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Administração no Blog

Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

15 de fevereiro de 2013

Competências Profissionais mais Requeridas pelas Empresas


Algumas das competências profissionais mais requeridas pelas empresas

 

Na Era do Conhecimento, as empresas têm se preocupado em mapear as competências dos profissionais fundamentais ao desenvolvimento dos negócios. Cada organização tem necessidades diferentes quanto à formação e características comportamentais dos colaboradores, porém, algumas delas são comuns e muito requeridas.

As competências necessárias às atividades de uma companhia de telemarketing serão diferentes das que são relevantes para uma indústria ou uma consultoria, por exemplo. Mas, logicamente, existem algumas competências que são comuns e devem ser buscadas ou desenvolvidas, sendo que a principal delas é a pro atividade”.  
 
 


Especialistas elencaram quais as sete competências comuns mais desejadas:


Proatividade: É a capacidade de agir se antecipando aos fatos e não de forma reativa. Nesse caso, o profissional está ciente da sua responsabilidade em relação aos resultados e também aos fracassos.


Planejamento: Saber quais são os objetivos dos projetos ou dos negócios e como atingi-los.


Priorização: Habilidade de eleger as prioridades no trabalho, começando o trabalho com as atividades mais importantes e urgentes e, depois, passando para as que podem esperar mais ou são menos relevantes


Companheirismo: O relacionamento entre subordinados e líderes, assim como com clientes, fornecedores e demais stakeholders (partes envolvidas com o negócio) deve ser de ganha/ganha. O respeito mútuo é importante, assim como todos devem ganhar. Deve-se abandonar a ideia de tirar vantagem a todo custo.


Escuta empática: Saber ouvir e se colocar no cular dos outros. É preciso primeiro compreender para depois ser compreendido. Segundo Kretly, pessoas que desenvolvem essa competência costumam ser mais eficazes na vida profissional e pessoal.


Sinergia: É preciso conseguir trabalhar em grupo, de maneira sinérgica, porque, assim, as chances de sucesso e ampliação de resultados são maiores. Trata-se de celebrar as diferenças. As pessoas diferentes se completam, geram algo muito maior.


Renovação contínua: É a capacidade de se renovar fisicamente, isto é cuidar do corpo e da vestimenta; de se renovar mentalmente, ao ler bons livros, jornais e buscar cursos e treinamentos constantemente, além de se renovar emocionalmente, a partir de novas amizades e do relacionamento com a família, permitindo-se a ter férias e etc.

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·      12 competências profissionais

O teste Disc é uma avaliação de comportamento consagrada, utilizada por empresas de todo o mundo para avaliar perfis psicológicos de funcionários e candidatos. "A Disc é uma ótima ferramenta quando combinada com outras variáveis, não deve ser usada sozinha", diz o diretor de RH da Eternit, fabricante de telhas e caixas d’água, de São Paulo, que utiliza o teste há mais de cinco anos.

Na reportagem ‘Que tipo de profissional é você?’, da revista VOCÊ S/A, foi apresentado um retrato do profissional brasileiro e dos perfis de analista, gerente, diretor e presidente.

 
 - abaixo 12 competências profissionais -

 
Determinação
É agir de forma direta e ter dificuldade de ouvir as pessoas. O profissional muito determinado não é sociável e toma decisões impopulares.

Individualismo
Quando os interesses pessoais impulsionam o profissional a fazer aquilo que deseja. Sua principal fonte de energia são seus objetivos.

Autonomia
Característica de quem age de acordo com aquilo que acha correto, sem esperar pela opinião de terceiros. Pessoa que tem um ponto de vista forte.

Persuasão
É procurar sempre convencer os demais de suas ideias e persuadi-los sobre seu ponto de vista.

Intuição
Quem tem essa característica acredita firmemente em sua intuição e é regido por ela para tomar decisões na maioria das vezes.

Persistência
Perfil de quem foca o caminho a que deseja chegar e fecha os olhos para tudo o mais que possa tirá-lo de sua meta.

Sociabilidade
A pessoa sociável procura estar bem com todos e tende a não tomar atitudes que possam gerar conflito. Quem é sociável não costuma agir por impulso.

Dependência
É esperar ter certeza para agir. A motivação da pessoa depende muito de estímulos dos outros e do que percebe do meio.

Obediência
É estar em sintonia com os procedimentos. Essa característica leva o profissional a seguir as regras e as normas vigentes.

Consideração
Quem tem consideração ouve as pessoas, leva em conta seus pontos de vista, cede, compõe, não tenta impor. Tem empatia.

Objetividade
É não dar ouvidos à intuição e trabalhar somente com dados exatos. O profissional precisa de dados e fatos que comprovem e sustentem a ação que tomará.

Sensibilidade
É observar tudo a seu redor. Reavaliar o que está fazendo quando notar algo novo. Parar para alinhar os planos e, então, tomar uma decisão.



 
Fonte e Sítios Consultados



 

A qualidade do atendimento corporativo ao cliente


A qualidade no atendimento ao cliente

        As empresas só existem enquanto empresas se houverem clientes dispostos a comprar o seu produto ou serviço. Ponto. Não há como discutir com essa realidade.

Mas, surpreendentemente, existem empresas e alguns profissionais (médicos, por exemplo), que ignoram solenemente essa máxima.  

Para quem quer realmente melhorar a qualidade da relação com o cliente destacamos 9 dicas de como aumentar a qualidade no atendimento ao cliente e mante-lo em sua rede:




  1. Demonstre ao cliente que sua empresa tem interesse em resolver o problema dele, independentemente de quem tem razão ou não. Afinal, certamente existem várias empresas do segmento em que você atua, mas cliente é cada um de uma forma, com sua importância singular;
 

  1. Sempre demonstre que a empresa possui limites – técnicos, contratuais, de prazos – mas que possui a clara visão de como poderá ajudá-lo ou ao menos se esforçar para que ele seja prontamente atendido no que deseja;

 

  1. Siga um roteiro de atendimento previamente traçado, mas nunca cansativo e sem sentido/ neste atendimento faça perguntas específicas sobre o problema do cliente para identificar a necessidade dele;
 

  1. Durante o atendimento ao cliente, reproduza o discurso dele com suas palavras para confirmar o seu entendimento. Isso demonstrará que você dedicou seu tempo e atenção a ele;
 

  1. É bom dar sugestões para solucionar a questão, com base em sua própria experiência – não no que você acha que o cliente quer ouvir. Essa atitude irá gerar relacionamento direto com ele, por meio da identificação. Ele verá que do outro lado da linha existe uma pessoa que já passou pela mesma questão;
 

  1. Cada situação requer uma urgência de atendimento que a situação necessita. Forneça sempre o retorno de como está o andamento daquele atendimento, para tranquilizar o cliente. O cliente não tem a obrigação de entrar em contato com o atendimento para acompanhar o status, mas a empresa sim é responsável por satisfazer esse consumidor e se esforçar para fidelizá-lo;
  

    7. Somente prometa o que a empresa poderá cumprir;

 

  1. Em várias ocasiões, o cliente só quer ser ouvido: mesmo que a situação já tenha sido solucionada, ele quer falar a respeito ou confirmar se essa solução foi a mais acertada. A empresa deve sempre ouvir o que os clientes têm a dizer;

 
  1. A empresa nunca deve demonstrar que quer se livrar daquele problema, fato muito comum nos atendimentos telefônicos corporativos aqui do Brasil. O papel de uma boa empresa é mostrar interesse e empenho em solucionar uma questão, e não economizar tempo para ‘se livrar daquele abacaxi’.

 

Parece muito fácil todo esse processo, e até é, mas exige comprometimento e respeito pelos consumidores. E nesta hora é bom lembrar-se da Missão da Empresa.

 

Fonte e Sítios Consultados

http://portalcallcenter.consumidormoderno.uol.com.br/gestao/melhores-praticas/9-dicas-para-aumentar-a-qualidade-no-atendimento-ao-cliente

 

14 de fevereiro de 2013

Conhecendo um pouco sobre a logística


 Conhecendo a logística
 
          A LOGÍSTICA existe desde os tempos mais antigos. Na preparação das guerras, líderes militares desde os tempos bíblicos, já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e nem sempre ocorriam próximo de onde estavam as pessoas. Por isso, eram necessários grandes deslocamentos de um lugar para outro, além de exigir que as tropas carregassem tudo o que iriam necessitar.

Para fazer chegar carros de guerra, grandes grupos de soldados e transportar armamentos pesados aos locais de combate havia necessidade de uma ORGANIZAÇÃO LOGÍSTICA das mais fantásticas. Envolvia a preparação dos soldados, o transporte, a armazenagem e a distribuição de alimentos, munição e armas, entre outras atividades.

Durante muitos séculos, a Logística esteve associada apenas à atividade militar.

Por ocasião da Segunda Guerra Mundial, contando com uma tecnologia mais avançada, a logística acabou por abranger outros ramos da administração militar. Assim, a ela foram incorporados os civis, transferindo a eles os conhecimentos e a experiência militar.

Podemos dizer que a logística trata do planejamento, organização, controle e realização de outras tarefas associadas à armazenagem, transporte e distribuição de bens e serviços.

Exemplo de Logística

A indústria japonesa produz eletroeletrônicos competitivos e, por isso, consumidos no Mundo todo. Para conseguir estes resultados, foi preciso projetar e desenvolver o produto adequado armazená-lo corretamente, controlar os estoques, transportar, distribuir e oferecer assistência técnica de acordo com o desejado por seus consumidores.

Esse exemplo nos mostra que, ainda que os locais onde os produtos são manufaturados estejam distantes de onde serão consumidos, é possível, através da logística, atender satisfatoriamente aos consumidores.

No Brasil, os alimentos são transportados das zonas rurais até os centros urbanos. E, as mercadorias produzidas nas grandes cidades são levadas até o campo, em geral percorrendo grandes distâncias.

Por ser capaz de promover essa integração, é que o transporte é a atividade logística mais importante.

Transportar mercadorias garantindo a integridade da carga, no prazo combinado e a baixo custo exige o que se chama "logística de transporte".

A movimentação dos produtos pode ser feita de vários modos: rodoviário, marítimo, ferroviário e aeroviário. A escolha depende do tipo de mercadoria a ser transportado, das características da carga, da pressa e, principalmente, dos custos.

Em nosso país, o modo de transporte de carga mais utilizado é o rodoviário. Mas é preciso adequar o equipamento ao tipo de carga a ser transportada. Por exemplo: contêineres necessitam de um cavalo mecânico; para distribuir produtos nas cidades, o caminhão-toco é o mais adequado.

A característica da carga define o tipo de transporte a ser empregado. Para carga a granel, é preciso uma carreta ‘graneleira’ e não um caminhão-baú. Carga líquida só pode ser transportada em caminhão tanque.

Estas, entre outras, são variáveis que fazem parte da estrutura logística. São exemplos de sua aplicação. Porém, se a logística não auxiliar na melhoria de desempenho e na redução dos custos, os serviços de transporte não serão competitivos. Segundo um professor de logística do curso de Administração, a logística é uma estratégia.

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   O Que é Logística?

A Logística é a área da administração que cuida do transporte e armazenamento das mercadorias.

 

Logística é o conjunto de Planejamento, Operação e Controle do Fluxo de Materiais, Mercadorias, Serviços e Informações da Empresa, integrando e racionalizando as funções sistêmicas desde a Produção até a Entrega, assegurando vantagens competitivas na Cadeia de abastecimento e a consequente satisfação dos clientes.

 

A Atividade Logística é regida pelos Fatores de Direcionamento (Logistic Drivers) para níveis maiores de Complexidade Operacional, como por exemplo, histórico de demanda dos produtos ou serviços, histórico da frequência dos pedidos, histórico das quantidades por pedido, custos envolvidos na operação, tempo de entrega (lead-time), pedido mínimo, rupturas de abastecimento, prazos de entrega, períodos promocionais e frequência de sazonalidades, políticas de estoque (evitando faltas ou excessos), planejamento da produção, políticas de fretes, políticas de gestão dos pedidos (orders), análise dos modelos de canais de distribuição, entre outros.

 

As novas exigências para a atividade logística no Brasil e no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor - Efficient Consumer Response), entre outros.





A palavra Logística vem do Francês "logistique", que deriva de "loger" (colocar, alojar, habitar). Este termo originalmente sigificava o transporte, abastecimento e alojamento de tropas. Está relacionada com a palavra "lodge" (que é uma palavra mais antiga em inglês, mas tem a mesma origem latina). "Logistics" apareceu na língua inglês pela primeira vez no século 17.


 

Não está relacionada com a função matemática logística.

 

O conceito de logística evoluiu da necessidade militar de abastecer tropas que se movem da sua base para uma posição avançada. Nos antigos impérios Grego, Romano e Bizantino, existam oficiais militares com o título de 'Logistikas', responsáveis pelos assuntos de finanças e distribuição de suprimentos. O dicionário Oxford define logística como "o braço da ciência militar relacionado com a procura, manutenção e transporte de materiais, pessoal e recursos.

 

O conceito atual de logística nos negócios se desenvolveu na década de 1950. Isto foi devido principalmente à crescente complexidade encontrada nos negócios na gestão de materiais e entregas de produtos em uma cadeia de suprimentos cada vez mais global, que requeria profissionais especializados.





 

O “Council of Supply Chain Management Professionals” define a logística como a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semiacabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes.

Todas as atividades envolvidas na movimentação de bens para o lugar certo no momento certo podem ser ser descritas dentro dos termos gerais "logística" ou "distribuição". O ato de supervisar ou gerenciar esta atividade é conhecida como "gestão logística".

 

Os componentes de um sistema de logística típico são: atendimento ao cliente, previsão da demanda, comunicação da distribuição, controle de inventário, gestão de materiais, processamento de ordens e partes, suporte de serviço, seleção de planta e armazém, compras, embalagem, gestão de bens devolvidos, disposição de sobras e rejeitos, transporte e tráfego, e armazenagem. Uma posição em uma empresa pequena pode envolver todas estas atividades, enquanto o trabalho em uma grande corporação pode significar estar envolvido com uma única ou algumas poucas áreas. Em algumas organizações, o gerente de logística pode ter responsabilidades além das descritas acima.





A logística deve prover os meios para entregar bens, pessoas e capacidade de manufatura:

  • no lugar correto
  • no tempo correto
  • na quantidade correta
  • com a qualidade correta
  • no preço correto

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A LOGÍSTICA NO PROCESSO DA EMPRESA

Toda a empresa, desde antes da chegada do produto até o consumidor final trabalha com a Logística, ela é responsável pelo controle de todo o processo que envolve o gerenciamento, movimentação, armazenagem e transporte de materiais. Tudo isto com um objetivo, o de satisfazer o cliente, tendo a empresa o menor custo possível.

Durante vários anos a Logística vem sendo trabalhada. As guerras duravam anos e devido a isso os soldados necessitavam de planejamento para que conseguisse executar suas tarefas com sucesso, eles levavam suprimentos e medicamentos para a distribuição na tropa quando era necessário.

Após esse período a Logística foi sendo trabalhada também nas empresas e organizações, dentre suas características está o menor tempo no prazo de entrega, planejamento, controle, metodologia e redução dos custos.

De acordo com Carvalho (2002, p. 37), a Logística é dividida em dois tipos de atividades: as principais – transportes, manutenção de estoques e processamento de pedidos; e as secundárias – armazenagem, manuseio de materiais, embalagem, suprimentos, planejamento e sistema de informação.

Devido a cada vez estarem maiores as exigências da atividade empresarial no mundo as empresas estão buscando o aperfeiçoamento de seus profissionais para atenderem a esse requisito. Se for bem planejada a Logística é a ferramenta essencial no processo produtivo da empresa.



Fonte e Sítios Consultados


http://www.ogerente.com.br/log/log-dt-oqel.htm

http://www.webartigos.com/artigos/a-logistica-no-processo-da-empresa/16815/

Você já encontrou o seu lugar nas organizações em que participa?


Gerenciamento nas organizações

 

Você já encontrou o seu lugar nas organizações em que participa?



 

As organizações são como as pessoas. Encontramos organizações mesquinhas, fechadas, autoritárias, voltadas para o passado, que repetem rotinas, que são incapazes de evoluir.

Existem outras organizações que evoluem perifericamente, que só fazem mudanças cosméticas, de fachada, sem mexer no essencial.

Existem também organizações deslumbradas, que mudam de acordo com a moda do momento, ou as que têm gurus de plantão, as que adotam todas as novidades, tem as acreditam que o marketing é mais importante do que a realidade.

E há, finalmente, as organizações que possuem uma visão integrada, aberta, flexível das pessoas, dos seus objetivos, do seu futuro. Organizações interessantes são as que veem, em cada problema, um desafio. Diferente das Organizações problemáticas, que enxergam mais os problemas do que as oportunidades e fazem destas, novos problemas.

Nos diversos grupos e organizações em que participamos - principalmente os familiares, os educacionais e os profissionais - encontramos formas de gerenciamento diferentes, umas tendendo mais para o autoritarismo, o controle pessoal ou burocrático, e outras, para a desorganização, a anarquia. Entre o autoritarismo e a anarquia, encontramos várias formas de gerenciamento intermediário, mais ou menos participativo, mais ou menos estruturado.


 
No gerenciamento autoritário tudo se subordina ao controle. O controle pode ser pessoal - alguém centralizando as decisões principais - ou burocrático - a estrutura é hierárquica e só a cúpula decide; os escalões intermediários executam o que vem de cima e têm pequeno grau de autonomia.

 
No gerenciamento anárquico não há um centro de comando. A organização é muito fluida, depende da relação momentânea de forças. Altera-se com certa frequência o equilíbrio. É uma organização instável, sujeita a crises. Alterna períodos de alta efervescência e criatividade com outros de inatividade ou apatia.

No gerenciamento participativo, de um lado há organização: códigos, estruturas, esquemas, limites, normas claras e implícitas, hierarquia; de outro, essa organização é flexível, se adapta às circunstâncias, confia nas pessoas, apoia inovações, desburocratiza os procedimentos, trabalha de forma sinérgica. O gerenciamento participativo pode acontecer em grupos menores, como o familiar, assim como em grupos maiores como em escolas e empresas, com vários níveis de interação, de comunicação aberta.

Todos os grupos e instituições, que evoluem e crescem, trazem consigo formas de integrar organização e criação, normas e liberdade, autoridade e confiança. As organizações que mais evoluem são as que reúnem pessoas abertas, que sabem gerenciar seus conflitos pessoais, que sabem comunicar-se e aprender.
 
 

O grande problema do “atraso” empresarial é educacional e cultural: é a falta de desenvolvimento integral das pessoas em todas as esferas das suas vidas. O maior capital de uma organização é o pessoal: ter pessoas realizadas, bem resolvidas, abertas, honestas, que inspirem confiança. Temos carência dessas pessoas em todos os níveis organizacionais, da alta gerência até às funções mais simples. As pessoas maduras, abertas são responsáveis pelas mudanças fundamentais das organizações.

As organizações que triunfam em longo prazo são as que não visam unicamente o lucro, mas que vivenciam espaços - reais e virtuais - ricos em interações, onde existe diálogo, respeito, valorização de todas as pessoas e atividades. Triunfam as que incentivam a integração sinérgica, facilitando a troca de informações, de experiências, de propostas, de soluções.

É importante que cada um de nós encontre o seu lugar em cada organização em que participa e que se torne produtivo em todas as dimensões: para a empresa, para nós mesmos e para os que trabalham ao nosso lado. A interação nas diversas organizações pode levar-nos, se estivermos atentos, a encontrar o equilíbrio entre o pessoal e o social; a mostrar o melhor de nós mesmos sem anular nossa personalidade; a colaborar criativamente, cooperar e também atuar pessoalmente, individualmente; a saber discernir, quando podemos expor-nos ou preservar-nos. É um aprendizado constante, que nos ajudará a comunicar-nos melhor, a sermos vistos de forma menos preconceituosa. Se desconfiarmos demais, se nos fecharmos demais, os outros tenderão também a ver-nos com desconfiança e a fechar-se em relação a nós.

 
 

Fonte e Sítios Consultados

http://www.eca.usp.br/moran/organiz.htm

 

13 de fevereiro de 2013

Principios Sistêmicos


Princípios Sistêmicos


 

Expansionismo – todo fenômeno é parte de outro maior (preocupa-se com o ‘globalismo’ e com a totalidade)

Pensamento sintético - um fenômeno é mais bem explicado em função de seu papel no sistema maior (os órgãos do organismo humano, são explicados pelo papel que desempenham no organismo e não pelo comportamento de seus tecidos ou de suas estruturas de organização)


Teleologia - a causa é uma condição necessária, mas nem sempre o suficiente para que surja o efeito. (a relação causa e efeito não é determinística ou mecanicista, mas simplesmente probabilística)



Com esses três princípios – expansionismo, pensamento sintético e teleologia – a Teoria Geral de Sistemas proporcionou o surgimento da Cibernética e desaguou na Teoria Geral da Administração. Redimensionando suas concepções e trazendo profundas mudanças. Essas profundas mudanças também ocorreram simultaneamente nas organizações com o advento da automação e da informática. A abordagem sistêmica se divide em: CIBERNETICA, TEORIA MATEMATICA E TEORIA DOS SISTEMAS.

Principais Conceitos Aplicados a Abordagem



a) Entradas – são os insumos que um sistema usa para operar/processar/transformar.


b) Caixa preta – (black box) é onde as entradas recebem tratamento pré determinado para obter as saídas desejadas, nem sempre revelando como isto acontece. O conceito de caixa negra refere-se a um sistema cujo interior não pode ser desvendado, cujos elementos internos são desconhecidos e que só pode ser conhecido “por fora”, por meio de manipulação externa ou de observação externa.

c) Saída – é o resultado do processamento das entradas. Consequência.




 

d) Retroação (feedback) é o mecanismo de retorno de uma parte das saídas ao sistema (controle de qualidade) . ele é basicamente um sistema de comunicação de retorno proporcionado pela saída do sistema á sua entrada, a fim de altera-la de alguma maneira. A retroação se incube de regular a entrada para que a saída se aproxime do padrão estabelecido.


e) Dado – é o registro ou anotação a respeito de um determinado evento ou ocorrência que isoladamente pode não transmitir um significado. É um registro ou anotação de um determinado evento ou ocorrência. Quando um conjunto de dados possui um significado então temos uma informação. Os dados constituem a matéria-prima para a informação.


f) Informação – é um conjunto de dados com um significado, ou seja, que reduz a incerteza a respeito de algo ou que aumenta o conhecimento a respeito de algo.


g) Memória – são informações arquivadas por um período determinado para uso em futuras operações do sistema. A memória pode ser dividida em duas partes: usual e não usual. A usual as informações são utilizadas na maior parte do tempo. Ex. contas a pagar, receber, produção, logística. A não usual pode ser que venha a ser utilizada. Ex. arquivo morto.


h) Operação decisória – especifica e determina como e quando uma informação deve ser processada.

i) Elementos de controle – são as verificações do cumprimento dos padrões e caminhos pré-definidos para o sistema em função dos objetivos e planos da empresa.


j) Cibernética – é uma teoria dos sistemas de controle da comunicação interna e externa do sistema e da sua função no ambiente.


k) Informática – é à parte da cibernética que trata da relação das coisas e suas características, de formas racionais, sistemáticas e automáticas. A informática é a disciplina que lida com o tratamento racional e sistemático da informação por meios automáticos. Embora não se deva confundir a informática com computadores, na verdade ela existe porque existem os computadores. O processamento de informação levou ao surgimento do computador eletrônico, o qual deu inicio a era da informática.


l) Ambiente sistêmico – é o conjunto de elementos que não pertencem ao sistema, mas que influenciam e são influenciados pelo sistema. (concorrentes, fornecedores, clientes).


m) Sistema de informação gerencial – é um subsistema do sistema empresa, constituído de subsistemas interdependentes que dão apoio aos processos decisórios da empresa. (subsistema de compras – interligado a vários subsistemas tais como almoxarifado, contas a pagar).
 
 

 

 

Fonte e Sítios Consultados

http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos_Administracao/Principios_Sistemicos.htm

 
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