenários de impacto detalhados (determinar de que forma cada cenário irá afetar a empresa).

·   Validar os cenários com especialistas acordados e identificar onde é necessário fazer mais trabalho ou investigação.

·   Identificar as sinalizações importantes que poderão indicar, durante um período, que um determinado cenário vai ocorrer.

·   Avaliar, monitorar, e reavaliar os cenários.

Após essa etapa, fazer uma reflexão sobre esses cenários criados e avaliar as implicações de cada um para a organização. Por exemplo, quando olhamos para um dos cenários, teoricamente plausível de acontecer no futuro podemos questionar:
·        Quais as capacidades que devemos reforçar para prosperar nesse cenário?

·        Que medidas proativas podem ser programadas / adotadas, de modo que a empresa fique ‘melhor’ preparada para lidar com as mudanças à medida que elas forem surgindo?

·        O quanto precisamos ser rápidos e capazes quando os primeiros sinais aparecerem de um novo cenário se formando?


Alguns possíveis exemplos de projetos de planeamento por cenários:
·        Analisar os possíveis efeitos no ambiente através da expansão da empresa para outro local.

·        Determinar os resultados potenciais do lançamento de um novo produto.

·    Tomar decisões sobre a gestão do portfólio baseadas nos potenciais resultados financeiros.

·        Avaliar as novas tecnologias presentes no mercado.

Após a criação de alguns possíveis cenários futuros que podem realmente acontecer, é chegada a hora de fazer uma avaliação sobre a posição competitiva em cada um desses cenários e se planejar de acordo com eles. Isso quer dizer que a grande vantagem do planeamento por cenários é ter mais flexibilidade estratégica:
·       Poder antever onde irão surgir as oportunidades de investimento para cada um dos possíveis cenários futuros.

·       A identificação de possíveis ameaças que possam ser inerentes em um ou outro cenário futuro, assim como reconhecer os seus sinais de aviso.

·     Reforçar as capacidades mais relevantes da empresa a tempo de aproveitar as mudanças antecipadas – antes dos concorrentes.

·    Aprender a complexidade de se pensar de forma criativa e pouco convencional.


Atenção para algumas armadilhas do Planeamento por Cenários:
Ø Pensar e tratar os cenários como previsões.
Ø Construir cenários com base em diferenças muito simplistas.
Ø Não concentrar os cenários em áreas de potencial impacto dos negócios.
Ø Utilizar os cenários como ferramentas ‘informativas / instrutivas’ ao invés de encara-los como uma aprendizagem na formação de estratégias.
Ø Não ter o cuidado de formar boas equipes no processo de planeamento dos cenários.
Ø A falta de estímulos imaginativos suficientes para a concepção dos cenários.
Ø Não dispor / utilizar um facilitador já experimentado para a mediação deste processo.


É certo que ao final da realização do planejamento por cenários, não significa dizer que conseguiremos prever com sucesso o ‘futuro’ – mas, se tivermos feito de forma correta este processo, isso significa que poderemos ter uma melhor compreensão do que pode vir a se materializar. E quando se é o responsável pelo sucesso da organização, dentro do cenário competitivo futuro – conseguir visualizar um futuro que pode se desenvolver não é uma simples previsão, mas uma necessidade vital. Então é certo que precisamos compreender o hoje, para sermos capazes de superar os desafios que estão por vir.


 Fonte e Sítios consultados

https://www.portal-gestao.com


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