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Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

20 de janeiro de 2013

Cresce o movimento dos profissionais que trabalham ‘bem longe’ das suas empresas


Cresce o movimento dos profissionais que trabalham ‘bem longe’ das suas empresas

Uma pesquisa divulgada pela empresa Regus em 2012 mostrou que 28% dos profissionais brasileiros acham essencial ter fotos da família na mesa de trabalho. Algumas empresas estão colocando esse capricho em xeque. As companhias começam a estimular funcionários a sentar cada dia em um local diferente no escritório. Nesses lugares, os itens pessoais são carregados na mochila ou deixados em um armário pessoal dentro da empresa. Quem adotou o modelo defende que o fim da mesa fixa no escritório aumenta a colaboração entre diferentes departamentos e dá mais flexibilidade aos funcionários --em geral, a estratégia faz parte de programas que permitem trabalhar em casa alguns dias por semana.


Erika Szabo, consultora de engenharia da Cisco, diz que não sente falta de ter os pertences pessoais à disposição em uma mesa de trabalho fixa. Ela carrega tablet, smartphone e, às vezes, notebook, e pode escolher onde trabalhar, dependendo de aspectos como o humor e o que vai fazer naquele dia.

"Às vezes, tenho trabalhos mais introspectivos, desenvolvendo treinamentos ou preparando apresentações. Em outros momentos, estou interagindo com outras pessoas. Ter essa mobilidade ajuda muito", afirma.

Paulo Pegoraro, 36, gerente de serviços de consultoria em infraestrutura da Dell, concilia o "home office" (trabalho em casa) com dias em que vai ao escritório, nesse esquema rotativo. Ele diz que isso o ajuda a conhecer mais os colegas, já que a cada dia pode sentar-se ao lado de alguém diferente.

"Você se sente compelido a falar com aquela pessoa. Posso conversar com alguém de fora da minha área e acabo entendendo melhor como funcionam outros departamentos da empresa."

Na Dell, essa rotatividade foi implantada em 2011 no escritório de São Paulo e agora começa a ser adotada no de Porto Alegre. Pessoas que não necessitam de infraestrutura física para trabalhar, como vendedores e desenvolvedores de software, podem chegar à empresa e trabalhar em qualquer lugar.

Segundo Flávia Porto, consultora de RH da empresa, a medida favorece a inovação. "Quando você está em volta de pessoas de só uma área, limita-se a conhecer colegas que estão no dia a dia da sua atividade. Ao juntar gente de processos diferentes, há uma troca maior de ideias."

Ricardo Amorim, 39, gerente de marketing da empresa do ramo farmacêutico Boehringer Ingelheim, destaca que é mais fácil trabalhar nesse esquema especialmente quando desenvolve um projeto com alguém que não é da área dele.

 "Quando você precisa passar muito tempo trabalhando com uma pessoa, já se senta próximo a ela e não há necessidade de reservar uma sala de reunião para isso. Resolve-se o dia a dia de trabalho de forma mais natural."

A empresa adotou o esquema quando se mudou para um novo escritório em São Paulo, com capacidade menor. Os profissionais, então, trabalham em casa um dia por semana e, quando vão à sede, não têm posto fixo.

Mas foi necessário fazer ajustes no modelo: no começo, ninguém tinha mesa ou lugar definidos, mas houve um passo atrás e agora a empresa definiu que os profissionais de cada área de negócio devem procurar sentar-se próximos. "Pessoas de áreas como RH e finanças, às vezes, precisam tratar de assuntos sigilosos, e isso pedia um espaço mais reservado", afirma Alessandro Gruber, gerente de RH da companhia.

 

MENOS SUPERVISÃO

Entretanto, nem todos profissionais se adaptam a esse tipo de inovação. Alvaro Mello, coordenador do Centro de Estudos de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível da Business School São Paulo, diz que as empresas devem fazer avaliações para verificar se o funcionário tem capacidade para produzir trabalhando sob menos supervisão. É preciso, por exemplo, saber gerenciar bem o tempo e ter bom conhecimento do trabalho para realizá-lo com autonomia. "Tanto os indisciplinados, que não cumprem prazos, quanto os 'workaholics' podem ter problemas para trabalhar assim."

Renata Patu, 38, gerente de suprimentos da Unilever, que trabalha "sem mesa" desde 2012, diz que a distância faz com que as relações profissionais sejam mais maduras.

"Isso gera um grau de confiança entre você, o seu chefe e a sua equipe. O trabalho fica mais comprometido com o resultado", diz.

Em geral, os profissionais "sem mesa" recebem da empresa um laptop com ferramentas de mensagens instantâneas e de teleconferência.

"Procuro me policiar para não usar o e-mail e o sistema de mensagens de forma desnecessária. Se a pessoa está próxima de você, é melhor ir lá conversar em vez de ficar falando virtualmente", afirma Amorim

 

LIDERANÇA REMOTA

Para os profissionais em função de chefia, essa mobilidade traz desafios. É preciso aprender a liderar os funcionários mesmo que eles não estejam ao alcance dos olhos o tempo todo.

Andrea Huggard Caine, diretora de certificação profissional da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), afirma que é importante que os gestores estejam sempre em contato com os subordinados e avaliem o trabalho deles constantemente.

"É importante ter disciplina para não perder o momento. Tem que pegar o telefone e dizer: 'Fulano, não gostei disso'", recomenda.

Também é importante marcar reuniões periódicas ou mesmo reuniões informais para que os profissionais mantenham contato.

"As pessoas precisam entender que a formação do vínculo não depende de trabalhar cara a cara com a equipe que está no projeto", afirma Lucyane Rezende, diretora de RH da Unilever.

 

Cresce o número de profissionais que trabalham à distância no Brasil

 

Com novas tecnologias, a empresa deixou de ser um lugar fechado. Estima-se que dez milhões de pessoas trabalhem à distância, pelo menos uma vez por semana, no país.

 

O que as pessoas chamam hoje de trabalho mudou muito e a transformação trazida pelas novas tecnologias é só parte da explicação do que já está sendo chamado de Trabalho 2.0. Na empresa Cisco, ninguém sabe direito como responder onde ficam as salas dos departamentos. "Eu posso tá no meio do pessoal do RH, de marketing, engenharia, financeiro, não tem uma área", explica o diretor de contas da Cisco, João Paulo Melo.


          Nenhum departamento tem sala própria. Ninguém tem a própria mesa. “Nós mesmos quando chegamos à empresa, se quiser ter um encontro com o financeiro, tem que escrever e perguntar onde você está”, diz a diretora de RH da Cisco, Rose Mary Morano. O lugar rotativo tem a ver com o trabalho por projetos, quando uma empresa forma equipes temporárias. “As pessoas se unem conforme cada projeto, uma pessoa precisa dar uma ajuda esporádica em cada projeto, depois volta para onde ela estava”, explica a consultora em RH, Eliane Figueiredo.

Além disso, tem muita gente que passou a trabalhar de casa e só aparece na empresa de vez em quando. Então, para quê lugar fixo?

A consultora em venda e software, Lígia Donato, dá expediente em casa como consultora e como mãe. “Consigo produzir de casa com pequenas interferências”. Apesar das "pequenas interferências", o trabalho em casa ou home office, vem dando resultado para muita gente. O funcionário não perde tempo no trânsito, trabalha mais tranquilo e rende mais.

“Nós estamos com esse modelo novo há seis anos e tivemos um aumento de 40% no volume de vendas novas e 70% na receita dessas vendas”, conta a diretora de RH, Edna Rodrigues Bedani.

Estima-se que, hoje, dez milhões de pessoas trabalhem à distância, pelo menos uma vez por semana, no Brasil. No mundo, já são 173 milhões de trabalhadores. Essa é uma "moda" recente, foi só a partir dos anos 2000 que o home office ganhou mais adeptos. “Comparando com alguns países da Europa, o teletrabalho além de aumentar no Brasil, ele também é maior comparado com outros países na América Latina, nós somos líderes no exercício do teletrabalho”, fala o presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho, Álvaro Mello.

Mas a receita nem sempre funciona. Na empresa Check Express, por exemplo, as vendas caíram até 30% quando os vendedores passaram a trabalhar à distância.

“Existe até uma provocação entre as pessoas de comparar os resultados, quem está na ponta do ranking quando está cada um na sua casa, essa perda da troca de informação, prejudica”, diz o gerente de novos negócios da Check Express, Alexandre Monteiro.

“O movimento de colocar as pessoas em home office durou dois anos e depois os outros dois nós trouxemos de volta”, fala o presidente da Check Express, José Mário Ribeiro.

“Os contras são a falta de convivência prejudica o trabalho em equipe. Tem algumas empresas que eu conheço que estão deixando de incentivar o home office e tem outras empresas que eu conheço que estão querendo tentar o home office”, diz a consultora em gestão de pessoas, Juliana Almeida Dutra.

Existem duas tendências paralelas e contrárias: trabalhar sozinho e conviver. Como conciliar as duas coisas? Esse paradoxo foi resolvido num novo lugar de trabalhar, o coworking. No local, trabalho é algo que se faz separado, mas junto. O coworking, ou trabalho compartilhado, reúne gente de áreas e empresas diferentes. Cada um faz o seu, mas bate papo com quem está ao lado, toma um cafezinho.

O Brasil já tem dezenas desses espaços. Por enquanto, o coworking recebe muito profissional autônomo, mas parece que isso está mudando. “Tem diversas empresas ligando, fazendo cotação, pros seus funcionários virem trabalhar no local. Às vezes tirar os funcionários de home office para ter essa integração, visando maior produtividade”, diz a sócia da Ponto de Contato, Fernanda Trugilho.


O trabalho a distância vai cada vez mais longe. Hoje em dia, com notebooks, tablets, smartphones, internet sem fio pra todo lado, o local de trabalho é o mundo.

No boteco, happy hour ou hora extra? “Trabalho numa multinacional, tem a diferença do fuso horário, isso faz com que algumas coisas que estão acontecendo e você tem que estar ligado full time”, conta o engenheiro agrônomo, Eduardo da Costa Carvalho. Entre a vida profissional e a pessoal, uma baita promiscuidade. “Minha esposa me deu uma regra: não tem espaço na nossa cama para três itens que sou eu, minha esposa e o meu laptop, ela falou: ‘olha, ou nós dois, ou você e o laptop vão para o sofá, porque os três aqui não cabem na cama”, conta o administrador de empresas Zack Henry.

 

 

Fonte e Sítios Visitados



 

19 de janeiro de 2013

Sistema de Pagamentos On-line, saiba mais





Cada dia que passa é possível acompanhar o aumento do numero de brasileiros que utilizam o sistema de pagamentos on-line, isso explica a razão desse mercado de vendas on-line ‘continuar’ crescendo, mesmo de uma forma discreta, haja vista que nestes últimos dois anos de 2016 e 2017 a crise brasileira só empurrou a economia brasileira lá para baixo – a verdade é que o pagamento on-line é a etapa crucial no processo de compra on-line e deve funcionar perfeitamente. Para os clientes, isso significa a possibilidade de realizar uma transação ágil, segura em um sistema que ofereça os principais meios de pagamento disponíveis no mercado. Percebe-se que os e-consumidores optam pelos seguintes meios: cartão de crédito (68%); boleto bancário (25%); TEF - Transferência Eletrônica de Fundos (5%); e outros (2%), sendo que esses percentuais podem variar em decorrência do segmento de atuação e do perfil de seu público.


Todo lojista precisa atender as necessidades dos seus clientes, o que nem sempre é tão fácil e barato devido à necessidade da contratação mínima de pelo menos três instituições para prestar esse serviço de forma satisfatória: um banco que ofereça a solução de pagamento por meio de boleto e transferência eletrônica e as duas maiores operadoras de cartões de crédito.


 O processo de contratação das operadoras de cartões é burocrático e demorado e as tarifas são caras: uma taxa mensal fixa ao redor de 100 Reais mais um percentual ao redor de 4,5% sobre o valor da venda. Os Bancos não ficam atrás, cobram cerca de 3 Reais para emitir um simples boleto e cerca de 0,50 centavos para realizar uma transferência eletrônica que nada mais é que um lançamento a crédito na conta corrente da loja e outra a débito na conta corrente do cliente comprador. Embora esses valores pareçam pequenos a primeira vista, para o lojista representam um ônus expressivo.


·        Na venda de um CD de 20 Reais, por exemplo, o banco ficará com 15% da receita, para emitir um boleto, percentual maior do que a margem de lucro de muitas lojas virtuais.


E nada indica que esse quadro deverá mudar nos próximos anos no que se refere ao quesito custo, no entanto, em termos de facilidade de implantação de sistemas de pagamento existe uma novidade positiva para o pequeno lojista.




Os integradores de Meios de Pagamento

Integradores de meios de pagamento são empresas que funcionam como intermediárias entre os fornecedores de soluções de pagamento (bancos e operadoras) e o lojista virtual. Elas fazem um contrato com o lojista e disponibilizam na loja um vasto ‘leque’ de opções de pagamento que inclui os principais bancos e operadoras de cartão no país. As principais vantagens são:

  • Menor burocracia para o lojista no momento da contratação e implantação;
  • A implantação é simples, bastando inserir código html no site;
  • Possibilidade de venda por cartão on-line por parte de um lojista que deseja atuar como pessoa física;
  • Maior liquidez em decorrência do menor prazo de recebimento de 14 dias em vez dos  tradicionais 30 dias;
  • Processo de liberação ou não da venda é realizado pelo próprio integrador que realiza a análise de risco;
  • Risco de fraude zero, uma vez que esse risco é assumido pelo integrador.

Naturalmente, esse serviço tem um custo que gira em torno de 2% da transação, sendo que esse valor é adicional aos custos dos bancos e operadoras já citados acima. Para empresas de maior porte e com alto volume de transações esse serviço pode não ser tão interessante. Mas para o pequeno lojista a contratação de um integrador de meios de pagamento pode facilitar imensamente o processo de implantação e gerenciamento de uma área nevrálgica na loja virtual.

 Algumas das empresas que atualmente prestam serviços de integração de meios de pagamento são: PAG-SEGURO, pertencente ao grupo UOL, BRASPAG, PagamentoDigital e iPagare.






O e-commerce cresce e se consolida a cada dia no Brasil. Porém, uma questão de fundamental importância para as lojistas virtuais é a disponibilização de meios de pagamento ágeis, eficientes e seguros na rede.

No entanto já existem no mercado diversas soluções que podem atender com eficácia essa necessidade. Veja os principais:



Boleto bancário

Onde o cliente imprime boleto no final da compra e paga no banco de sua preferência ou por meio do Internet Banking. Apesar de antigo, o boleto bancário ainda é um meio de pagamento utilizado por muitos. A principal vantagem é oferecer a possibilidade da compra na internet para compradores que não possuem cartão de crédito.

•  Percentual estimado de compradores que optam por esse meio de pagamento: 20 %
• Custo para o lojista: ao redor de R$ 4,00 cada boleto pago, variando conforme o banco.



Cartões de Crédito
Rápido e prático é o mais utilizado. Neste meio de pagamento o cliente digita o número do cartão diretamente no sistema da operadora. Após a aprovação do crédito a compra é finalizada.

• Percentual estimado de compradores que optam por esse meio de pagamento: 67 %

• Custo para o lojista: tarifa mensal ao redor de R$100 mais cerca de 4% sobre o valor da fatura varia conforme a operadora de cartões.



Transferência Eletrônica de Fundos – TEF

Até o momento dessa postagem tratava-se de um modelo pouco utilizado e, às vezes, incompreendido no mercado. Neste modelo o cliente digita a senha bancária em conexão segura com o banco e autoriza a transferência do valor da compra para a conta da loja. Após a liberação por parte do banco a compra está finalizada. Também rápido e seguro, é um meio de pagamento que tende a ser cada vez mais utilizado.
• Percentual estimado de compradores que optam por esse meio de pagamento: 2 %

    • Custo para o lojista: ao redor de 50 centavos por operação, varia conforme o banco.

      -  Alternativa para o pequeno empreendedor



Integradores de Meios de Pagamento

Para o empreendedor na Internet existe a opção de terceirizar o processo de recebimento para uma integradora de meios de pagamento. Ela é quem cuidará de toda a operação, assumindo o risco de fraudes nas compras.
A sua implementação é ágil, basta inserir um código HTML no site da empresa. Para adquiri-la, solicite o cadastramento junto a uma integradora. Sua utilização é possível inclusive para empreendedores que ainda não tem sua empresa registrada, ou não pretendem ter.

O custo para o lojista é de cerca de 2% adicionais aos valores cobrados pelos bancos  e operadoras.












 Fonte e Sítios Consultados



 

18 de janeiro de 2013

Lojas Virtuais


Lojas Virtuais

 
O que são Lojas Virtuais. O surgimento das lojas virtuais. Planejamento e implantação de lojas virtuais. Como se realiza a venda pela Internet

             As lojas virtuais surgiram em meados dos anos 90 e hoje, em pleno ano de 2013, são a face visível de uma verdadeira revolução no comércio. Nas lojas virtuais não há necessidade da presença física nem do comprador, nem do vendedor; lojas virtuais não necessitam do manuseio de papel moeda e, tampouco, necessitam da mercadoria no momento da transação. Nas lojas virtuais, a relação ocorre entre um comprador e um sistema hospedado em um computador localizado em qualquer lugar do planeta.

 

Lojas Virtuais - Conceito

Muito embora toda loja virtual seja um web-site, nem todo site é uma loja virtual, ou seja, nem todo site vende produtos ou serviços on-line. Existem inúmeras outras funções desempenhadas pelos sites além da venda direta, tais como divulgação institucional, compras, relações com fornecedores, treinamento de funcionários, e diversas outras. Esses sites não são considerados lojas virtuais, tendo em vista que lojas virtuais são sites de e-commerce, onde o cliente visualiza e escolhe seu produto, coloca no carrinho de compras e passa no caixa para realizar o pagamento, num processo totalmente on-line.

 

A importância das Lojas Virtuais

As lojas virtuais desempenham um papel estratégico para qualquer negócio na Internet. É nas lojas virtuais que o visitante será apresentado aos produtos e, quiçá, vai se sentir motivado para realizar a compra. Partindo-se da premissa que os produtos são de interesse do visitante e estão sendo oferecidos a um preço justo, a decisão de compra vai depender da qualidade da loja virtual em transmitir informações precisas ao comprador; além da confiabilidade, segurança e facilidade de navegação encontrada.


O planejamento das Lojas Virtuais
 

Estrutura das Lojas Virtuais

A rigor, lojas virtuais são uma série de sistemas que vão interagir com o usuário; de tal forma que ele possa realizar ações que, preferencialmente, culminem com uma compra. Esses sistemas podem ser adquiridos de terceiros ou desenvolvidos internamente, mas é fundamental que funcionem a contento, dando respostas ágeis e eficientes aos usuários 365 dias por ano, 24 horas por dia. Você pode estar em um barco no Caribe comemorando o réveillon, mas suas lojas virtuais deverão estar no ar atendendo seus clientes.

 

Hospedagem das Lojas Virtuais

O correto funcionamento das lojas virtuais, 24hs por dia, 360 dias por ano depende primordialmente de um bom provedor de serviços de hospedagem. Não vale a pena economizar aqui. Mesmo porque, o custo desse tipo de serviço está bem acessível no Brasil, graças a grande concorrência de fornecedores de infraestrutura.

 

Lojas Virtuais e segurança nas transações

No mundo de cimento, costuma-se dizer que nada é 100% seguro, tanto assim que nas lojas tradicionais existe uma margem de perdas considerada aceitável pelos comerciantes. Na Internet esse princípio também é válido, mas é importante se precaver para minimizar o risco. Os problemas que ocorrem com mais frequência no caso das lojas virtuais são a Clonagem da loja, Invasão de sistemas e acesso a informações sigilosas. Problemas que são evitados com a certificação do site, encriptação das informações e outras medidas de segurança já acessíveis ao empreendedor na Internet.

 

Parceiros financeiros e meios de pagamento

As Lojas Virtuais devem disponibilizar aos seus clientes diversas opções de pagamento. Tradicionalmente, o boleto bancário e o cartão de crédito são os meios mais disponibilizados pelos lojistas. Quanto mais opções de pagamento houver, melhor para os clientes, porém, existem considerações relacionadas a custos durante a montagem dos sistemas de pagamento e a escolha do banco e operadora de cartões que devem ser consideradas pelo lojista.

Fonte e Sítios Visitados



 

 

17 de janeiro de 2013

Previsões para o E-commerce - tablets - smartphones - mais conteúdo


Previsão para o e-commerce  do Brasil
 

O crescimento será impulsionado pela aceleração das vendas de dispositivos móveis como os tablets e smartphones.


Em 2013 o e-commerce brasileiro deve apresentar um crescimento nominal de 25%, chegando a um faturamento de R$ 28 bilhões. A previsão é da empresa especializada em informações do comércio eletrônico, e-bit.

De acordo com a diretoria de negócios da consultoria, Cris Rother, a tendência é que o ano apresente um resultado superior a 2012, impulsionado pela retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivos móveis como os tablets e smartphones.

“A cada ano vemos maior adesão dos brasileiros a dispositivos móveis devido a redução dos preços dos produtos, conforme mostra o índice FIPE Buscapé, e pela maior oferta de pacotes de banda larga com valores mais acessíveis. Somente em 2012 a queda de preços dos celulares em comparação a 2011 foi de -13,41%”, explica Rother.

Influência da nova classe média

             Uma outra causa do crescimento do setor é a ascensão da Classe C. Aproximadamente 56% dos novos consumidores on-line pertencem a essa classe, apesar dos atuais sinais de endividamento, o que por outro lado pode frear o consumo.

Os televisores devem ser os produtos mais vendidos para esse ano. Segundo Cris, as vendas do produto serão estimuladas pela Copa das Confederações deste ano e a Copa do Mundo de 2014. “Vimos em 2010 um movimento muito forte na venda de Eletrônicos, especialmente TV´s de LED e tela fina, especialmente estimulados com a Copa do Mundo”.
 

Investimentos

           Os maiores investimentos no comércio eletrônico foram em categorias chamadas de verticais como “moda e acessórios”, “artigos esportivos” e “casa e decoração”. “Com o segmento em consolidação e ainda mais competitivo, os grandes varejistas buscarão melhorar a eficiência de suas operações, aumentar a rentabilidade e melhorar da qualidade dos serviços prestados ao consumidor”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

 

 Previsões do Brasil como 4º maior e-commerce em 2016

O Brasil terminou 2012 com 3,1% do movimento mundial feito pela internet, figurando em 7º no ranking global, à frente da Rússia (8º), Coreia do Sul (9º) e da Itália (10º)


Comércio eletrônico: segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016.

Londres - Um estudo da consultoria italiana Translated projeta que o mercado brasileiro de vendas online será o quarto maior do mundo em 2016. Segundo o estudo, o mercado nacional vai ultrapassar o tamanho da França, do Reino Unido e da Alemanha ao longo dos próximos anos.

De acordo com a pesquisa intitulada "T Index", o Brasil terminou 2012 com 3,1% do movimento mundial eito pela internet. Com essa participação, o País figura em sétimo no ranking global, à frente da Rússia (8º), Coreia do Sul (9º) e da Itália (10º). Os primeiros do ranking são os Estados Unidos, a China e o Japão.

A consultoria prevê que o mercado brasileiro alcance participação de 4,3% do e-commerce mundial em 2016. Com essa fatia, o Brasil estará à frente da Alemanha, que deve terminar o ano das Olimpíadas no Rio com 3,9%.

Atualmente, os alemães giram 4,6% do e-commerce mundial. A redução dessa fatia não aconteceria pela piora dos resultados da Alemanha, mas pelo crescimento mais acelerado dos outros mercados.

Segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016. Em seguida, aparecem Estados Unidos (15,6%) e Japão (4,6%). Após o quarto lugar do Brasil, estarão a Alemanha, Rússia (3,6%) e França (3,2%).

 

 

Aumentar a taxa de conversão é o grande desafio do e-commerce em 2013



Melhorar a experiência de compra no ambiente virtual, criar sistemas de acompanhamento e explorar de maneira diferenciada os canais nas redes sociais são tendências.



Melhorar a experiência de compra do usuário nas redes sociais é o grande desafio do comércio eletrônico para 2013. As empresas devem trabalhar para oferecer maior usabilidade e um relacionamento mais próximo com os consumidores enquanto eles navegam pelas lojas virtuais. Embora o volume de vendas venha crescendo nos últimos anos, as ações de Marketing nos ambiente virtuais ainda precisam ser aprimoradas para criar diferenciação entre os concorrentes e, sobretudo, relacionamento.


           As mudanças não dependem da evolução das ferramentas existentes, mas de uma nova maneira de trabalhar o Marketing neste canal de vendas. A análise das informações e o acompanhamento do comportamento de cada visitante também serão pontos que exigirão maior atenção das marcas, pois isso permitirá que sejam criadas estratégias mais assertivas para cada perfil de cliente.



           Uma das tendências apontadas nos últimos anos, o social commerce ainda não ganhou força. A explicação pode estar na postura das companhias em relação a este ambiente. “O comércio nas redes sociais é tratado de forma equivocada. Empresas criam lojas dentro do Facebook e acham que isso basta, mas este é um erro. Social significa socializar, trabalhando o relacionamento com o cliente com o objetivo de gerar uma venda. Na Inglaterra, a Levi´s Store oferece modelos de calças em sua fanpage e os itens mais curtidos são vendidos com desconto nas lojas físicas. Esta é uma ação autêntica”, explica Felipe Morais, Diretor de Novas Mídias da ABComm e Especialista em Planejamento Digital e E-commerce, em entrevista ao Mundo do Marketing.


Comércio eletrônico mais humano


         As ações de Marketing digital são capazes de levar o visitante até as lojas, mas é necessário um esforço adicional para reter estes clientes e fazer com que eles efetivem a compra. Um dos desafios é impedir que as pessoas deixem o ambiente antes de concluírem o processo. “Por mais que a visitação seja grande, a taxa de conversão média do mercado é de 2%. Por que tantas pessoas visitam uma loja, mas tão poucas compram? Trabalhar melhor o atendimento dentro e fora do site é a principal tendência”, afirma Felipe Morais.



           Diferente do ambiente físico, a compra nas lojas virtuais tende a ser mais fria, sem a participação de outros elementos. No ponto de venda tradicional, o consumidor interage com o vendedor e pode ser influenciado por ele ou pelo ambiente. Por estes motivos, as lojas virtuais ainda precisam passar por um processo de humanização. “Um exemplo simples de como isso prejudica os resultados é quando o visitante tem alguma dúvida sobre o produto. No varejo, ele perguntaria ao vendedor. Mas no ambiente virtual, não há profissional para atendê-lo. O que o consumidor faz? Vai para o Google ou para as redes sociais em busca de respostas e sai da loja virtual”, complementa o Diretor de Novas Mídias da ABComm.



             Esta proximidade com os usuários e o cruzamento das informações disponíveis permitirá que as marcas realizem uma venda totalmente customizada. “O e-commerce deve trabalhar para entender cada vez mais o seu público, compreendendo como ele é influenciado e, a partir disso, entregar um ambiente customizado. O objetivo das marcas deve ser a realização de uma venda one to one”, avalia Sandra Turchi, Coordenadora do curso “Estratégias de Marketing Digital” da ESPM e VP de Marketing da ABRAREC, em entrevista ao portal.



Uso das informações é crucial


           Muitas marcas vêm utilizando as redes sociais para fins promocionais e para entregar conteúdo, na tentativa de conquistar maior engajamento. Mas como canal de vendas, estas plataformas ainda são pouco exploradas e os dados disponibilizados pelos usuários não são aproveitados. Uma tendência que deve se consolidar em 2013 é o Marketing de atribuição. “Ou seja, usar o big data e este imenso conjunto de informações disponíveis para melhorar os resultados. Outro ponto é melhorar o retorno dos investimentos feitos em mídia digitais. Acredito que isso vai impactar fortemente o desempenho, pois permitirá um planejamento mais efetivo.”, afirma Sandra Turchi.



          As empresas precisam analisar o retorno e o desempenha das ações de Marketing no ambiente digital para obterem melhores resultados sem precisar necessariamente investir mais por isso. Com o número de lojas virtuais crescendo a cada dia, destacar-se nos mecanismos de busca pode se tornar mais difícil. “O aumento da competição no ambiente virtual faz com que o custo por clique em campanhas de links patrocinados aumente muito rápido. As marcas precisarão ser mais assertivas no online para obter um bom retorno em 2013”, explica Maurício Salvador, Coordenador da Ecommerce School e Sócio Diretor da GS Ecommerce, em entrevista ao Mundo do Marketing.



         Sistemas e layouts que facilitem o consumo serão diferenciais e as lojas devem ser pensadas para oferecer uma experiência cada vez mais intuitiva. O consumo pelos dispositivos móveis pode se tornar uma opção para oferecer este ambiente diferenciado. “O móbile commerce teve um aumento significativo e continuará forte. O grande investimento das marcas é na criação e na adaptação dos seus canais de venda para o móbile, tornado o acesso mais rápido e fácil nestes dispositivos”, avalia Maurício Salvador.



Mais vídeos e mais conteúdo


             Outro recurso que deve ser bastante utilizado neste ano é a criação de conteúdo para as lojas virtuais. Estes elementos complementam a experiência de compra e permitem que o visitante tenha mais informações sobre um determinado produto. “O uso de vídeos vai crescer muito. Já é provado este tipo de conteúdo aumenta em até 40% as vendas no ambiente virtual. Imagens e animações também são recursos importantes para aumentar a conversão de visitas em vendas”, avisa Felipe Morais, Diretor da ABComm.



            Para melhorar também a forma como apresentam os seus produtos aos visitantes, o investimento em conteúdo deve ser seguido de descrições dos produtos mais completas. Com os custos ligados à tecnologia cada vez mais baixos, mais empresas apostarão no online para vender e um dos diferenciais estará na forma que os catálogos são apresentados e oferecidos aos clientes. Quanto melhor e mais completa estiver a página de um determinado produto, maiores serão as chances do visitante se convencer sem precisar buscar outras fontes.



            O investimento em conteúdo e nas informações sobre os produtos pode se tornar um diferencial entre os e-commerces na criação de experiências diferenciadas e para oferecer ambientes mais intuitivos. “O consumidor compra pelo canal que for mais cômodo. Antes era pelo catálogo, depois por telefone, agora pela internet, pelo smartphone ou tablet. A comunicação neste ambiente tem que ser mais envolvente. Temos casos interessantes na indústria, como Guaraná Antarctica, que obtém um alto índice de engajamento dos seus seguidores no ambiente online, mas quando se fala em comércio eletrônico, ainda não aconteceu”, diz Maurício Salvador, em entrevista ao portal.

 

 

Fonte e Sítios Consultados

 


 

 
http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/digital/26462/aumentar-a-taxa-de-conversao-e-o-grande-desafio-do-e-commerce-em-2013.html

 

 
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