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Administração no Blog

Conteúdos de Administração e assuntos atuais.

20 de maio de 2016

Commodities - saiba tudo sobre


  

        Vamos falar sobre as commodities - essa palavra em inglês é o plural de commodity, que significa mercadoria. Ela é usada para descrever produtos de baixo valor agregado. As Commodities são artigos de comércio, bens que não sofrem processos de alteração (ou que são pouco diferenciados), como frutas, legumes, cereais e alguns metais. Exemplos de commodities: Commodities agrícolas: soja, suco de laranja congelado, trigo, algodão, borracha, café, etc. Commodities minerais: minério de ferro, alumínio, petróleo, ouro, níquel, prata, etc. Commodities financeiras: moedas negociadas em vários mercados, títulos públicos de governos federais, etc.


O que vem a ser uma Commoditie?
Commodities são produtos "in natura", cultivados ou de extração mineral, que podem ser estocados por certo tempo sem perda sensível de suas qualidades, como suco de laranja congelado, soja, trigo, bauxita, prata ou ouro. Atualmente também são consideradas commodities produtos de uso comum mundial como lotes de camisetas brancas básicas ou lotes de calças jeans.


Para que serve uma Commoditie?
As Commodities são uma forma de investimento, uma opção entre as tantas opções de investimento no mercado, como poupança ou Fundos de Investimento.

 - Então uma saca de trigo é uma Commoditie que posso negociar?
Não, para um dos produtos citados serem uma Commoditie, isto é, uma forma de investimento, é necessário que exista uma estrutura de mercado onde vendedores e compradores se encontram e onde se torna possível essa forma de investimento.


Como funciona um investimento em Commodities?
Um investimento em Commodities se faz através do Mercado Futuro, que em linhas básicas funciona da seguinte maneira:

Você compra no mercado de futuros um contrato com um grande produtor de laranjas, estipulando que ele se compromete a entregar daqui a sete meses 400 toneladas de laranjas, pelas quais você se compromete a pagar R$140,00 por tonelada. Nessa transação você espera poder vender esse contrato de laranjas para algum interessado, antes da sua data de vencimento, por um preço maior por tonelada do que pagou, obtendo lucro na transação. Como qualquer tipo de investimento, a opção de investir em Commodities será analisada por seu:

a)  Retorno: percentual sobre o capital investido que se espera ganhar em comparação com outras formas de investimento.

b)  Risco: Incerteza quanto a investir em outra opção de investimento

Na análise quanto ao risco e retorno de um investimento, a escolha varia de pessoa para pessoa, já que alguns aceitam riscos maiores em troca de retornos maiores, enquanto outras pessoas preferem retornos menores, mas com riscos também menores.



O que fazer com tantas laranjas se eu não conseguir vendê-las?
Como investidor, ou melhor, dizendo, como especulador você não vai ter nenhuma posse física das Commodities que negocia - você somente vai comprar e vender contratos como outros tantos investidores antes da data de vencimento dos contratos. Assim, pode ser que daqui a cinco dias você ache que o preço por tonelada de laranjas está satisfatório em R$145,00 e o venda para outro especulador. Pronto, vocês fez a operação no Mercado de Futuros e nem por isso teve de se preocupar em onde colocar 400 toneladas de laranja.


Então Commodities são iguais a ações da Bolsa de Valores?
Não, o Mercado de Ações e o Mercado de Futuros (que negocia as Commodities) têm diferenças. No Mercado de Capitais (ações), se negocia tanto ações "velhas", emitidas há vários anos, quanto às ações "novas", emitidas por uma empresa nova, por exemplo. Neste mercado há a distribuição de dividendos (como que uma participação nos lucros das empresas a acionistas possuidores de ações especiais que recebem estes dividendos).

No Mercado de Futuros somente se negocia produtos disponíveis para consumo imediato ou futuro. Além disso, não há distribuição de dividendos.


Então no Mercado de Futuros somente circulam especuladores atrás de lucros?
No Mercado de Futuros cerca de 90% dos negócios são feitos com finalidade especulativa, mas também existem compradores que desejam o produto final. Por exemplo, a Nestlé tem como matéria-prima básica para sua linha de produção de chocolates o Cacau, e para manter um nível de produção regular ao longo do tempo, a Nestlé compra no Mercado de Futuros contratos de Cacau a um preço acertado que lhe permita manter também os custos e o preço final do produto. Outra vantagem para os consumidores finais das Commodities é o ganho com a eliminação dos custos de estocagem e manuseio da produção.



Mas e se o produtor de uma Commoditie que faz um Contrato Futuro sofre uma quebra de produção, não podendo mais honrar o contrato?
Neste caso, o produtor terá que comprar outro contrato no mercado na mesma proporção que o seu, seja mais caro ou mais barato, de modo que quando chegar à data de vencimento do seu contrato, também o contrato que comprou vencerá e então cumprirá o contrato com a produção de outro produtor. O produtor na verdade anula seu contrato. É por esse motivo que os produtores de Commodities tratam com tanta discrição as informações sobre a produção, para poderem realizar operações de anulação se necessário. Por exemplo, o relatório sobre a produção de laranjas nos EUA tem data marcada para ser apresentado para o público.

Mas o que um especulador faz se o preço da Commoditie da qual tem um contrato começa a cair.
Neste caso, se o especulador não acredita na alta de preços daquela Commoditie ou se prefere anular o contrato naquele momento temendo perdas maiores, então realiza um processo de anulação igual ao que o produtor faria se houvesse quebra de sua produção, pagando a diferença entre os contratos, sendo este seu prejuízo. Esse tipo de contrato é chamado de "Short Position".

Também pode ocorrer do especulador acreditar que o preço da Commoditie subirá antes do final do contrato que possui, então ou manterá o contrato ou comprará de alguém que o está "passando para frente" como um "Short Position", então esse será um contrato de "Long Position" para este especulador.



Onde são negociados esses Contratos Futuros?
Esses contratos são negociados nas Bolsas de Mercados e Futuros, como a BM&F brasileira, as bolsas de Chicago, Londres, New York,...


É o próprio especulador que faz os contratos com o produtor?
Não, como nas Bolsas de Valores, os negócios são realizados através de corretoras que recebem remunerações em percentagem dos contratos, ou se os ganhos em um contrato são grandes, ganham também participações no lucro.














Fonte e Sítios Consultados

www.pralmeida.org





19 de maio de 2016

Napoleão Bonaparte, Biografia



Napoleão Bonaparte ficou conhecido por ser um político/militar francês que acabou se tornando o Imperador dos Franceses no ano de 1804 – porém, essa controversa figura da História da França foi quem sofreu aquela famosa derrota na Batalha de Waterloo, a qual marcou o fim do “Governo de Cem Dias” e em definitivo do Império Napoleônico.

Foi no dia 15 de agosto de 1769 que nasceu, em Ajaccio, na Córsega, Napoleão Bonaparte - seu pai chamava-se Charles-Marie Bonaparte e sua mãe Maria Letizia Bonaparte. Napoleão Bonaparte era filho de uma família nobre e teve a oportunidade de receber uma educação de qualidade acima da média - entre os anos de 1779 e 1784, Napoleão foi aluno da escola militar em Brienne-le-Château, onde se destacou no estudo da matemática. Depois disso entrou para a Escola Militar de Paris - depois de formado (1875) ele entrou para o regimento de artilharia de La Fère.

Conta-se que no ano de 1789 começou o período da Revolução Francesa e como ele estava ao lado dos revolucionários jacobinos, Napoleão então, começou a sua ascensão na vida militar. Aos 27 anos de idade ele foi promovido a General, assumindo a liderança do exército francês na Itália - nessa altura foi bem sucedido em diversas batalhas na Itália e na Áustria.



Com o passar do tempo Napoleão Bonaparte foi ganhando cada vez mais influência política e no ano de 1798, com o intuito de impedir o acesso da Inglaterra a seus interesses comerciais na Índia, Napoleão Bonaparte decidiu entrar no Egito. Aí ocorreram vários combates, inclusivamente contra os turcos. Entretanto não se ficaram por aí as batalhas, pois Napoleão partiu para a Síria (na época uma região do Império Otomano), não tendo aí sido bem sucedido.
A história conta que no dia 09 de novembro de 1799, em meio a uma grande instabilidade política, aconteceu o golpe de Estado de 18 de Brumário do ano VIII (conforme o calendário republicano francês). O então o governo do Diretório foi derrubado, tendo sido instituído o Consulado, dando-se início à ditadura de Napoleão Bonaparte em França, tendo este sido eleito primeiro-cônsul da república.

A partir disso, a ascensão de Napoleão não parou mais e no ano de 1804, Napoleão Bonaparte dominava uma parte significativa da Europa continental – e foi nesse contexto que Napoleão se autoproclamou Imperador – dando assim início ao Império de Napoleão I. E com isso seguiram várias batalhas, entre elas contra o Reino Unido, Império Russo e Império Austríaco.
E foi no ano de 1807 que começou a intervenção na Península Ibérica - porém as forças napoleônicas encontraram muita resistência por parte dos espanhóis. Nesse mesmo ano, Napoleão decidiu invadir Portugal que na época era aliado dos britânicos. E foi nessa invasão que a família real portuguesa partiu para o Brasil - porém, os franceses não permaneceram muito tempo em terras lusas. As três invasões francesas foram sempre repelidas pelas forças conjuntas de Portugal e Reino Unido.  E foi na terceira invasão francesa que construíram as famosas Linhas de Torres Vedras, um sistema de defesa que tinha por objetivo impedir a chegada das tropas francesas à capital portuguesa.



Em 1812, houve a sequência da quebra da aliança franco-russa por parte do czar Alexandre I, Napoleão Bonaparte então, decidiu atacar a Rússia – e as tropas napoleônicas saíram derrotadas desse confronto, e Bonaparte regressa a Paris.
Em 1813 deu-se a Batalha de Leipzig, também conhecida como Batalha das Nações. Essa batalha ocorreu na cidade alemã de Leipzig, e opôs as tropas francesas a uma coligação que englobava a Rússia, a Prússia, Áustria e Suécia. Napoleão Bonaparte acabaria por perder essa batalha.

Em 1814, na sequência da derrota perante a aliança entre o Reino Unido, o Império Russo, o Reino da Prússia e o Império Austríaco, Paris capitulou e Bonaparte foi obrigado a abdicar, ainda que formalmente mantivesse o título de Imperador conforme acordado no Tratado de Fontainebleau.

Então, levaram Napoleão para o exílio na ilha de Elba, aonde ele chegou em 04 de Maio de 1814, mas no ano seguinte, no dia 26 de Fevereiro, Napoleão escapou do seu exílio saindo da ilha de Elba. No dia 1 de Março desembarcou em Golfe-Juan, em França quando recebeu o apoio dos soldados que marcharam com ele até Paris fazendo que o então rei Luís XVIII de França fugisse e assim, Napoleão retomou o poder.

Foi neste ponto da história que teve início o chamado “Governo de Cem Dias” de Napoleão. Vários aliados europeus retomam a sua luta contra o Imperador francês. Em 18 de Junho de 1815 aconteceu a famosa Batalha de Waterloo, onde o exército comandado por Napoleão Bonaparte foi derrotado perante vários aliados europeus. A derrota na Batalha de Waterloo marcou o fim do “Governo de Cem Dias” e o fim definitivo do Império Napoleônico.

Depois desta derrota Bonaparte foi enviado para o exílio na ilha de Santa Helena – onde ele viveu seus últimos anos de vida e onde acabou por morrer, no dia 5 de Maio de 1821.















Fonte e Sítios Consultados


http://www.sitecuriosidades.com/napoleao-bonaparte-biografia/


16 de maio de 2016

Crises Financeiras



As crises financeiras são normalmente desencadeadas quando há, em determinada nação, um maior número de agentes pessimistas em relação aos demais. Suas principais consequências são a desvalorização de ativos financeiros e a iliquidez de diversas instituições, ou seja, a confirmação e o agravamento dos motivos que geraram o pessimismo inicial.

Normalmente, a quantidade de agentes otimistas e dos pessimistas permanece em equilíbrio – afinal, são eles que definem o valor dos ativos através das operações de oferta e procura por cada um deles. Nesses períodos, o valor médio dos ativos tende a manter-se estável senão com gradativas elevações ao longo do tempo. Quando é chegada a crise, essa média tende a refletir uma desvalorização generalizada dos ativos financeiros.

É importante observar que a oferta e procura de cada ativo é sempre definida com base em expectativas futuras. Quando as expectativas são extremamente otimistas, além do que deveram ser, observamos o surgimento do período de boom ou de "bolha" especulativa. Tais períodos não podem ser explicados pelo comportamento da economia real e acredita-se que sua causa está no prazer que os seres humanos têm de correr riscos. Quando a "bolha" estoura é desencadeado uma profunda crise que chega a afetar a economia real. Nunca se sabe o momento em que acontecerá a conversão do boom em crise.

Por fim, a crise gera o conhecido "efeito dominó" no mercado financeiro que tende a causar grandes estragos nos agentes produtivos, a não ser que a autoridade monetária tome alguma providência.



Quando uma crise financeira não é contida a tempo, é fato que ela irá gerar danos às empresas da economia real e isso, tende a elevar o desemprego que induz a uma redução na demanda agregada. A partir daí, temos um espiral de redução na atividade econômica e do nível de emprego. Uma importante função da autoridade monetária é impedir a sobrevalorização dos ativos financeiros, ou seja, não permitir que o mundo financeiro "descole" do mundo real. Isso pode ser conseguido através políticas monetárias restritivas. A história mostra-nos que os governantes nem sempre estão interessados nesse tipo de política por lhes tirar a popularidade.

Nesta última década foi possível observar o desencadeamento de crises em muitas economias subdesenvolvidas como México, Argentina, Brasil além de diversos países do Sudeste Asiático - em todos os casos houve ajuda financeira do FMI, mediante aceite de um ajuste estrutural. Neste período também foi possível observar algumas nações desenvolvidas sendo atingidas por crises, como o Japão e muitos países da Europa, embora não se trate de aspecto financeiro e sim de demanda agregada.

Na economia real também existe certo grau de risco, devido à concorrência entre as empresas e da total liberdade que os capitalistas possuem para tomada de decisão. Na verdade, cada empreendedor tem que "especular" sobre seu mercado, seus concorrentes e demais fatores que formam o conjunto da economia. Considerando que os comportamentos desses fatores são relativamente ‘incertos’, incorre-se em riscos. Tanto o otimismo quanto o pessimismo dos proprietários dos meios de produção também afetam diretamente a economia real. Acontece que aqui o efeito é bem mais lendo do que no mundo financeiro, onde existe grande especulação desencadeando espiral de períodos de boom ou de crise.

Como as crises no mundo das finanças causam grandes estragos na economia real, alguns teóricos defendem a criação de um sistema financeiro internacional mais seguro. Esse sistema seria baseado na segmentação do espaço econômico em territórios nacionais - onde todas as transações deveriam ser realizadas em moeda local -, na inclusão de uma taxa sobre os fluxos internacionais de capitais e dos controles tanto desse fluxo quanto das flutuações cambiais.

No interior das economias observamos um sistema financeiro extremamente misto. A sugestão que tem sido feita é a da divisão desse sistema em dois: um voltado apenas a atividades de baixíssimo risco e outro ligado a operações detentora de alto grau de risco. Assim as pessoas que não estão dispostas a correrem riscos poderiam deixar suas economias nos agentes financeiros do primeiro sistema citado. Além disso, a autoridade monetária não necessitaria de gastar altos volumes de recursos para evitar o "efeito dominó" no mercado financeiro que só poderia ocorrer no segundo sistema.

Outra crítica que se faz aos sistemas financeiros que regem as nações é de que os bancos nasceram para atender grandes investidores e grandes demandadores de recursos e, com o passar do tempo, surgiram instituições financeiras voltadas aos agentes de médio porte, à "classe média". Acontece que nunca houve uma preocupação das instituições financeiras privadas em atender as classes mais baixas, simplesmente porque suas movimentações "não dão lucro" a essas instituições.

Uma alternativa nem um pouco nova é a formação de cooperativas de crédito onde, geralmente, todos os cooperados desempenham a mesma atividade econômica e, portanto, podem conhecer o risco de inadimplência com maior facilidade. Atualmente, temos visto cooperativas evoluindo ao estágio de bancos cooperativos de forma que possam financiar projetos coletivos que visem atender os interesses dos cooperados.

Outra organização financeira voltada às classes menos favorecidas é o "banco do povo" baseado no modelo de Bangladesh, lá denominado Grameen Bank, onde se observou que o financiamento com menores custos financeiros pode retirar indivíduos da linha de miséria.




A concepção tradicional da Dívida Pública

Com base nos modelos econômicos, podemos listar algumas consequências da elevação do déficit orçamentário através de redução de impostos:

·  Aumento na renda disponível provoca elevação do consumo e redução da poupança;

 ·    A redução da poupança eleva a taxa de juros e desestimula o investimento; 

 ·  Um menor nível de investimentos levará a um menor nível de produto/renda;

 ·   Com base no modelo IS-LM-BP, teremos elevação da demanda, do produto e do nível de emprego apenas no Curto Prazo;

 · No Longo Prazo, os efeitos serão apenas a elevação no nível geral de preços;


Com a redução da poupança, temos superávits na conta de capital e déficit na conta-corrente, implicando em endividamento da nação; ocorre ainda uma valorização da moeda nacional, desestimulando a importação e amenizando o efeito expansionista da política fiscal.

Com base nos itens expostos, a ação proposta seria condenável. Embora todas as afirmações acima estejam teoricamente corretas, os economistas denominados "ricardianos" chegam a conclusões totalmente opostas.


A concepção ricardiana da Dívida Pública

Na verdade, o que desestrutura o pensamento tradicional acima é a afirmação de que o consumo não se alterará diante de uma redução de impostos sem correspondente redução dos gastos.


"Em algum momento do futuro, o governo terá de aumentar os impostos para liquidar sua dívida e os juros acumulados. (...) esta política representa uma redução nos impostos no presente e um aumento no futuro." (N. Gregory Mankiw)


Parte-se das expectativas que os agentes têm de que a redução dos impostos será transitória, visto que o déficit gerado deverá ser coberto em algum momento no futuro. Com base na teoria do consumo de Milton Friedman, uma renda disponível transitória não é consumida e sim poupada.

É interessante notar que uma situação inversa também poderia ser tratada por essa teoria: uma simples redução nos gastos do governo geraria uma elevação no consumo, pois as pessoas formariam a expectativa de uma redução nos impostos no futuro para compensar o superávit gerado.















Fonte e Sítios Consultados


www.pralmeida.org



14 de maio de 2016

Caminhos para a retomada do Crescimento do Brasil em 2016



O Brasil de 2016 ‘enfrenta’ a sua pior crise de todos os tempos e como defendem os economistas: ‘as crises financeiras são inerentes ao capitalismo e estão associadas aos ciclos econômicos’. Tudo bem que a crise brasileira teve o seu inicio pós-eleições de 2015, então isso significa dizer que o quadro que aí está foi ocasionado em maior grau por fatores políticos, que somados aos fatores da crise mundial acabaram levando o Brasil a tomar o rumo do despenhadeiro abaixo – perdendo o grau de investimento mundial, convivendo com uma gigantesca onda de desemprego/inflação e com uma tremenda crise institucional de gestão.


 A pergunta que todos fazemos agora é: como vamos sair deste quadro de crise?


Bom, a questão é a seguinte o Brasil precisa sair forte deste momento conturbado para poder crescer e continuar crescendo - não podemos simplesmente colocar panos quentes na ferida e não cura-la. Pensando nisso, vamos comentar alguns caminhos e situações problemas que precisam ser enfrentadas pela equipe econômica do atual governo (maio/2016) do Presidente ‘em exercícioMichel Temer.


Como sabemos, o Governo Michel Temer dispõe de pouco tempo, algo próximo de 100 dias, para trabalhar nesta lista dos problemas ‘urgentes brasileiros, vejamos essa lista:

·          Recuperar a economia;
·          Restaurar a relação com o Congresso;
·          Equilibrar a relação entre União e estado;
·          Atuar para a mudança da cultura política do país.

Muitos empresários pedem por urgência no enfrentamento dos problemas brasileiros, porém 'sempre existe' aquela dúvida: fazer mudanças rápidas com um tom pouco conservador ou partir para ações mais duradouras com resultados lentos, como será que vai ser? 

Confira os 'Pontos Chaves' dos problemas brasileiros:

·         Contas públicas,
·         Impostos,
·         Desemprego,
·         Previdência,
·         Programas sociais,
·         Oposição do PT,
·         Operação Lava Jato,
·    Apoio do Congresso e etc.

Vamos pensar um pouco: se nosso sistema financeiro operar dentro de certos limites previamente definidos, talvez seja possível estancar, ou pelo menos atenuar esse processo de crise, porém os neoliberais argumentam que limitar as operações financeiras pode desacelerar o crescimento econômico e diminuir, mais ainda a competitividade do país. Mediante a isso, surge um acalorado debate: é melhor crescer mais rápido com instabilidade, ou mais lentamente com estabilidade?


Antes de tentar responder essa pergunta, é preciso saber que o funcionamento da economia mundial deve ser entendido como produto das ações e decisões tomadas racionalmente pelos agentes econômicos e que, através dos seus desdobramentos, é possível definir o futuro do sistema financeiro. Nessa hora é interessante lembrar-se da Grande Recessão do ano de 2008, afinal ela foi à prova de que nas tomadas de decisões o interesse público continua muito abaixo quando comparado aos interesses privados, e isso por si só torna evidente a necessidade de uma maior comunicação entre o sistema financeiro e o sistema jurídico.




Sabemos que a sociedade brasileira anseia por leismaisjustas, que possam efetivamente promover a dignidade da pessoa humana e reduzir a desigualdade material. O grande desafio dos próximos anos para os juristas é ajudar os brasileiros a chegarem até este fim e isso também irá contribuir para que o sistema jurídico não fique desacreditado - é por essas razões que o Direito deve se envolver no sistema financeiro, buscando defender a sociedade de uma degradação causada pelos seus abusos. O ponto de tangência entre Direito e Economia se dá na tentativa de se maximizar o bem comum em um mundo de recursos escassos - é neste ponto que surge a regulação do sistema financeiro. A melhor maneira de se compreender uma crise econômica é superar as fronteiras da economia, abordando também as perspectivas sociais, políticas e jurídicas que a circundam.

         Falando em retomada do crescimento, algo que o Brasil tanto necessita, é fato que a globalização financeira atual requer que as nações tenham a habilidade de competir internacionalmente, e isso é uma condição ‘sine qua non’ para que um país possa ser considerado desenvolvido. Qualquer lógica econômica deveria estar profundamente relacionada à globalização, de forma que esse é o único caminho para alcançar o desenvolvimento. E é bom saber que a ‘financeirização’ segue esta mesma regra, pois depende do intenso fluxo de capitais entre os países, ou seja, da globalização financeira. A desregulação dos mercados financeiros, a internacionalização do setor bancário e das decisões econômicas, a ‘transnacionalização’ dos capitais, e a dissociação entre economia real e economia financeira, são fenômenos próprios desta fase da globalização.



Os países em desenvolvimento, como o Brasil, acabam tendo isso como um grande obstáculo, pois, para que possam concorrer no mercado internacional, se veem obrigados a adotar políticas econômicas para as quais ainda não estão preparados - políticas próprias dos países desenvolvidos. Como resultado deste processo, vemos uma grande dificuldade do sistema político nacional e convencional de estabelecer regras estáveis e consistentes para a atuação dos agentes econômicos. Afinal, no âmbito econômico cada país hoje funciona como um subsistema dentro de um sistema global, de tal modo que qualquer regulação da economia financeira terá a sua efetividade condicionada à aceitação deste sistema.

Encerramos este alertando para o fato de que ‘qualquer lei criada por uma nação, se for contrária ao raciocínio prevalecente no restante do mundo, pode segregar esta nação do campo competitivo’. Isso significa dizer que o Governo brasileiro precisa entender que a globalização exige uma harmonização legislativa. Afinal a globalização, até o presente momento, vem acompanhada de duas ideologias: neoliberalismo o ‘globalismo’. O neoliberalismo prega a ‘auto regulação’ dos mercados – o que explica a desregulação ocorrida antes da crise de 2008; e o globalismo defende a ideia central da interdependência dos Estados-nação, com uma perda relativa da sua autonomia, visando a estar de acordo com padrões internacionais.













Fonte e Sítios Consultados

www.bresserpereira.org.br


http://oglobo.globo.com

www.teoriaedebate.org.br


http://www.bbc.com



13 de maio de 2016

Sexta Feira 13 - saiba mais sobre esse dia do Azar



Esse pensamento popular acredita que a sexta-feira 13 é o dia do azar, independente do mês e do ano que isso venha a acontecer e geralmente, as sextas-feiras 13 ocorrem quando o primeiro dia do mês cai em um domingo – e são muitas as histórias e lendas que tentam justificar o surgimento desse misticismo ao redor desta data - e isso acontece mesmo que muitas pessoas considerem o número 13 como um símbolo de sorte - mas, mesmo assim, as “sextas feiras 13” ficaram conhecidas como um dia de “maus agouros” e acontecimentos negativos.

 - Existem algumas hipóteses sobre o surgimento dessa crendice popular, são elas:

·          ·   Uma delas refere-se ao cristianismo, afinal conta-se que foi em uma sexta-feira o dia em que Jesus foi crucificado, sendo que na sua última ceia estavam 13 pessoas sentadas à mesa.

 ·    Também existem duas lendas da mitologia nórdica, onde em uma delas conta-se que houve um banquete oferecido pelo deus Odin e 12 deuses foram convidados e Loki, o espírito do mal e da discórdia não estava entre os convidados e ele ficou muito irado por isso - após aparecer na festa, uma grande luta foi travada, findando com a morte da deusa Balder, que era muito amada pelos outros deuses e a partir desta história, veio à crença de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.
    ·   Outra lenda conta que a deusa do amor e da beleza para os nórdicos era Friga (origem os termos friadagr e friday, que significam “sexta-feira” na língua escandinava e em inglês, respectivamente), e quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou a deusa em bruxa e, como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas-feiras com outras 11 bruxas e o demônio, totalizando 13 integrantes que ficavam rogando pragas aos seres humanos.

·      Conta-se também que no final do século XIX, 13 homens se uniram para desafiar e ridicularizar estas superstições e com isso, acabaram por popularizar ainda mais essas superstições que cercam esse dia 13.


  ·     E não podemos deixar de relatar que no Antigo Testamento judaico, a sexta-feira já era um dia problemático desde o surgimento dos primeiros seres humanos, conta-se que Eva teria oferecido a maçã a Adão numa sexta-feira e o grande dilúvio teria começado no mesmo dia da semana.







Fonte e Sítios Consultados
http://mundoestranho.abril.com.br

http://www.significados.com.br


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