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Administração no Blog

Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

22 de dezembro de 2012

A profissão de Administrador é relativamente nova...


O Administrador

A profissão de Administrador é relativamente nova e foi regulamentada no Brasil em 9 de setembro de 1965, data que se comemora o dia do Administrador.

Os primeiros administradores profissionais (administrador contratado, que não é o dono do negócio) foram os que geriam as companhias de navegação inglesas a partir do século XVII. Estas empresas foram às primeiras sociedades anônimas que se tem notícia.

Administrar envolve a elaboração de planos, pareceres, relatórios, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração.

 
Habilidades do Administrador

 - Habilidades Técnicas: Saber utilizar princípios, técnicas e ferramentas administrativas. Saber decidir e solucionar problemas.


-   Habilidades Humanas: Saber lidar com pessoas, comunicando-se eficientemente, negociando, conduzindo mudanças, obtendo cooperação e solucionando conflitos.


-    Habilidades Conceituais: Ter Visão sistêmica.

 

Atitudes do Administrador

Proativo, ousado, criativo, bom exemplo, cumpridor das promessas, saber utilizar seus princípios, ser cooperativo e ser um bom líder ajudando os funcionários para que eles possam crescer junto com a empresa.

 

Símbolo da Profissão no Brasil
 


Este é o Símbolo do Sistema CFA/CRAs.

 
 Deverá ser usado nas suas várias versões, em toda a comunicação visual dos Conselhos Federal e Regionais de Administração. O Símbolo é composto de um emblema que representa a profissão de Administrador, cuja concepção e composição é detalhada no "Manual de Identidade Visual da Profissão", inclusive especificações de cores, para aplicação em policromia ou em preto e branco.

O Símbolo escolhido para identificar a profissão do administrador tem a seguinte explicação justificada pelos seus autores:

O quadro como ponto de partida: uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão.
Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar, reunir, centralizar, orientar, direcionar, coordenar, arbitrar, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para o objetivo comum".



Dia do Administrador


Nove de setembro é o "Dia Nacional do Administrador", por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.


Juramento do Administrador

"Prometo dignificar minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o Código de Ética, objetivando o aperfeiçoamento da Ciência da Administração, o desenvolvimento das Instituições e a grandeza do homem e da pátria". O juramento foi oficializado pela RN CFA nº 201, de 19/12/97

Oração do Administrador


"Senhor, diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo; Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional; Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas."



Código de Ética do Profissional de Administração (CEPA)


"O que importa nesse momento é que não se deixe de pensar em Moral, em Ética e em Ética Profissional; que não nos acomodemos diante do presente momento histórico que vivemos, onde a Moral, a Ética não são mais os momentos retóricos e, portanto, cansativos. Urge que reflitam em todos os rincões sobre o valor moral e da Ética, pois só assim mudaremos a Ética do País. É o que propomos e é o que a Comissão de Ética do CFA deseja despertar em todas as organizações".

 

20 de dezembro de 2012

Sustentabilidade e o Planejamento Estratégico


O Futuro está na sustentabilidade
 
 
 
Inúmeras marcas, produtos e serviços derivados de práticas sustentáveis estão cada vez mais ganhando espaço por conta do diferencial competitivo de mercado, uma exigência dos consumidores das empresas, independentemente do porte que ela possua. Mas, para que mudanças sejam notadas, é necessária uma mudança em prol da sustentabilidade que deve existir em toda a cadeia hierárquica da empresa..

        Muito mais do que cumprir uma legislação ambiental, o pequeno empreendedor deve investir em práticas de sustentabilidade ambiental construindo uma estratégia para criar uma nova imagem e gerar uma maior confiança do consumidor, tornando-se assim, uma empresa mais inovadora e competitiva.


        Para tirar as dúvidas dos empreendedores sobre como ingressar suas empresas práticas sustentáveis, confira a entrevista do Pensando Grande com Carlos Alberto dos Santos, com o diretor-técnico do SEBRAE, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas:

 1 – Muitas empresas ainda não estão 100% envolvidas com a sustentabilidade. A que fator você atribui esse cenário?

O consumidor final já incorpora conceitos de sustentabilidade, impondo ao mercado sua preferência. E no encadeamento produtivo, grandes empresas exigem cada vez mais ações socialmente responsáveis e ambientalmente corretas de seus fornecedores, em geral, micro e pequenas empresas. A tendência, então, é de crescimento da demanda por produtos e serviços sustentáveis, o que influencia a produção, portanto, a oferta. Para que um pequeno negócio seja sustentável e competitivo é preciso inovar e fazer investimentos, simples ou complexos, de acordo, por exemplo, com o grau de impacto ambiental gerado por ele. E quando uma empresa adota boas práticas, consegue reduzir seus custos operacionais significativamente e, em médio prazo, obtém retorno financeiro. O SEBRAE, por meio do Programa SEBRAtec, subsidia a implantação de tecnologias limpas, elabora o projeto e cobre 80% ou até 90% dos custos do empresário. Além disso, já há instituições financeiras que oferecem linhas de crédito voltadas à implementação dessas práticas.




2 – Quais as vantagens que um empreendedor pode ter ao adotar ações/produtos pensando na sustentatibilidade?

Os benefícios são muitos e transpõem a redução de impactos ambientais. Começam pelo diferencial de mercado e melhoria da imagem da empresa, que passa a lucrar socialmente após adotar boas práticas. A confiança da sociedade no empreendimento aumenta e dessa forma é possível atender a clientes mais exigentes. Financeiramente, podemos citar o crescimento da rentabilidade e da lucratividade, assim como a diminuição de custos de produção e de destinação final de resíduos impactantes, por meio de coleta seletiva estruturada. Hoje, as empresas que se antecipam e adotam processos, gestão e práticas sustentáveis são inovadoras e mais competitivas.

 
3 – Como é possível um pequeno empreendedor iniciar um projeto sustentável?

O empreendedor interessado em iniciar um pequeno negócio sustentável deve atentar-se ao ciclo de vida dos materiais que utiliza, além de agregar valor aos resíduos gerados pela atividade. Temos exemplos de pequenos negócios que se tornaram mais rentáveis e lucrativos por meio da implementação de práticas sustentáveis, apenas reorganizando a logística de utilização de insumos como água e energia. Verificamos recentemente que a maioria dos proprietários das micro e pequenas empresas estão comprometidos com questões ambientais, como revelou a sondagem feita pelo SEBRAE. De acordo com a pesquisa, os empresários do segmento de pequeno porte praticam ações como coleta seletiva de lixo (70,2% dos entrevistados), controle de consumo de papel (72,4%), controle de consumo de água (80,6%), controle de consumo de energia (81,7%) e uso adequado de resíduos tóxicos, como solventes, produtos de limpeza e cartucho de tinta (65,6%). A sondagem considerou 3.912 entrevistas feitas com donos de micro e pequenas empresas em todo o país.

 

4 – Qual o maior desafio do empreendedor em relação à sustentabilidade no negócio?

O maior desafio em relação à sustentabilidade nos pequenos negócios é sensibilizar empresários sobre a necessidade de mudar a cultura organizacional, alterar modelos já consolidados e adotar um sistema de gestão ambiental. Quando o dono do negócio percebe a importância de promover a nova cultura, ele pode estimular o engajamento da equipe por meio da captação e valorização de ideias sustentáveis que sejam discutidas de forma transversal entre os colaboradores da organização. É importante, porém, que o empresário perceba as novas tendências e se adapte, promovendo as mudanças e inovações necessárias para garantir maior competitividade ao seu negócio.

 Fonte: http://www.pensandogrande.com.br/o-futuro-das-empresas-esta-na-sustentabilidade



Planejamento Estratégico: Pensando o Futuro da sua Empresa

 Já parou para pensar no planejamento futuro da sua empresa, onde você quer levar a sua empresa daqui a 5 anos ? Conheça os conceitos básicos do planejamento estratégico.

 



ü Conceito de Planejamento Estratégico

Na Administração de Empresas moderna, o conceito de Planejamento Estratégico é um dos instrumentos mais importantes. Planejamento Estratégico consiste em um processo de gerencia contínuo e persistente onde o gestor, ou gestores, responsáveis pela empresa determinam os parâmetros que a companhia deve seguir no curto, médio e longo prazo.

Uma vez estabelecidos os objetivos de médio e longo prazo da empresa, o planejamento estratégico passa também a definir as diretrizes diárias da empresa, buscando e fornecendo aos administradores informações para tomada das melhores decisões.

É preciso se adiantar ao mercado, prever as tendências, uma empresa que não tem planejamento é como uma folha seca solta ao vento: ela se move ao sabor do acaso, não se sabe onde ela pode parar.

Em relação aos administradores, é preciso saber focar os objetivos: Se todo o foco for dado ao planejamento de longo prazo, as questões operacionais vão acabar sendo negligenciadas e a empresa vai perder eficiência, no entanto, se todo o foco for dado ao dia-a-dia da empresa, as questões estratégicas vão acabar sendo negligenciadas e a empresa vai perder o rumo, ficando estagnada. A empresa deve ter um objetivo, deve ter uma razão de ser.

O administrador não deve se tornar uma espécie de bombeiro, apagando “incêndios” toda vez que um novo problema surge, o administrador além de se preocupar em apagar o fogo, deve sempre também buscar as origens dos incêndios.

 

ü Estabelecimento do Planejamento Estratégico

 
 

O Planejamento Estratégico pode ser implementado com base em 4 passos básicos:

 1. Definição da Missão Corporativa da Empresa

Dentro do planejamento estratégico, Missão Corporativa pode ser entendida como o a razão de ser da empresa. É a missão corporativa que define para onde serão direcionados os esforços diários dentro da companhia.

 Qual o perfil dos clientes da empresa? Qual é o negócio da empresa? O que a companhia busca trazer para os seus clientes? O objetivo da empresa é focar em clientes pontuais, ou na massa em geral? Pensar sobre este assunto e saber precisamente a resposta para estas perguntas pode fazer toda a diferença. A missão corporativa do Google, por exemplo, segundo a própria companhia é: organizar toda a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil. Enquanto a Ferrari, por exemplo, se concentra em fabricar carros esportivos de luxo (que poucos clientes pode adquirir), a Nissan foca no mercado da classe média, produzindo carros baratos e econômico (que muitos clientes pode adquirir). Dentro do contexto da administração, é a missão corporativa que determina o que a empresa vai ser.

2. Análise e Determinação da Situação da Empresa

Na segunda etapa do estabelecimento do planejamento estratégico, a situação da empresa deve ser analisada e bem determinada. Afinal ( pelo menos não no curto prazo ) não se pode buscar objetivos que estejam fora do alcance e escopo da empresa. É preciso conhecer bem a situação atual, para poder dar o próximo passo com segurança. Para se determinar com clareza a situação da empresa, dois fatores devem ser levados em conta: Análise Externa e Análise Interna.

  • Análise Externa: Como análise externa, podemos entender basicamente como a análise do mercado e também da concorrência da empresa. Conhecer bem o mercado e conhecer bem o que está sendo disponibilizado pela concorrência, faz toda a diferença no estabelecimento de metas concisas para a empresa.

 Análise Interna: A análise interna da empresa entende como determinação da situação interna precisa da empresa. A primeira iniciativa que a empresa deve tomar para realizar uma boa análise interna é passar por um processo de determinação e catalogo dos ativos patrimoniais. Esta tarefa realizada através da implementação do processo de gestão patrimonial. Quanto maior a empresa, mais complexa será a determinação dos ativos patrimoniais e também mais importante será a mesma. A realização de uma boa consultoria em gestão patrimonial sempre auxilia na tomada das melhores decisões.

3. Definição Precisa dos Objetivos da Empresa

Uma vez definida a missão corporativa da empresa, uma vez conhecida à situação externa e interna da empresa, através da realização dos estudos de gestão patrimonial, chega a hora de definir precisamente os objetivos da empresa. Quando se tem conhecimento, melhores metas, metas mais realistas podem ser traçadas.

Do mesmo modo que a empresa não deve desperdiçar seu potencial de crescimento focando em objetivos medíocres, também não pode gastar toda a sua energia tentando atingir um objetivo impossível. Para definir as metas da empresa, antes de qualquer coisa, é preciso conhecimento.

4. Definição das Estratégias da Empresa

Agora que as metas foram estabelecidas, chega a hora da ação. Na fase de definição das estratégias, é o momento em que os gestores vão planejar e atribuir as tarefas a todos os envolvidos na empresa para que as metas sejam atingidas. Se a empresa planejou bem, analisou corretamente o mercado, definiu objetivos viáveis e adotou estratégias inteligentes, com certeza irá atingir seus objetivos. Uma vez que um objetivo é atingido, o processo pode então ser reiniciado e um objetivo maior pode ser buscado.


Fonte: http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/gestao-e-administracao/planejamento-estrategico-futuro-empresa/

 

Sítios Consultados



Explicando a Tecnologia da Informação (TI)




Introdução

No início, os computadores eram tidos apenas como "máquinas gigantes" que tornavam possível a automatização de determinadas tarefas em instituições de ensino/pesquisa, grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, tais máquinas começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores, mais poderosos e mais confiáveis. Como se não bastasse, a evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente.

Mas perceba que, desde as máquinas mais remotas e modestas até os computadores mais recentes e avançados, o trabalho com a informação sempre foi o centro de tudo. É por isso que a expressão Tecnologia da Informação (TI) é tão popular. Mas o que vem a ser isso?

 

Antes de tudo, a informação.

A informação é um patrimônio, é algo que possui valor. Quando digital, não se trata apenas de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa, uma instituição de ensino, uma empresa ou qualquer outra entidade possa utilizar em prol de algum objetivo.

A informação é tão importante que pode inclusive determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio, por exemplo. E não é difícil entender o porquê. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes ou que uma pessoa poderia ficar rica da noite para o dia porque conseguiu descobrir uma informação valiosa analisando um grande volume de dados.

É por tamanha importância que, apesar de possível, muito dificilmente uma entidade de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se trata de bancos, cadeias de lojas, companhias aéreas, instituições de pesquisas e afins. Por outro lado, se tem uma coisa que ocorre com bastante frequência é o uso inadequado de informações ou, ainda, a subutilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.

 

Tecnologia da Informação

A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação que visam permitir o armazenamento, o acesso e o uso das informações. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que há várias definições para a expressão e nenhuma delas consegue determiná-la por completo.

Sendo a informação um patrimônio, um bem que agrega valor e dá sentido às atividades a utilizam, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, isto é, que permitam transformar as informações em algo de maior valor ainda, principalmente se isso for feito considerando o menor custo possível.

A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade pode ser a consequência.

Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários.

Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado simples à placa-mãe (onboard) e monitor de 15 polegadas para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 19 polegadas. Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor dá mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho. Por isso, é preciso conhecer quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada atividade, de cada indivíduo.

Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Neste caso, não seria melhor adquirir um servidor mais adequado às necessidades da companhia ou mesmo considerar o uso de uma solução baseada em computação nas nuvens, por exemplo?

 

Com estes exemplos, é possível ter uma pequena ideia do qual amplo é o universo da Tecnologia da Informação. Independente da aplicação há ainda vários outros aspectos que devem ser considerados, por exemplo: segurança, disponibilidade, uso de sistemas adequados (eles realmente devem fazer o que foi proposto), tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), legislação local e assim por diante.

 

O profissional de TI

As tarefas de desenvolver, programar e atualizar soluções computacionais cabe aos profissionais de TI. Por causa de sua amplitude, a área é dividida em várias especializações, tal como acontece com a medicina, por exemplo. Sendo assim, há profissional de TI para cada um dos seguintes segmentos: banco de dados, desenvolvimento, infraestrutura, redes, segurança, gestão de recursos, entre outros.

Para cada uma dessas áreas, há subdivisões. Por exemplo, em desenvolvimento, há profissionais que atuam apenas com softwares comerciais (como ERP), outros que trabalham apenas com a criação de ferramentas para dispositivos móveis, outros que concentram suas atividades na internet e assim por diante.

Via de regra, interessados em seguir carreira na área de TI fazem cursos como ciência da computação, engenharia da computação e sistemas de informação, mas há outros, inclusive com foco mais técnico, como tecnologia em redes de computadores e tecnologia em banco de dados, além de cerificações e cursos de pós-graduação para profissionais já formados.

 

Finalizando

Quem precisa de TI? Nos tempos atuais, a sociedade como um todo. Hoje, a informatização atinge as mais diversas áreas do conhecimento e está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, mesmo quando elas não percebem.

Se você declara imposto de renda, seus dados são processados por computadores do governo. Se você tira passaporte, seus dados ficam cadastrados em um banco de dados da polícia federal (ou de outro órgão competente, de acordo com o país). Se você faz compras no mercado, passa pelo caixa, que dá baixa dos produtos no sistema da empresa. Para você usar o telefone, uma complexa rede de comunicação controlada por computadores é utilizada. Enfim, exemplos não faltam.

A Tecnologia da Informação, portanto, não é apenas sinônimo de modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos, afinal, informação sempre existiu, mas não de maneira tão volumosa e aproveitável.

 

 

Fonte: http://www.infowester.com/ti.php

Escrito por Emerson Alecrim em 24_02_2011. Baseado em artigo substituído publicado em 15_08_2004.

 

 

19 de dezembro de 2012

Empresas de Tecnologia de ponta que desapareceram


Empresas de tecnologia que dominaram o mercado e desapareceram

Por Dmitry Rocha
 

O mundo da tecnologia está sempre mudando e às vezes quem está em alta hoje poderá ser apenas uma lembrança no futuro. A rede social Orkut já foi o site do gênero de maior influência no Brasil, mas em janeiro foi ultrapassado pelo Facebook e continua perdendo público. Abaixo você conhecerá esta e outras histórias semelhantes.
 
 
Orkut

Por que foi considerada promissora? Criada em 2004 com o objetivo de ajudar as pessoas a se interligarem pela rede, o site teve um grande reinado como principal rede social do país, tanto que o Google transferiu a sede física do site da Califórnia para o Brasil.

O que levou à decadência? Apesar de esquecida por boa parte dos brasileiros, o Orkut continua muito bem em seus números. Apesar disso a rede social nunca teve um grande cuidado por parte do Google, que é acusado por alguns de não dar atenção estratégica ao site. ‘Gifs’ animados, correntes e postagens inconvenientes são apontadas por muitos como causas prováveis para o declínio do Orkut. A verdade é que a migração dos usuários do Orkut para o Facebook é notável.
 

Cadê?

Por que foi considerada promissora? Quem navegava na Internet no final da década de 90 com certeza conhecia o Cadê? O buscador brasileiro era uma das opções mais conhecidas em uma época que novos sites eram colocados manualmente nos buscadores. A empresa foi crescendo a ponto de ter como um dos sócios o dono do Ibope.

O que levou à decadência? A Internet foi evoluindo e os buscadores também. O tamanho do público do Cadê? foi crescendo tanto que a empresa foi comprada por diversas outras companhias de tecnologia até parar no Yahoo!, onde funciona até hoje, mas foi perdendo destaque e perdeu de vez o reinado para o Google.

 
 

AOL

Por que foi considerada promissora? No início da década de 1990 a ‘American Online’ foi uma das primeiras empresas a fornecer serviços de Internet fora de universidades e complexos militares. Uma de suas principais estratégias era fornecer disquetes ou CDs com discadores para conexão. Era tão fácil conseguir um CD da AOL que algumas pessoas usavam os discos como decoração de bicicleta e outras brincadeiras. A importância da empresa era tamanha que em 2000 ela se fundiu com a ‘Time Warner’.

O que levou à decadência? Sua fusão com a Time Warner não foi bem sucedida e foi considerada um erro pelos executivos do estúdio. Enquanto isso as coisas não iam bem no Brasil. A estratégia de inundar o mercado com CDs de acesso não deu certo por aqui e em 2006, acumulando um prejuízo de 186 milhões de Dólares, a AOL América Latina foi fechada. A base de usuários da empresa foi vendida para o Terra.

                                            
ICQ

Por que foi considerada promissora? Em 1997 as pessoas dependiam de salas de bate papo para se comunicarem instantaneamente na Internet. O que parece extremamente simples com o chat do Facebook ou pelo MSN era revolucionário na época e o ICQ dominou o mercado de mensageiros instantâneos. A Mirabilis, empresa que criou o programa foi comprada pela AOL.

O que levou à decadência? O ICQ existe até hoje, mas ele começou a cair no esquecimento quando o MSN se popularizou, principalmente no Brasil. Os usuários se incomodaram bastante com a colocação de anúncios nas janelas de bate-papo. O irônico é que pouco tempo depois o MSN também colocou os tais anúncios. A chegada das redes sociais acabou sendo o golpe final nos mensageiros instantâneos e até quem era fiel ao MSN está passando a usar o chat do Facebook.

 
                                  
Napster

Por que foi considerada promissora? O Napster foi à primeira rede extremamente popular de troca de arquivos. Com foco em arquivos de música (principalmente em MP3), as pessoas podiam enviar as seus CDs e pegar coleções completas sem pagar um centavo. O Napster era tão popular no ano 2000 que o número de usuários quadruplicava toda semana.

O que levou à decadência? A indústria fonográfica não gostou da ideia de pessoas trocando músicas protegidas por direitos autorais sem pagar nada às gravadoras. Diversas gravadoras entraram com processos contra o Napster por incentivo à pirataria e em março de 2001 o serviço foi fechado. O site passou por diversas reformulações e hoje é um serviço legalizado de streaming de música. Enquanto o Napster andava na linha outras alternativas para troca de arquivos como Kazaa, eDonkey e torrents tomaram a frente, deixando o Napster no esquecimento.

 


Digg

Por que foi considerada promissora? O site que reune notícias e deixa que seus usuários escolham quais merecem mais destaque na página foi um dos mais populares da Internet, chegando a atrair 236 milhões de visitantes por ano. Uma página ou post de blog que caísse nas graças do Digg poderia apresentar um expressivo aumento nas visitas.

O que levou à decadência? Diversas modificações no sistema, no designs e a saída de diversos usuários para outros serviços como Reditt e o próprio Facebook resultaram numa grande queda nas visitas do Digg. As propriedades do site foram divididas em três partes e vendidas. O serviço ainda funciona mas sem o poder apresentado anteriormente.
 

 
Geocities

Por que foi considerada promissora? Nos primórdios da Internet manter uma página online era caro e vários serviços ofereciam alternativas gratuitas para quem queria um espaço para expor suas ideias. Muito antes dos blogs, era no Geocities que as pessoas escreviam sobre todo tipo de assunto, geralmente abusando dos Gifs animados. Em 1999, o Geocities era o terceiro site mais visitado de toda a Internet.

O que levou à decadência? O barateamento dos registros de domínios e de hospedagem de sites fizeram com que muitos migrassem do serviço e a chegada de plataformas para blogs como Blogger e Wordpress tirou a popularidade do Geocities. Comprado pelo Yahoo! em 1999, o serviço foi fechado em 2009, quando tinha cerca de 38 milhões de páginas criadas pelos usuários. Hoje somente o Japão tem acesso ao Geocities.

 
Fonte: http://br.financas.yahoo.com/noticias/empresas-tecnologia-que-dominaram-o-mercado-e-desapareceram-122200307--finance.html
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