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Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

31 de janeiro de 2013

Você está sendo vigiado pelo seu computador?


Você já pensou que pode estar sendo vigiado pelo computador?

 

Programas espiões colocam vítima em "Big Brother" virtual, além de furtar dados e senhas

 
- Os Técnicos aconselham sempre checar arquivos com antivírus para evitar "espiões".

A maioria das pessoas já ouviu falar em vírus que roubam senhas ou dados do computador, mas você já pensou que pode estar sendo vítima de algum programa espião e nem desconfiar?

 

- CASOS REAIS -

Empresária de 37 anos, que não terá o nome divulgado para evitar mais invasão de privacidade, descobriu por acaso que toda sua vida virtual estava sendo monitorada por dois programas espiões instalada em seu netbook.

“Já tinha ouvido falar disso, mas nunca tinha dado importância ou imaginado que poderia acontecer comigo”, conta.

Ela só descobriu o monitoramento porque o hacker provavelmente é inexperiente e deixou rastros, que a empresária imaginou que fossem resultado de vírus "comuns" e, por isso, levou o netbook à assistência técnica.

Há cerca de um mês, ela começou a achar o computador esquisito: páginas abriam do nada, a internet ficava lenta e ícones estranhos apareciam na tela.

A sorte, lembra, foi ter parado de mexer em sites de bancos logo que desconfiou que a máquina estava “bichada”. Mas provavelmente todos os seus dados pessoais foram vigiados, o que é uma preocupação a mais, já que ela não sabe qual era o real objetivo do “espião”.

É como se as vítimas dos programas participassem de um Big Brother virtual. Os técnicos explicam que os programas podem copiar todas as informações da vítima, desde dados pessoais, como conversas no MSN, Facebook e fotos, até arquivos de trabalho e senhas de banco, cartões e sites.

Eles ainda alertam que na maioria dos casos de programas espiões a vítima pode ser monitorada por meses sem desconfiar de nada, já que a maioria deles não são pegos por antivírus ou apresentam “sinais” para usuários leigos no assunto.

Geralmente, os “espiões” são procurados por pessoas que querem “vigiar” a vida do parceiro amoroso, filhos ou funcionários. Mas também são muito utilizados por hacker, que ganham a vida com o dinheiro furtado das contas das vítimas virtuais.

O técnico revela que são as mulheres as que mais procuram informações sobre onde encontrar e como utilizar os rastreadores.

No caso da empresária, uma das suspeitas é de que um técnico autônomo tenha instalado os programas. Ele cobrou R$ 20 para formatar a máquina. "Tem sempre que desconfiar de pessoas que se dizem ser técnicos e fazem o serviço baratinho. Tem que procurar referências do profissional ou do local", recomenda o nosso técnico.

Fácil acesso - A instalação dos espiões pode ser feita por meio de manuseio na máquina, como também por rede ou ainda por intermédio de “iscas”, como fotos, músicas, páginas de internet e até jogos que a vítima acessa e adquire o vírus.

O técnico mostra que alguns tipos de espiões, considerados mais amadores e limitados, são encontrados facilmente em sites de download gratuito e aparecem com o nome de “filtro de acesso”.

Mas ele esclarece que existe uma grande diferença entre programas utilizados para bloquear acesso a determinados sites, chamados de filtro de acesso, que são utilizados em empresas ou por pais que querem limitar o uso da internet pelos filhos, e programas de monitoramento, onde a vida da vítima é rastreada de forma ilegal, o que pode caracterizar crime.

Já outros programas, mais sofisticados, são mais restritos ao conhecimento de profissionais da informática ou hackers, mas também circulam livremente na internet.

“São várias os programas e a pessoa sabendo usar pode vasculhar todas as informações da vítima, a qualquer hora e de qualquer lugar por meio de acesso remoto de outro computador”, explica.

Como saber se sou vigiado? - Já que os “espiões” estão livres na internet e cada vez mais aperfeiçoados, sem dar sinais da invasão, o jeito é ficar atento e se prevenir.

O técnico dá algumas orientações para saber se você está sendo vigiado e o que fazer para evitar ser mais uma vítima.

A Internet muito lenta em determinados horários e alterações na máquina são alguns dos sinais. Caso a pessoa esteja desconfiada de que seu computador já está com algum “espião”, o primeiro passo para confirmar é acessar o ícone gerenciador de tarefas, onde todos os arquivos executados naquele momento aparecem, e verificar os nomes que aparecem.

Malwarebytes é um dos programas indicados pelo técnico para identificar programas espiões.

Se tiver dúvida quanto à utilidade de algum nome, a dica é jogar no Google e checar se o arquivo é um vírus ou faz parte do sistema operacional da máquina.

O técnico ainda explica que geralmente esses programas vão aparecer no gerenciador de tarefas utilizando mais memória RAM.

Para evitar a infecção, o principal cuidado deve ser com o compartilhamento de rede de internet, como no caso de vizinhos que utilizam o mesmo roteador. “Quando você compartilha o mesmo roteador é bem mais fácil da outra pessoa ter acesso a sua máquina e instalar programas”, diz.

O cuidado também vale para acessos redes públicas, como shoppings e praças. A recomendação é para que a conexão nesses locais não seja utilizada para acessar sites de bancos ou informações particulares.

O técnico também esclarece que é preferível optar pela internet ADSL, sempre que possível, pois ela é mais segura que a 3G. No entanto, ele lembra que sistemas mais modernos, como o Windowns 7, já contam com sistemas de segurança que ajudam a evitar invasões de rede.

Antivírus - Mas além das dicas, também é indispensável que o computador esteja sempre com um antivírus ativado. No entanto, antes de qualquer cuidado, o técnico faz questão de afirmar que o melhor antivírus é o próprio usuário.

“Todos os dias milhares de vírus são fabricados e por mais que sua máquina esteja equipada com todos os programas de segurança é você quem vai ser o melhor antivírus”, alerta.

O técnico diz que existem bons programas gratuitos, como o Avast e o Microsoft Security, mas que é importante o usuário baixar a versão com o item Internet Security, que além de pegar vírus vai monitorar a internet, ajudando a identificar se outra pessoa está acessando os dados.

Ainda existe um alerta que não é recomendado ter dois antivírus no mesmo computador, para evitar conflito entre os programas. Mas podem ser utilizados em conjunto com programas específicos para detectar invasores, como o BankerFix, que protege contra vírus que pegam senha do MSN, e o Malwarebytes, especifico para identificar espiões.

 
Fonte e Sítios Visitados

http://www.campograndenews.com.br/lado-b/tecnologia/voce-ja-pensou-que-estar-sendo-vigiado-pelo-computador

 

 

30 de janeiro de 2013

SEGURANÇA NET - Como saber se um site é seguro para fazer compras?


Como saber se um site é seguro para fazer compras?

O comércio online é uma das grandes maravilhas da internet, mas como saber se o site em questão é confiável? Confira algumas dicas para não esquentar a cabeça depois.

Antes de comprar aquele produto que você tanto queria, imaginamos que você já tenha feito tudo aquilo que todo mundo recomenda: pesquisou em vários lugares até encontrá-lo em um site por um preço bem abaixo das outras lojas. Contudo, apesar de ter realizado a compra e efetuado o pagamento corretamente, a mercadoria jamais foi entregue.

Isso (ainda) pode nunca ter acontecido com você, mas essa é uma situação bastante comum e várias pessoas já foram vítimas de casos semelhantes. E produtos não entregues não são os únicos incômodos possíveis, já que números de cartão de crédito e senhas roubadas também podem causar muita dor de cabeça.

A razão de tanto aborrecimento é uma só: compras em sites desconhecidos. Por mais que a internet tenha facilitado a realização de transações comerciais, ela também tornou possível que usuários mal-intencionados realizem golpes virtuais.

Por conta disso, é essencial que você tenha total confiança no site em que vai realizar sua compra. Porém, com tantas opções de escolha e variedade de preço, como saber se você pode acreditar naquela página?
 

A primeira impressão é a que fica

Um dos primeiros pontos a serem analisados antes de efetuar uma compra pela internet é verificar a página da loja. Apesar de não ser regra, o visual é importante para fazer com que você sinta confiança na empresa.

Assim como já acontecia nas compras off-line, um site com um visual mais caprichado chama muito mais a atenção do cliente e faz com que ele sinta-se mais à vontade para realizar a compra. Basta trazer a situação para fora dos computadores e comparar: você prefere entrar em uma loja bonita e com uma vitrine bem elaborada ou em um lugar suspeito?

Pode parecer besteira, mas isso já serve como uma espécie de primeiro passo. Se o site da loja parecer ter sido feito às pressas ou com muitos erros de português, desconfie. Esses são apenas alguns sinais de que a loja pode ser clandestina e as chances de você tomar um calote ou ter seus dados roubados são grandes.

Além disso, verifique se a página possui um canal para reclamações e uma política de troca. Uma forma direta de comunicação entre consumidor e loja demonstra comprometimento, isso sem falar de facilitar sua vida no caso de ocorrer algum problema.
 

A boa reputação

Porém, mais do que a aparência do site, você deve procurar a opinião de outros usuários antes de fechar o pedido. Converse com pessoas que já compraram naquele site e veja se a empresa cumpre o que promete, seja com prazos ou qualidade do produto. Uma rápida pesquisada no Google já deve trazer algumas informações bastante úteis.

Caso você não tenha ficado satisfeito com essas opiniões, expanda seus horizontes. Procure no Facebook, Orkut, Yahoo e em outros, todos são boas fontes de informação, pois você vai encontrar os mais variados perfis de compradores reunidos em um só lugar. Se a empresa não for de confiança, isso vai ficar bem claro nas discussões.

O mesmo vale para sites especializados em reunir informações sobre lojas online. O Reclame Aqui é uma das maiores páginas voltadas para que os usuários deixem suas opiniões sobre determinado empresa e quais problemas tiveram. Caso a loja em questão tenha muitas reclamações, desconfie.

Outra ferramenta bastante útil são os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon. Se você perceber que existem muitas queixas a uma loja no site, saiba que isso é um ótimo sinal para que você fique com um pé atrás.

O WOT (Web of Trust) também é um ótimo meio de analisar a reputação de uma loja. Ao fazer uma busca por determinado site, ele exibe a média das notas atribuídas pelos usuários em quesitos como confiança, privacidade e conteúdo para crianças. As indicações são feitas por um sistema de cores, que vão desde o vermelho (risco máximo) até o verde (segurança total).

Além disso, ele também possui complementos para os navegadores Firefox e Chrome. Assim, sem que você tenha de entrar na página do WOT, ele avalia a página atual e exibe o diagnóstico por meio de um pequeno ícone, que disponibiliza mais informações quando clicado.
 

Uma busca mais aprofundada

Ainda não se sente seguro? Ótimo, pois as chances de ter algum problema com a compra ficam ainda menores. Para acabar com qualquer dúvida, a melhor coisa a se fazer é ir atrás de informações oficiais sobre a empresa.

Um dos principais diferenciais entre uma loja real e uma fraudulenta é a existência de um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), um documento que todas as empresas são obrigadas a fazer para poderem operar legalmente.

Se o site que você está comprando não possui, desconfie imediatamente. Sem esse documento, a loja não pode emitir nota fiscal pelo produto à venda, o que é um dos principais indicativos de falsificação ou até mesmo operações mais ilegais. Além disso, a não regulamentação da loja também pode significar que ela simplesmente não existe e que utiliza o site apenas como uma espécie de golpe.

Entretanto, o CNPJ também não é sinônimo de confiança. Com o número do documento em mãos, basta procurar mais dados no Serasa para verificar a existência de algum problema ou pendência jurídica.

 
Protegendo meu pagamento

“Se tem boleto, é seguro”. Essa frase, apesar de bastante recorrente quando o assunto são compras online, NÃO é verdade. Por mais que a liberação de uma espécie de documento de pagamento dê a sensação de segurança, nem sempre isso procede.

Embora pouca gente saiba, pessoas físicas também podem gerar boletos. Com isso, alguns sites falsos utilizam a crença ingênua da segurança por trás do documento para lesar outros usuários.

Para evitar que casos assim aconteçam é que você deve estar atento a algumas ferramentas que podem fazer com que você fique mais confiante em relação à procedência de seu produto.

Serviços como PayPal e PagSeguro são algumas garantias de que compra é segura. Como eles medeiam o pagamento, o dinheiro só vai ser liberado ao vendedor caso o produto seja entregue. Dessa forma, as chances de ser lesado são minimizadas, já que você pode cancelar a compra a qualquer momento.

Do mesmo modo funciona o MercadoPago, do Mercado Livre. Todas as transações feitas no site que utilizem esse sistema são mais seguras, pois o pagamento só é repassado ao vendedor depois de você receber sua encomenda.
 

Cuidado com seus dados

Porém, perder o dinheiro do pagamento pode ser o menor de seus problemas caso o site não seja de confiança. Apesar de ser triste não receber o produto, o que dizer de ver sua fatura de cartão de crédito cheia de cobranças de coisas que você nunca comprou?

Além de verificar se a loja é confiável com entregas e prazos, também é preciso que ela mantenha seus dados pessoais seguros para evitar qualquer complicação, como a que acabamos de descrever.

Por isso só faça o cadastro caso tenha certeza de que o site é realmente confiável. Apesar de parecerem insignificantes, informações básicas como nome, endereço, RG e CPF já são suficientes para causar uma série de transtornos caso caiam em mãos erradas.

O mesmo vale para o número de seu cartão de crédito. Alguns sites falsos utilizam as vendas para obter dados do usuário e os utilizam de maneira indevida, causando um prejuízo muito maior no cliente.

Por isso é sempre bom checar as famosas dicas de segurança quando for inserir dados pessoais no cadastro de alguma loja virtual. A mais básica de todas é o famoso “cadeado do navegador” exibido na barra de status do programa.

Esse pequeno símbolo é um certificado de segurança que indica que todas as informações fornecidas são criptografadas, ou seja, elas são armazenadas de um modo que ninguém vai poder utilizá-las.

O mesmo vale para o protocolo de segurança exibido na barra de endereço. Caso o link se inicie com HTTPS, pode continuar a compra sem medo, já que as chances de ter seus dados utilizados por terceiros são mínimas.
 

Pequenos espiões

Mais perigoso do que o roubo de dados durante a compra é quando o site envia arquivos espiões para seu computador. Vírus, spywares e keylogs são apenas alguns exemplos de possíveis ameaças que podem fazer com que todos os seus dados sejam enviados para outra pessoa sem seu consentimento.

Por isso, mantenha sempre seus programas de proteção atualizados: antivírus, antispyware, firewall e tudo o que for possível para evitar que qualquer usuário mal-intencionado tenha acesso a suas informações. Apesar de ser algo básico, é algo que merece ser relembrado com frequência para evitar futuras dores de cabeça.

Além disso, é possível saber o nível de segurança de cada loja antes mesmo de acessá-lo. Sites como o ‘Norton Safe Web’ e o ‘A Safe Site?’ avaliam a página e trazem informações referentes à segurança, seja com relação à hospedagem de ‘malwares’ até a sua privacidade.
 

Atenção nunca é demais

Pronto, agora você pode fazer suas compras online sem medo. Porém, apesar dessas dicas ajudarem bastante, sempre é bom ficar atento a tudo. Dicas recorrentes, como cuidados ao utilizar computadores compartilhados ou simplesmente não informar dados para estranhos, são sempre válidas. É melhor pecar pelo excesso do que sofrer o prejuízo mais tarde. E boas compras!

 

Fonte e Sítios Consultados

http://www.tecmundo.com.br/seguranca/4668-como-saber-se-um-site-e-seguro-para-fazer-compras-.htm

 

29 de janeiro de 2013

Caos, o novo ambiente da Administração


Caos, o novo ambiente da Administração

 
A Administração contemporânea vive novos tempos de caos. As respostas de sempre não respondem mais às novas perguntas, desafiantes, mutantes. As demandas das empresas e suas equipes de trabalho crescem vertiginosamente, sem obter eco por parte dos executivos e gestores de todas as áreas. Os gurus buscam respostas e, quase sempre, repisam as mesmas soluções de décadas. Raros são os que buscam a essência do conhecimento e da descoberta, lapidada nesta citação de Confúcio: “Eu não procuro saber as respostas, eu procuro compreender as perguntas”. A frase de efeito da vencedora campanha publicitária da TIM que está na mídia, é contundente: Não são as respostas que movem o mundo, são as perguntas.


         Clientes não são mais exigentes do que o eram a apenas cinco anos atrás. Embora elas sejam pessoas que querem ser atendidas em suas expectativas e necessidades, estas sim profundamente modificadas por um mundo conectado, interligado, aonde a informação e o conhecimento difundem-se numa velocidade avassaladora, influindo decisivamente nos padrões de comportamento. Isso sim tem forte impacto emocional em suas demandas pessoais, profissionais, existenciais. A necessidade de integração e identidade social pelo consumo é vital no mundo contemporâneo, e isso pressiona demais as pessoas de todas as classes sociais, de todos os níveis de conhecimento.


          E no campo do conhecimento, a Universidade não consegue acompanhar esse caos e também mergulha num oceano de dúvidas e incertezas, gerando ansiedades por não responder às perguntas e dúvidas formuladas por estudantes, docentes e a sociedade. A academia sempre está a reboque da realidade frenética e delirante do mundo corporativo. Somente nas raríssimas instituições de grande porte e projeção mundial o conhecimento insere-se num ‘cenário up to date’, forjado por iniciativa de pensadores fincados na realidade das empresas e dos negócios como consultores, como conselheiros, como cientistas ou pesquisadores dessa realidade.


        Vivemos este cenário formatado por uma realidade com intensas mudanças assimétricas, num mundo repleto de oportunidades e riscos. Isso exige um novo posicionamento dos profissionais da Administração e capacidade para a tomada de decisões diante do caos. E assimetrias são a essência do caos, que é a essência do universo desde tempos imemoriais. Para Hesíodo, o primeiro poeta grego, Caos é o primeiro deus mitológico e que deu origem ao universo. Caos é dinâmico, complexo, aleatório, mas para os pensadores, filósofos e até matemáticos, há ordem no caos. Esta é a questão central para administradores e gestores: identificar como inserir ou obter ordem no caos ou, por outro lado, adaptar-se a ele.


          Desse modo, o desafio permanente é e será a capacidade de adaptar-se a esse extremo de incertezas, aonde as soluções serão o fruto supremo da descoberta, da invenção, da inovação, das tentativas e erros e da incansável energia humana para encontrar alternativas, saídas, respostas. Sempre foi assim, mas agora o será com maior intensidade, maior profundidade. Darwin já identificara que a capacidade de adaptação é o requisito da sobrevivência e continuidade das espécies, mas o processo evolucionista transcende o meio biológico, transformando a seleção natural da competitividade através da adaptação como o foco central de eventos e fenômenos observados nas ciências sociais, na psicologia, na economia e nos mais diversos campos da atividade humana.


          Para adaptar-se, é fundamental quebrar paradigmas, que é a maior força destruidora de novas respostas e novas soluções. O problema é que os paradigmas são a natureza do pensamento e do comportamento humano e exercem um poder impressionante para rejeitar o novo, o diferente, o inusitado. Para quebrar paradigmas, Alvin Toffler já vaticinara: “O analfabeto do século XXI não será aquele que não sabe ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender”. E desaprender para reaprender tem sido o maior desafio para o desenvolvimento humano na atualidade, mas vez por outra somos surpreendidos pela dificuldade e resistência que pessoas e grupos de trabalho enfrentam para aprender.


          Este é o cenário desafiante da contemporaneidade, inserido em assimetrias caóticas e incertezas profundas que apontam para o acirramento das condições ambientais para os negócios. Um novo perfil profissional é requerido e empreendedores, líderes, administradores e gestores precisam urgentemente buscar competências novas a partir de mudanças internas, de comportamentos e pensamentos. Precisam tomar para si a responsabilidade intransferível por mudanças no meio ambiente, em busca por resultados e desempenho que considerem maior equidade entre elementos incompatíveis como desenvolvimento e sustentabilidade, crescimento da riqueza e distribuição de ganhos. Enquanto 200 das pessoas mais ricas do planeta concentrarem os ganhos anuais de quatro bilhões de seres humanos, não haverá trégua. A hecatombe global de setembro de 2008 já apontou isso, infelizmente até agora, nada demonstrou que este último desastre foi capaz de gerar um novo aprendizado.

 

Fonte e Sítios Visitados

http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/caos-o-novo-ambiente-da-administracao/33479/

28 de janeiro de 2013

Leonardo da Vinci - Vida e Obra


Leonardo da Vinci

 
 

Muitas pessoas conhecem Leonardo da Vinci como o artista italiano que pintou a Mona Lisa, o quadro mais famoso do mundo. Também sabem que Leonardo da Vinci foi um artista renascentista italiano, nasceu em 15/04/1452. Existem algumas dúvidas sobre a cidade de seu nascimento: para alguns historiadores, seu berço foi em Anchiano, enquanto para outros, foi numa cidade, situada na margem direita do rio Arno, perto dos montes Albanos, entre as cidades italianas de Florença e Pisa. E que ele foi um dos mais importantes pintores do Renascimento Cultural. É considerado um gênio, pois se mostrou um excelente anatomista, engenheiro, matemático músico, naturalista, arquiteto, inventor e escultor. Seus trabalhos e projetos científicos quase sempre ficaram escondidos em livros de anotações (muitos escritos em códigos), e foi como artista que conseguiu o reconhecimento e o prestígio das pessoas de sua época.

Já outros milhões de pessoas o veem como um gênio, muitos anos-luz à frente do seu tempo em matéria de ciência, matemática e engenharia. Leonardo da Vinci imaginou helicópteros, tanques de guerra e submarinos (sem falar num banheiro incrivelmente organizado que desenhou) alguns séculos antes desses inventos se tornarem realidade.

Para muita gente, ele foi também um sábio, que não só buscou desvendar os segredos da anatomia, desenhando os mais misteriosos e complicados detalhes do corpo humano, como também se questionou sobre a alma, o lugar do homem e sua finalidade em nosso imenso e complexo Universo.

Existem também lembranças dele como músico. Leonardo construía os próprios instrumentos e escrevia as composições que ele mesmo executava para um público admirado. E, acreditem ou não, ainda há outros que se recordam de Leonardo como arquiteto, cartógrafo e urbanista! Sabia que ele fez projetos sensacionais de supercidades, edifícios e aquedutos?

O mais impressionante é que toda essa gente tinha razão! Leonardo da Vinci fez isso tudo e muito mais!

Se no século XV houvesse psicólogos especializados em orientação profissional, teriam enlouquecido avaliando seu teste vocacional. Ele se interessava por absolutamente tudo o que há debaixo do sol – para não falar no que se encontra além dele. Em seus 67 ano de vida, Leonardo da Vinci empregou seu supercérebro em um número de projetos muito maior do que a maioria das pessoas normais seria capaz, mesmo que vivessem uma centena de vidas.

Como se não bastasse ser o máximo em tantos campos do conhecimento, Leonardo da Vinci ainda por cima, se vestia bem, era um craque nos esportes, tinha uma saúde de ferro (diziam que ele entortava ferraduras com uma só mão), e ainda comentava-se que ele era tinha boa pinta, tipo galã! E tem mais: montava a cavalo muito bem e era um esgrimista de primeira. Para coroar toda essa lista de habilidades, ele era um ótimo papo e tinha ideias inteligentes sobre quase tudo. E sabem do que mais? Ele nunca pisou numa escola!

Alguns acontecimentos na vida de Leonardo da Vinci – Ele trabalhou em diversos projetos para Ludovico, incluindo o preparo de carros alegóricos e desfiles para ocasiões especiais, o projeto de uma cúpula para a Catedral de Milão, e um modelo de um imenso monumentos equestre para Francesco Sforza, o antecessor de Ludovico. Setenta toneladas de bronze foram separadas para a sua confecção; o monumento permaneceu inacabado por diversos anos, o que não foi comum na carreira de Leonardo. Em 1492 um modelo de argila foi terminado; ele era maior, em tamanho, que as duas únicas estátuas equestres do Renascimento, a estátua de Gattemelata, em Pádua, e a de Bartolomeo Coleoni, de Verrocchio, em Veneza, e ficou conhecido como o "Gran Cavallo".

 

Leonardo da Vinci nasceu na Itália, às 10h30min de um dia de sábado, 15 de abril de 1452, numa região montanhosa. E saiba que Da Vinci não é o sobrenome dele, significa apenas que Leonardo era natural da aldeia de Vinci. A mãe de Leonardo da Vinci, Caterina, era uma criada de dezesseis anos, e o seu pai, seu Piero da Vinci, era notário, isso é o mesmo que um tabelião.

Embora não se saiba muito sobre a infância de Leonardo da Vinci, acredita-se que ele tenha ficado tão deslumbrado com a paisagem de sua terra natal que logo começou a desenhar o que via: árvores, pedras, bichos. Um de seus primeiros desenhos, provavelmente feito nos arredores de Vinci, mostra dois patos num laguinho.

Em vez de ir para a escola como hoje me dia, Leonardo da Vinci era educado pelo padre da aldeia, que lhe ensinou coisas fundamentais, como não roer a ponta da pena com que escrevia, não assoar o nariz ao cumprimentar um nobre e “os três As”. Mas tarde, já com quinze anos de idade, Leonardo da Vinci, garoto esperto e futuro gênio, foi morar na cidade mais avançadas e agitada de toda a Europa no século XV: a fantástica e fabulosa Florença! E saibam que boa parte do mundo considerava a cidade de Florença como a cidade mais civilizada de toda a Terra.

Em 1500, depois de morar por mais de 17 anos em Milão, Leonardo da Vinci arrumou sua trouxa e foi-se embora. Daí em diante, e praticamente pelo resto da vida, ele estaria sempre arrumando a sua trouxa de roupas e indo e vindo por: Florença, Milão, Roma e mais uma ou duas cidades italianas, ficando um ano por aqui, outro ano por lá, sempre atendendo aos caprichos dos mandachuvas locais.



Um dos primeiros destinos foi Veneza. Lá, começou aconselhando os venezianos sobre como esmagar os turcos, que a mando do duque Ludovico ameaçavam a cidade. O fato de os venezianos terem sido parcialmente responsáveis pela derrubada de Ludovico não incomodava Leonardo da Vinci. Na Itália do século XVI. Não se dava bola para esses detalhes. A única maneira de sobreviver era ser leal a quem dava as cartas no momento. Não é muito bonito, mas são coisas da vida!

Roupa de Mergulho – Além de pensar no que alguns descrevem como o primeiro submarino da história, Leonardo da Vinci desenhou esta roupa de mergulho, feita de pele de animal impermeável. Uma das ideias que Leonardo da Vinci teve para o uso desse equipamento foi o seguinte: os mergulhadores iriam por baixo d´água sabotar e afundar os navios nas baías inimigas, fazendo enormes furos nos cascos. (Ele, Leonardo da Vinci, também projetou as brocas, é claro!)

Máquina para fazer cano d´água – Hoje em dia, a água correr por canos de plástico ou de metal, mas a Itália do século XVI as tabulações eram feitas de troncos de árvore furados ao meio. Mesmo o tronco sendo grosso, era dificílimo fazer o furo certinho, no centro da madeira. Então, Leonardo projetou uma furadeira ajustável, guiada por vários mandris, que faziam o eixo da máquina permanecer sempre no centro do tronco. Essa engenhoca se parece com um torno moderno.

Tanque a manivela – No século XV, a arte da guerra mudou radicalmente. As velhas armas – tipo espada, lança arco e flecha – começaram a ser substituídas por outras, muito mais destrutivas, como os bacamarte e os canhões. Com pelouros, balas de canhão redondas, do tamanho de uma melancia, você podia arrebentar a muralha de um castelo e arrancar a cabeça de um desafeto antes mesmo de ele pode pensar... O Tanque de Leonardo da Vinci parecia um enorme empadão de metal sobre rodas. Destinava-se a atacar as fileiras inimigas, dispensando-as. e dar cobertura aos soldados, que vinham logo atrás. Só para garantir que o inimigo entendesse que aqueles tanques não eram alegóricos, o tanque era blindado com placas de metal, e seu motor eram oito homens girando uma manivela que impulsionava as rodas.

Metralhadora multicano – Leonardo da Vinci projetou essa metralhadora entre 1480 e 1482. Era composta de 33 canhões de pequeno calibre alinhados em três fileiras de onze. Os canhões eram disparados um depois do outro. Leonardo da Vinci chamou de arma de ‘órgão de canos’, porque os canos dos canhões pareciam os tubos de um órgão.

Lança 3 em 1 – Em vez de um cavaleiro espetar um soldado inimigo por vez. Leonardo da Vinci inventou esta lança tripla, que possibilitava varar três inimigos num só ataque. O cavaleiro empunhava uma das lanças, e as outras duas iam atreladas ao arreio.


Empurrador de escada – Na Idade Média e na Renascença, as pessoas viviam enfrentando um problemão: ter seus castelos sitiados por inimigos sanguinários. Para se livrar desses escaladores de muralha, Leonardo da Vinci inventou um dispositivo para empurrar as escadas invasoras. Para não ter de trocar o empurrador de lugar o tempo todo, ele projetou um que derrubava logo cinco escadas de uma vez.

Escudo Ladrão – Quando um adversário erguia a espada para o ataque e a arma batia no seu escudo, abria-se uma portinhola na frente do escudo e de lá de dentro saía um mecanismo articulado que agarrava a espada da mão do inimigo.

Depois que César foi embora da Espanha, a fim de escapar dos que ele tinha maltratado em seu reinado de terror; Leonardo parou de trabalhar para ele e, em pouco tempo, já arrumava novamente a sua trouxa e voltava para Florença, onde iria encontrar um jovem artista que iria se transformar no seu maior rival de todos os tempos.

Em 1503, Florença estava em guerra com Pisa (de novo!). O cabelo e a barba de Leonardo da Vinci tinham ficado brancos e, com 51 ano de idade era considerado um coroa coroca.

Então eis que surge nesta história, Michelangelo Buonarrotti, Michelangelo era um brilhante escultor, arquiteto, pintor de afrescos e poeta. Assim como Leonardo da Vinci, fez seu aprendizado num ateliê de Florença. Depois, Michelangelo foi para Roma, onde o papa Júlio II o chamou para fazer o desenho de seu mausoléu e esculpir O escravo de pernas cruzadas, dois projetos que renderam muito prestígio ao artista. Ao contrário dos heróis altos e musculosos e dos lindos personagens bíblicos das suas esculturas, Michelangelo era baixinho, feio e desmazelado. Tinha um nariz adunco, quebrado numa briga com outro escultor, o que, aliás, não era incomum, pois Michelangelo era tão briguento que saía distribuindo socos e pontapés por qualquer coisinha. Mas era tremendamente trabalhador e tão dedicado à sua obra que dormia no ateliê, alimentando-se com um pedaço de pão e um gole de vinho, e nunca, jamais, em tempo algum se dava ao trabalho de lavar-se ou tirar as botas, que, sabe-se lá por que, eram feitas de pele de cachorro.

Leonardo da Vinci trabalhou em diversos projetos para Ludovico, incluindo o preparo de carros alegóricos e desfiles para ocasiões especiais, o projeto de uma cúpula para a Catedral de Milão, e um modelo de um imenso monumento equestre para Francesco Sforza, o antecessor de Ludovico. Setenta toneladas de bronze foram separadas para a sua confecção; o monumento permaneceu inacabado por diversos anos, o que não foi comum na carreira de Leonardo. Em 1492 um modelo de argila foi terminado; ele era maior, em tamanho, que as duas únicas estátuas equestres do Renascimento, a estátua de Gattemelata, em Pádua, e a de Bartolomeo Colleoni, de Verrocchio, em Veneza, e ficou conhecido como o "Gran Cavallo".

Uma das mais conhecidas criações de Michelangelo é a gigantesca estátua de Davi, o pastorzinho que ele esculpiu num imenso bloco de mármore em que o escultor Duccio deveria ter talhado, quarenta anos antes, a figura de um profeta. Mas Duccio morreu de repente, e o bloco ficou abandonado num canto da catedral de Florença. Sua pintura mais famosa é certamente o vasto conjunto pintado no teto da capela Sistina, em Roma, e que mostra algumas cenas do Gênsis, o primeiro livro da Bíblia, entre elas a criação do Mundo. Artista da moda, Michelangelo muitas vezes recebeu encomendas em que Leonardo da Vinci estava de olho, nem é preciso dizer, que isso fazia o coroa morrer de inveja do jovem rival.

Pensamento de Leonardo da Vinci sobre as esculturas – Tratando-se de escultura, tudo o que posso admitir é que, realmente, nada dura mais do que mármore ou bronze. E é só! A escultura não pode se comparar com a pintura... E não exige muito raciocínio. Só cansa e suja. Os escultores acabam sem fôlego, suados e cobertos de poeira, parecendo-se mais com padeiros enfarinhados ou alguém que enfrentou uma tempestade de neve. Para completar, a casa de um escultor está sempre entulhada de lascas de pedra, uma imundice! Sem falar na barulheira...

Pensamento de Leonardo da Vinci sobre a pintura - Ah, agora sim! Pintura é só alegria. Uma grande atividade mental! E pode ser praticada numa cadeira confortável, vestindo suas melhores roupas. Os pincéis não pensam nada e você só precisa mergulhá-los suavemente em lindas cores. Sua casa estará sempre limpa, e dá até para ouvir música enquanto trabalha. Ou impedir que alguém leia um belo texto para você. Não tem comparação!

Um quebra-pau em praça pública – Em um belo dia Leonardo da Vinci passeava com um amigo por uma praça de Florença, quando no meio de algumas pessoas, uma pessoa que estava conversando sobre arte, pararam o Leonardo da Vinci e lhe pediram uma opinião sobre poesia. Adivinhem quem atravessava apressado a praça naquela mesma hora? O rabugento Michelangelo, em pessoa! Em vez de responder, Leonardo da Vinci apontou para ele e disse algo assim: “Lá vem o Michelangelo, ele explica para vocês!” Mal-humorado como sempre, o intratável escultor cismou que Leonardo da Vinci estava debochando dele e disse algo assim: “Explique você, seu gênio GAGÁ, por que nunca foi capaz de fundir em bronze aquele cavalo de argila e fugiu vergonhosamente da raia. Seu monumento à incompetência!” Leonardo da Vinci assombrou-se tanto com o insulto que ficou mais rosado que seu célebre traje cor-de-rosa, mas antes que pudesse dar uma resposta à altura, Michelangelo seguiu caminho, parando apenas o tempo necessário para olhar por cima do ombro e acrescentar: “E aqueles otários de Milão achavam que você ia correr o grande prêmio montado naquilo!” Ou algo bem semelhante a isto, o que é claro deixou Leonardo da Vinci um ‘pouco’ mais enfurecido.

Trinta Corpos Humanos - Ao longo da sua vida calcula-se que Leonardo da Vinci tenha aberto e explorado no mínimo uns trinta corpos humanos. Ele dissecou um monte de órgãos, inclusive pulmões, corações e cérebros. Também serrou ossos para descobrir como são por dentro, quais são recheados de tutano, quais são esponjosos. Para tentar entender a maneira como andamos, ele até substituiu músculos por cordas, que puxava para reproduzir a maneira como os tendões puxam nossos ossos. A formação de Leonardo da anatomia do corpo humano iniciou-se com o seu aprendizado no ateliê de Andrea del Verrocchio, seu mestre insistia que todos os alunos deviam aprender anatomia. Como artista, ele rapidamente se tornou mestre da anatomia topográfica, realizando muitos estudos de músculos, tendões e outras características anatômicas visíveis.

Como um artista de sucesso, ele recebeu a permissão para dissecar cadáveres humanos no Hospital de Santa Maria Nuova, em Florença e mais tarde no hospital de Milão e Roma. Entre 1510 e 1511, colaborou em seus estudos o médico Marcantonio della Torre, e juntos elaboraram um trabalho teórico sobre a anatomia, em que Leonardo fez mais de 200 desenhos. Foi publicado apenas em 1680 (161 anos após sua morte), integrando o Trattato della Pittura.



Leonardo desenhou muitos estudos sobre o esqueleto humano e suas partes, bem como os músculos e nervos, o coração e o sistema vascular, os órgãos sexuais, e outros órgãos internos. Ele fez um dos primeiros desenhos científicos de um feto no útero. Como artista, Leonardo observou e registrou cuidadosamente os efeitos da idade e da emoção humana sobre a fisiologia, estudando em particular os efeitos da raiva. Ele também desenhou muitas figuras importantes que tinham deformidades faciais ou sinais de doença.

Mona Lisa ou Gioconda – Por volta de 1505, Leonardo da Vinci começou a trabalhar nesta obra, uma pintura a óleo de uma mulher sorrindo, este retrato mede atualmente 77 por 53 centímetros. O estilo utilizado foi de sfumato, que significa em italiano esfumaçado, vago, impreciso. Alguns dizem que a Gioconda segue as pessoas com os olhos, eles parecem tremer. Dizem que Leonardo da Vinci gostava tanto dessa pintura que ele a levava para todos os lugares aonde ele ia. No fim, ele acabou vendendo este quadro para o Luís XII, rei da França, e a Gioconda foi pendurada em veios palácios e luxuosas mansões até a Revolução Francesa, quando as massas revolucionárias a transferiram para o Museu do Louvre, em Paris. Quando Napoleão subiu ao poder, tirou-a do Louvre e pendurou-a no seu quarto.

Nas asas do Leonardo da Vinci – Leonardo da Vinci estava convencido de que o homem podia voar e resolveu construir um modelo de máquina voadora. Ele estava tão certo disso, que tapou todas as janelas da sua casa para que ninguém roubasse sua ideia. Ele chegou a achar que se amarrasse um par de asas bem grandes num homem e este agitasse os braços loucamente, conseguiria levantar voo. Muitos acreditam que ele próprio tenha planejado testar essa máquina, pulando do teto de um palácio de Milão – mas os boatos mais fortes dizem que ele acabou mandando um dos seus assistentes em seu lugar, e o resultado não foi bem o que ele esperava,,,

Helicóptero do Leonardo da Vinci – Esta é mais uma das famosas invenções futuristas do Leonardo da Vinci. Ele projetou na década de 1480, quando vivia em Milão. E normalmente ela é citada como uma versão primata do helicóptero, mas ele a chamava de algo como “parafuso aéreo”. A ideia dele era que o parafuso fosse operado por quatro homens numa plataforma central, movendo barras que fariam o parafuso girar.

Paraquedas de Leonardo da Vinci – Em 1483, Leonardo da Vinci desenhou um homem pendurado num treco que parece uma barraca de acampar. Ao lado, anotou que, se você der a um homem doze metros de pano e algumas varas para servir de armação, ele poderá pular de qualquer altura sem se machucar. Era o precursor do paraquedas, inspirado na barraca da campanha usada pelos soldados romanos. Pelo que se sabe, ninguém o testou, provavelmente porque uma geringonça dessas não despertava muito interesse ma Itália dos séculos XV e XVI. Passaram-se quatrocentos anos até alguém inventasse o avião de onde o paraquedista pudesse pular.

Homem Vitruviano - Datado do ano 1490, um estudo das proporções humanas baseado no tratado recém-redescoberto do arquiteto romano Vitruvius. Leonardo debruçou-se sobre o que foi chamado o Homem-Vitruviano, o que acabou se tornando um dos seus trabalhos mais famosos e um símbolo do espírito renascentista. O desenho reproduz a anatomia humana conduzindo eventualmente ao desígnio do primeiro robô conhecido na história que veio a ser chamado de O Robô de Leonardo. Isso rendeu uma análise recente e exaustiva de Leonardo como cientista por Frtijof Capra, que defende que Leonardo era um tipo fundamentalmente diferente de cientistas como Galileu, Nilton e outros cientistas que o seguiram. Sua experimentação seguiu claro, abordagens com métodos científicos, e juntamente a sua teorização e hipotética voltada as artes, particularmente na pintura, o fizeram um Leonardo único e integrado, em que pontos de vista holísticos da ciência, fazem dele um precursor dos modernos sistemas teóricos e complexas escolas de pensamento.

 

Principais trabalhos de Da Vinci:

Trabalhos de pinturas (artes plásticas): Gioconda (Mona Lisa) , Leda, Dama do Arminho, Madonna Litta, Anunciação, A Última Ceia, Ginevra de Benci, São Jerônimo, Adoração dos Magos, Madona das Rochas, Retrato de Músico, São João Batista, Madona do Fuso, Leda e o Cisne

Trabalhos de invenções: máquina voadora, máquina escavadora, isqueiro, paraquedas, besta gigante sobre rodas, máquina a vapor, submarino.

Trabalhos Científicos: homem vitruviano, anatomia do tronco, estudo de pé e perna, anatomia do olho, estudo da gravidez, estudos e embriões.

Projetos de Arquitetura: Projeto arquitetônico de uma cidade, projeto de um porto, templo centralizado.

 

Frases de Leonardo da Vinci:

- "A sabedoria é filha da experiência."

- "Quem pouco pensa, muito erra."

- "A simplicidade é a máxima sofisticação".

- "O tempo dura muito para aqueles que sabem aproveitá-lo."

 

A Morte de Leonardo da Vinci – Leonardo da Vinci morreu no dia 2 de maio de 1519, aos 67 anos. Ele teve o seu corpo enterrado na França, numa capela que se deteriorou totalmente. Em 1802, Napoleão mandou reforma-la, mas o sujeito que fez a obra tirou os esqueletos dos caixões, para vender o chumbo com que eram revestidos os caixões, e as ossadas se dispersaram no meio do entulho. Como se não bastasse, algumas crianças resolveram jogar boliche com os ossos, e não sobrou muita coisa. Mais tarde o jardineiro enterrou o que restou. E até hoje, após ser encontrado um crânio bem maior que os outros, depositaram esses restos e gravou-se uma lápide com os seguintes dizeres:
 
* AQUI JAZ O QUE SE ACREDITA SEREM OS RESTOS MORTAIS DE LEONARDO DA VINCI.

+ Depois da morte de Leonardo da Vinci, Francisco Melzi voltou para a Itália, levando consigo os cadernos do grande homem. Quando Melzi morreu, seu filho passou a vender os cadernos a qualquer um que desse algum dinheiro por eles, de modo que logo se dissiparam por todos os cantos, e muitos acabaram sendo perdidos, roubados ou queimados. Resultado: Durante muitos anos ninguém soube absolutamente nada sobre os trabalhos de ciência e engenharia de Leonardo da Vinci, que só era lembrado por suas pinturas. Só a partir do século XIX é que se começou a procurar seriamente os cadernos e a colocá-los em coleções bem protegidas. Foi então que o mundo começou a descobrir que, além de um grande artista, Leonardo da Vinci foi um grande engenheiro, anatomista, inventor e arquiteto.


  ALGUMAS OBRAS DE LEONARDO DA VINCI

                                             A Dama com Arminho (1490)


                                                   A última Ceia (1498)

  
                             A Virgem e o Menino com Santa Ana (1508)

                                       
                                               La Belle Ferroniérie (1496)


                                                 Leda e o Cisne (1508)


                                              Madona Litta (1491)


                                            Virgem Benois (1478)


 

Fonte e Sítios Visitados

Leonardo da Vinci e seu cérebro 2004, Cia da letras.



 

 
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